- A cidade-estado de Atenas, na Grécia Antiga, é considerada o berço do regime político democrático. A democracia ateniense, porém, não era a mesma que se tem no mundo contemporâneo. Descrevam o funcionamento da democracia ateniense e expliquem de que forma ela se diferencia da democracia actual.
- A democracia antiga é um sistema de governação em que todos os cidadãos exercem um papel importante. O problema que se coloca é: quem é cidadão na Polis ateniense? A partir dessa constatação e à luz do foi abordado nas aulas, desenvolvam um texto com o tema: Os limites da democracia ateniense.
Devem postar aqui no blog as vossas respostas até 2ª feira, dia 15 de Novembro.
Tássia Mota nº28 10ºH2
ResponderEliminarExercício:
1. A democracia ateniense funciona através das instituições que são:
- Bulé que prepara os projectos de lei e toma decisões correntes;
- Estrategos têm funções militares;
- Arcontes onde se presidem aos tribunais, exercem as funções religiosas e verificam as leis;
- Areópago julga crimes de homicídio, incêndio e envenenamento e questões religiosas;
- Helieu julga maior parte dos processos .
Por fim é uma democracia directa porque os cidadãos podem participar directamente na Eclésia (Assembleia dos Cidadãos.
2. A Democracia ateniense tem vários limites
como as mulheres não podiam estudar quando fossem adultas só ate aos 7 anos, tinham que ficar em casa . Os Rapazes a partir dos 7 anos continuavam a estudar. Eles tinham quatro disciplinas que eram a matemática, educação física,filosofia e música com o mestre de Cítara, isso até aos 15 anos. A partir daí, vão para o exército onde fica até ter o serviço militar feito, depois disso tudo já pode ser chamado de Cidadão, ou seja, um cidadão ateniense só pode ser cidadão quando é filho de pai e mãe ateniense, ser maior de 18 anos e ter o serviço militar completo.
Espero que esteja bem
Uma Boa Noite Professora
Olá Professora!
ResponderEliminarAqui segue a primeira parte do trabalho.
Cumprimentos
O Desafio Democrático
Ricardo Rogagels, Nº 24 - 10º H2
1
Funcionamento da Democracia Ateniense e a Democracia Actual
A democracia ateniense foi uma democracia directa, ou seja, todos os cidadãos participavam nela, directamente.
Como tal, os cidadãos tinham igualdade de direitos, que se caracterizavam pela isonomia, a isocracia e a isegoria.
Em primeiro lugar, a isonomia representava a igualdade perante a lei, que consistia no cumprimento das leis, sem qualquer excepção ou privilégio, mesmo para com aqueles que tinham grande poder económico ou prestígio.
Em segundo lugar, a isocracia ou igualdade de acesso aos cargos políticos, que consistia no direito e dever de qualquer cidadão, participar no governo da sua pólis e no igual direito de voto. Esta era uma questão fundamental, visto que permitia, mesmo aos cidadãos de menos poder económico, participar na vida política, já que podiam beneficiar das mistoforias, uma espécie de salário pago pelo estado.
Em último lugar, a isegoria ou o igual direito de todos ao uso da palavra, que consistia na liberdade de expressão que cada cidadão dispunha, na qual todos podiam defender as suas ideias e/ou opiniões.
Os principais órgãos de governo da democracia ateniense eram: a Eclésia, a Bulé, os Estrategos, os Arcontes, o Areópago e o Helieu.
A Eclésia ou Assembleia de todos os cidadãos, para além de eleger ou nomear todos os restantes órgãos políticos, dividia com a Bule, a função legislativa e decidia também sobre a guerra e o ostracismo, um processo que levava à expulsão dos cidadãos, da sua pólis de origem, por um período de dez anos. Para além destas funções, analisava o desempenho dos magistrados e deliberava sobre qualquer assunto de interesse para a cidade. As votações eram de braço no ar, mas, por decisão dos cidadãos, também podiam ser secretas.
A Bulé, que era nomeada por sorteio pela Eclésia, preparava os projectos de lei e resolvia sobre assuntos correntes, através do sistema rotativo de pritanias, que permitia a participação de todas as tribos.
Os Estrategos, que eram eleitos pela Eclésia, exerciam funções militares e eram eles que controlavam a política externa e financeira, principalmente em situação de guerra.
Os Arcontes eram sorteados, um por cada tribo e eram magistrados de prestígio que presidiam aos tribunais e verificavam as leis, cabendo-lhes também funções religiosas. Era a partir dos Arcontes que se nomeava o Areópago, tribunal formado pelos arcontes mais antigos, que desempenhavam o cargo de forma vitalícia e que tinham a competência de julgar crimes de homicídio e julgavam sobre questões religiosas.
E por fim, existia o Helieu, ou Tribunal Popular, cujos elementos eram nomeados por sorteio pela Eclésia e que julgava a maior parte dos crimes cometidos na cidade.
Uma das grandes diferenças entre a democracia ateniense e a democracia actual é o facto da primeira ser uma democracia directa, enquanto a segunda, é uma democracia representativa, neste caso, os deputados, representam o povo, que anteriormente os elegeu. Outra diferença, é que no caso da democracia actual, que toda a população residente num país tem direitos de cidadania, o que não acontecia na Grécia Antiga, principalmente em duas situações; o facto da democracia actual não permitir a prática da escravatura, assim como no caso das mulheres, que na democracia actual, têm todos os direitos políticos.
Ricardo Rogagels, Nº 24 10º H2
ResponderEliminarOlá Professora!
Aqui vai a 2ª parte do trabalho:
2
Os Limites da Democracia Ateniense
A democracia ateniense, na qual todos os cidadãos podiam participar, é muitas vezes considerada imperfeita por diversas razões.
Pois bem, segundo os atenienses, um cidadão tinha que corresponder aos seguintes critérios: ser homem, ter mais de 18 anos, ter o serviço militar cumprido, e mais importante de tudo, ser filho de pai e mãe ateniense.
Tendo em conta isto, a esmagadora maioria da população da pólis ateniense, não era considerada para a cidadania.
As mulheres dedicavam-se apenas e exclusivamente aos trabalhos domésticos e à educação dos seus filhos e não tinham direitos políticos.
Os metecos eram autorizados a viver na cidade, porém não podiam participar no governo da polis e eram obrigados a pagar um imposto, o metécio, e à prestação do serviço militar. No entanto, desempenhavam um papel económico fundamental, no que diz respeito às trocas comerciais e à produção artesanal.
Agora chegamos àquele que é o maior defeito da democracia ateniense, a prática da escravatura. Os escravos eram considerados propriedade de alguém, pois eram tratados como simples mercadoria e como autênticos animais.
Estas eram as grandes limitações da democracia ateniense, que funcionava de uma maneira impensável, para os dias de hoje.
Diogo Pires, nº14, 10ºH2
ResponderEliminar1- A democracia ateniense funcionava de acordo com 3 direitos dos cidadãos : a isonomia (igualdade perante a lei) , a isocracia (igualdade de acesso aos cargos políticos), e a isegoria (liberdade de expressão).
Ou seja, a isonomia defendia que as leis eram feitas para todos, e que não podiam ser dados privilégios a ninguém , nem a ricos nem a pobres.
A isocracia demonstrava que todo o cidadão ateniense tinha o direito e o dever de participar no govervo da cidade , visto que todos os cidadãos tinham o direito ao voto.
A isegoria dizia que todos os cidadãos podiam defender as suas opiniões livremente , usando a palavra.
Esta democracia era uma democracia directa, ou seja cada cidadão actuava por si próprio, sem precisar de eleger um representante, como acontece na democracia actual.
Para evitar a tomada de poder por um só homem, esta democracia utilizou o ostracismo, que consistia na reunião de todos os membros da Eclésia (assembleia de todos os cidadãos), anualmente, para votarem em alguém que achassem que perturbava o bom funcionamento da democracia, e caso se reunissem 6000 votos contra alguém, essa mesma pessoa era expulsa da cidade durante 10 anos, mas sem perder os seus bens durante a sua ausência. O ostracismo não existe na democracia actual.
2- A população da pólis ateniense era de 400 000 habitantes , e apenas 40 000 eram considerados cidadãos.
Isto porque , a família dos cidadãos (mulheres e filhos), os metecos e as suas famílias, e os escravos não eram considerados cidadãos.
A participação no governo da pólis, estava, por isso, reservada a uma escassa minoria.
Para se ser cidadão era preciso ser filho de pais atenienses.
Às mulheres estavam reservados os trabalhos domésticos e pouco mais. Direitos eram poucos, e estavam sempre à tutela de alguém. Cuidavam dos filhos no gineceu ( zona específica de uma casa abastada) até eles terem 7 anos de idade.
Os metecos (estrangeiros), também poucos direitos tinham, e a sua principal característica era serem uma boa fonte económica para o governo da pólis, visto que dedicavam a sua vida ao trabalho artesanal e às trocas comerciais.
Por fim, os escravos nem pessoas eram considerados, mas sim bens .
Trabalhavam bastante e os escravos considerados privilegiados eram os domésticos, visto que não trabalhavam numa mina como muitos outros.
Isto tudo mostra os limites da democracia ateniense, uma democracia que hoje em dia era impensável existir.
1.
ResponderEliminarA democracia ateniense é muito diferente da democracia que hoje é usada como sistema político em muitos países do mundo, porem existem algumas semelhanças, tais como: Todos os cidadãos tinham direitos e deveres iguais sem qualquer excepção para os mais ricos ou pobres, tinham todos de cumprir a lei de forma igual. Todos os cidadãos tinham o direito e o dever de participar no governo e nas decisões tomadas, contribuindo sempre com o seu voto. Todos os cidadãos tinham o direito á sua palavra e opinião.
A democracia ateniense é uma democracia directa pois não havia partidos políticos nem altos funcionários do estado, cada cidadão actuava por si próprio, desempenhando á vez os diversos cargos necessários ao bom funcionamento da cidade. Quem se desinteressa-se pela política era malvisto pela sua cidade. Todos os cidadãos tinham de participar nos cargos políticos, devido a isto o sistema de eleição usado pelos gregos era de sorteio.
A Eclésia era onde se exercia os poderes políticos e onde se localizavam os principais órgãos do governo, era constituída pelas Assembleias, pelos Magistrados e pelos Tribunais. A Assembleia era constituída pela Bulé, os seus membros eram sorteados anualmente e dos quais 500 eram escolhidos. A Bulé tinha como objectivo elaborar e projectar as leis e de tomar decisões correntes relativamente á politica, eram eles que exerciam o poder legislativo. Os Magistrados eram constituídos pelos Estrategos que eram eleitos de acordo com as suas capacidades 10 elementos, desempenhavam funções militares relativas ao exército e á marinha. Para além dos Estrategos havia os Arcontes que eram sorteados 10 elementos, os quais presidiam nos tribunais, verificavam algumas leis e acima de tudo desempenhavam funções religiosas. Por fim os Tribunais, que desempenhavam o poder judicial, eram sorteados anualmente 6000 elementos, os quais eram divididos por dois tribunais: O Helieu, que julgava a maior parte dos processos, e o Areópago que tratava de julgar crimes mais graves e também participava em algumas questões relativamente á religião.
Nesta democracia directa o dom da palavra era sem duvida algo importante para se fazer notar e ascender na política, os filhos das melhores famílias frequentavam escolas de retórica para aprenderem as regras de discurso adequado para a política.
O maior receio que a democracia tinha era a tomada do poder político por um só homem, para impedir que isso acontece-se os legisladores atenienses estabeleceram o ostracismo. Todos os anos, os membros da Eclésia escreviam numa placa de barro, chamada “ostrakon”, o nome de um cidadão que achassem a sua presença perturbadora do bom funcionamento democrático. Caso se reunissem 6000 votos com o mesmo nome, essa pessoa era ostracizada, obrigada a deixar a cidade durante 10 anos.
2.
Os problemas da democracia ateniense
A democracia ateniense era bastante desigual, pois o nome de cidadão não se atribuía a toda a gente que residia na Pólis. Existiam 400 000 habitantes na Ática, dos quais apenas 40 000 eram cidadãos atenienses! Para se ser considerado um cidadão era necessário ser do sexo masculino e serem filhos de pais atenienses, as mulheres sendo do sexo feminino não contavam politicamente, logo eram consideradas apenas mulheres e não cidadãs. O mesmo se passava com os metecos, sendo eles estrangeiros não tinham o direito de participar na politica da cidade onde viviam, a sua população abrangia um total de 70 000 a 90 000 habitantes. E por fim claro, os escravos, constituindo grande parte da população, abrangiam um total de 200 000 habitantes sem quaisquer direitos e tratados como objectos.
JOAO ANTUNES 10H2 Nº18
1- A democracia Ateniense era uma democracia directa, onde os próprios cidadãos participavam directamente na Eclésia.
ResponderEliminarPorém, a democracia actual é uma democracia representativa, os cidadãos são representados nas instituições governativas por elementos eleitos pelos mesmos.
2- A democracia Ateniense era imperfeita em grandes aspectos, pois somente os cidadãos eram beneficiados, e direito aos fundamentos da democracia: Isonomia, isocracia, isegoria.
Contudo, era considerados cidadãos somente aqueles que eram filhos de pai e mãe ateniense, maior de dezoito anos e ter comprido serviço militar, se não tivessem qualquer um dos requisitos, não eram considerados cidadãos.
Porém, a democracia era também imperfeita/limitada pois a esmagadora maioria não tinham direitos a nada – mulheres e criança, metecos e escravos. –Etambém por permitir a existência de escravos que eram considerados objectos e não pessoas.
1.Não sei como responder.
ResponderEliminar2. "Os limites da democracia ateniense"
Na democracia ateniense apenas quem era do sexo masculino, tenha dezoito anos e era filho de pai e mãe ateniense, podia exercer os trabalhos políticos e ter outros privilégios. As mulheres. crianças, escravos e estrangeiros não são considerados cidadãos.
Leandro nº18 10ºH3
(Shayenny Carmo, 10ºH3 nº 24)
ResponderEliminarDevido a minha colega Raquel não ter conta no blog mando aqui a suas respostas:
1- A democracia ateniense diferia da democracia moderna em vários aspectos. Em primeiro lugar, só se estendia à classe dos cidadãos (homens com mais de 18 anos, filho de pai e mãe ateniense).
A escolha por sorteio de todos o magistrados excepto os 10 estrategos (eleitos pelos cidadãos), a restrição de todos os mandamentos a um ano.
A democracia de Atenas diferia também do ideal contemporâneo pelo facto de ser directa, não representativa.
Não procuravam ser governados por homens de reputação e capacidade: o que os preocupava era o facto de assegurar a cada cidadão a participação no controlo de todos os negócios públicos.
2-Os limites da democracia ateniense são: só 10% da população eram considerados cidadãos,a sociedade ateniense tinha no seculo V a.C. escravos.
Raquel 10º H3 nº 22
1- A democracia Ateniense era uma democracia directa, onde os próprios cidadãos participavam directamente na Eclésia.
ResponderEliminarPor sua vez, a democracia actual é uma democracia representativa, os cidadãos são representados nas instituições governativas por elementos eleitos pelos mesmos.
2- A democracia Ateniense era imperfeita em certos aspectos, somente os cidadãos (aqueles que eram filhos de pai e mãe ateniense, maior de dezoito anos e ter comprido serviço militar) eram beneficiados, e direito aos fundamentos da democracia: Isonomia, isocracia, isegoria.
Mas por um lado a democracia era também imperfeita/limitada, pois a esmagadora maioria não tinham direitos (mulheres, criança, metecos e escravos) e também por permitir a existência de escravos que não eram considerados pessoas, mas sim animais.
Carla Soares Teixeira 10º H3
André Vieira nº4 10ºH2
ResponderEliminarOs Limites da Democracia Ateniense
A Democracia Ateninse era uma democracia directa, ou seja, todos os cidadâos participavam directamente na Eclésia.
Esta é a grande vantagem desta democracia(o seu caracter directo)
Actualmente utiliza-se uma democracia representativa: os cidadãos elegem os seus representantes para governar o país(através da Assembleia)
Contudo a Democracia Ateniense nao era perfeita, tinha muitas limitações, entre as quais: A esmagadora maioria da população não tinha quaisquer direitos politicos(Metecos, escravos e mulheres.
Portanto a população estava dividia em nao cidadaos e cidadaos.
Apenas 40.000 pessoas eram cidadãs e mulheres, crianças atenienses(c.110000 a 150000) e escravos(40.000)
Além disso esta democracia permitia a existencia de escravos que eram considerados bens e nao pessoas.
Outra grande limitação desta democracia é o facto de para se ser cidadão ter de se ser maior de idade(Ter 18 anos), ser filho de mãe e pai ateniense e ter cumprido serviço militar que era obrigatório.
Esta Democracia baseava-se em três fundamentos:
Isonomia(Liberdade perante a lei), Isegoria(Liberdade expressão e a Isocracia( Igualdade no acesso aos cargos politicos.
Utilizava ainda o Ostracismo como forma de julgar os que abusavam do poder. Era escrito o nome da pessoa num Ostrakon(Pedaço de Cerâmica) e a pessoa que tivesse mais votos era exilada durante 10 anos.
Eram os cidadaos que participavam na Democracia Ateniense, ou seja na Eclésia.
Desafio Democrático
ResponderEliminar1. No século V a.C. implementou-se na cidade-estado de Atenas, um regime democrático. Porém, a democracia que se vivia em Atenas era bem diferente da que vivemos actualmente. Hoje em dia, vivemos uma democracia representativa, pois os cidadãos elegem os seus representantes para governar o país, através da assembleia. Enquanto os atenienses viviam uma democracia directa, pois todos os cidadãos participavam directamente na eclésia (assembleia de cidadãos).
A democracia da Grécia tinha três fundamentos democráticos distintos:
-A isagoria, que era a liberdade de expressão;
-A isonomia, que era a igualdade perante a lei;
-A isocracia, que era a igualdade de acesso aos cargos políticos.
Para além disto, a democracia ateniense tinha os seus mecanismos de funcionamento. Pois tendo todos os cidadãos, os mesmos direitos tinham que haver modos para que chegassem a um consenso e decidirem o que fazer. Haviam os seguintes mecanismos de funcionamento:
- O sorteio e a eleição, que eram utilizados para eleger aqueles que, durante um ano, prestariam serviço à cidade;
- O ostracismo, que era o nome dado a todos aqueles que eram exilados (ostracizados) da cidade-estado por 10 anos. Isto acontecia, pois a democracia receava que alguém pudesse tomar o poder e acabar com a mesma. Portanto, todos aqueles que pudessem interferir no seu bom funcionamento eram ostracizados.
-A mistoforia, que era o salário atribuído a todos aqueles que desempenhassem cargos políticos. Pois, antigamente, não era concebido qualquer salário, e os cidadãos menos afortunados não podiam exercer estes cargos, pois não recebendo salário, não tinham qualquer tipo de subsistência.
2. Só as pessoas consideradas cidadãs é que podiam participar na vida politica da cidade. E era uma grande minoria. Sendo cidadão, só aquele que fosse filho de mãe e pai ateniense, que cumprisse serviço militar e tinham que ser homens livres com mais de 18 anos. Todos os outros (sendo a maioria), não tinham quaisquer direitos políticos:
-Os metecos, sendo os estrangeiros, eram um grupo poderoso pois cumpriam serviço militar e pagavam impostos. Estavam ligados ao comércio e ao artesanato;
-As mulheres, poucos direitos tinham. Dedicavam-se aos trabalhos domésticos. Raramente saiam à rua, participavam excepcionalmente nas grandes festas religiosas. Não iam sequer ao mercado, pois isso era uma tarefa e um privilégio masculino.
-Os escravos, eram homens não livres. Eram considerados como objectos, sendo propriedade pessoal de particulares e do estado. A sua maioria era de origem estrangeira. Podendo ser prisioneiros de guerra ou adquiridos nos mercados da Ásia Menor.
Podemos assim concluir que a democracia ateniense era uma democracia limitada pois a grande maioria da população (metecos, mulheres e escravos), não tinham quaisquer direitos politicos, sendo também uma democracia que permitia a existência de escravos.
Podemos também verificar que a democracia ateniense é uma democracia completamente diferente da democracia actual.
Trabalho realizado por:
Ana Capote, 10ºH2, Nº2.
Os limites da democracia ateniense
ResponderEliminarA democracia ateniense era uma democracia directa, em que todos os seus cidadãos (indivíduos do sexo masculino e com pais atenienses eram cidadãos) participam na Eclésia, a assembleia dos cidadãos.
Contrariamente, a democracia actual é representativa, ou seja, os cidadãos elegem os seus representantes (deputados) para governar o país.
A democracia ateniense rege-se por três fundamentos: Isonomia, igualdade perante a lei; isegoria, liberdade de expressão; isocracia, igualdade no acesso aos cargos públicos.
Apesar de se reger por fundamentos, que parecem ser justos, a democracia ateniense é limitada e imperfeita, pois a grande maioria da população, mulheres, metecos e escravos, não são considerados cidadãos e por conseguinte, não têm quaisquer direitos públicos.
Sendo assim, só os homens com ascendência ateniense (pais atenienses) eram considerados cidadãos e tinham direitos políticos (podiam exercer cargos políticos e participar nas assembleias).
A admissão de escravos contribui para que esta seja uma democracia limitada.
Catarina Santos, nº12
10ºH2
Patrícia Alves 10º H2
ResponderEliminar1.A democracia ateniense funcionava do seguinte modo:
Eclésia- Assembleia popular onde deviam participar todos os cidadãos. Nessa assembleia faziam-se as votações para decidir os chefes dos diversos cargos da cidade, todos eram escolhidos por sorteio menos os estrategos.
Arcontes: Presidiam aos tribunais; exerciam funções religiosas; verificavam leis. Por sorteio de 10 magistrados.
Estrategos: tinham funções militares, eleitos por eleição de 10 magistrados.
Bulé: preparavam os projectos de lei e tomavam decisões correntes. Sorteio, 500 membros.
Tribunais: Areópago - julgava os crimes de homicídio, incêndio e envenenamento e tratavam das questões religiosas.
Heleu: julgava maior parte dos processos. Por sorteio (anual) 6000juízes.
2. A democracia ateniense era considerada limitada ou imperfeita porque a esmagadora maioria da população (mulheres, metecos e escravos) não tinham quaisquer direitos políticos. Outra limitação desta democracia é admitir a existência de escravos (considerados bens e não pessoas). Para além disso a liberdade de expressão era condicionada, uma vez que era permitida a pratica de ostracismo e pena de morte. Eram considerados cidadãos homens livres com mais de 18 anos, com o serviço militar cumprido e filhos de pais atenienses, tinham direito a possuir terras e de participar no governo.
1 A democracia ateniense era uma democracia directa porque todos os cidadaos podiam participar na vida politica da cidade a partir da eclesia, e qualquer um podia dar a sua opinião eram os cidadaos que faziam as leis tinham o poder executivo e o poder judicial.
ResponderEliminarExistia tambem:
isonomia- igualdade perante a lei
isegoria- igualdade ao uso da palavra
isocracia- igualdade de acesso aos cargos politicos
Hoje em dia a democracia actual ja não é uma democracia directa porque os cidadãos já não participam na vida politica mas elegem deputados que podem dar a sua opinião na assembleia da républica e os cidadãos a única que coisa em que interveem na vida politica e votar no seu representante na assebmleia da républica
2 O cidadão na polis ateniense eram os que faziam as leis aprovavam essas leis e julgavam quem não as cumprisse, votavam em quem quisessem como estratego ou seja eram os cidadãos eram quem mandavam na grecia
Pedro Pinto 10h ( Desculpe Professora nao sabia bem onde fazer o trabalho de casa
1.A democracia ateniense era uma democracia directa, ou seja, todos os cidadãos participavam directamente na Eclésia (assembleia dos cidadãos). Ao contrário da democracia ateniense, a democracia actual é uma democracia representativa, ou seja, os cidadãos elegem os seus representantes (deputados) para governar o país (através da assembleia). A democracia ateniense, também era considerada uma democracia limitada, porque a esmagadora maioria da população não tinha quaisquer direitos políticos (mulheres, escravos, metecos). Para além disso é uma democracia que admite a existência de escravos, mas eram considerados como bens e não como pessoas.
ResponderEliminar2.A democracia ateniense era considerada limitada, pois a maior parte da população era constituída por escravos, mulher e metecos. Estes não tinham quaisquer direitos políticos. Em cerca de 400 000 habitantes, apenas 40 000 eram cidadãos atenienses (indivíduos livres de sexo masculino, filhos de pais atenienses, aos quais estavam reservados, em exclusivo, a governação da cidade e outros privilégios).
Portanto a participação democrática estava muito reservada uma escassa minoria.
-Alexandra Barrela, Nº1, 10º H2.
1- A democracia ateniense era reservada em exclusivo um conjunto de ricos proprietários.
ResponderEliminarPor este motivo o povo menos afortunado não tinha qualquer direito a dar opinião em relação a democracia.
2- Na democracia ateniense nem todos podiam ser cidadãos, isto é a maior parte não podia.
AS mulheres os escravos e os metecos não tinham direito a ser cidadãos.
Os homens eram o único "grupo" que podia ser "chamado" de cidadão
Nome: Catarina Araújo
Nº:11
Turma:10 H2
Desafio democrático
ResponderEliminarNa Grécia Antiga a democracia ateniense era directa, pois todos os cidadãos participavam na Eclésia (todos os cidadãos tinham o direito e o dever de participar na organização da Cidade-Estado). Nos dias de hoje temos uma democracia representativa, o que significa que os cidadãos elegem um representante para governar o país.
Na democracia ateniense, os cargos públicos são atribuídos sob a forma de sorteio para que todos participassem, não apenas os mais cultos.
Na democracia representativa, os políticos só são aceites nos cargos políticos se tiverem competências para desempenhar uma determinada função, e se forem eleitos pelos cidadãos votantes (mais de 18 anos de idade).
A democracia ateniense não era de todo perfeita, pois como referi em cima, apenas os cidadãos podiam fazer parte da Eclésia. Mas apenas uma pequena parte da população da Cidade-Estado de Atenas era cidadã.
Apenas os homens, maiores de 18 anos de idade, filhos de pai e mãe atenienses e que tivessem cumprido o serviço militar obrigatório tinham o estatuto de cidadão. As mulheres, os escravos e os metecos não tinham qualquer poder em Atenas.
Catarina Almeida Pereira, 10ºH2, Nº10
1. A democracia ateniense era uma democracia directa, pois todos os cidadãos participam directamente na Eclésia. Enquanto que a democracia actual é uma democracia representativa onde os cidadãos elegem os seus representantes(deputados) para governar o país(através da assembleia).
ResponderEliminar2. Na Pólis ateniense só eram cidadãos os homens e tinham de ser filhos de pai e mãe atenienses.
Na Pólis ateniense as mulheres e os metecos não tinham direitos politicos e os metecos passavam a sua consição de estrangeiros e pais para filhos, e a lei impedia-os de participar no governo , de terem uma mulher ateniense e de possuirem casas e para alem disso era obrigados a pagar um imposto.
Depois haviam os escravos que a lei nao lhes reconhecia personalidade civil, nem tinham o direito de ter familia, nem de possuirem bens.
Todos estes factores tornavam a democracia ateniense uma democracia limitada, porque maior parte da população nao tinha quaisquer direitos politicos(mulheres,metecos,escravos.)
E para alem disso, permitiam a existencia de escravos que eram considerados bens e não pessoas.
Aqui fica a resposta do Ricardo Amorim do 10º H2 que me entregou o trabalho em mão:
ResponderEliminar"Como todos nós sabemos, a democracia antiga distingue-se da actual principalmente pelo seu carácter directo e por limitar a participação política a um conjunto muito restrito de cidadãos.
Quando falamos de uma democracia directa estamos-nos a referir a pessoas que por si actuam desempenhando cargos políticos. Hoje em dia já não é assim. A população vota num grupo para exercer esse tipo de cargos, ao qual chamamos uma democracia representativa.
Será que na Grécia antiga todas as pessoas tinham direito ao voto? Não, só quem era considerado cidadão é que teria então o direito a voto. e será que todos eram considerados cidadãos? Não, as mulheres, os metecos e os escravos não eram considerados cidadãos. O homem tinha de ter mais de 18 anos, tinha de ser filho de pai e mãe atenienses e possuir o serviço militar cumprido. Como tinha referido no início a participação estava limitada e eis as razões (acima referidas).
Estes cidadãos tinham direitos a cumprir tais como:
- igualdade perante a lei ou isonomia
- Igualdade de acesso aos cargos políticos ou isocracia
- Igualdade ao direito de todos ao uso da palavra ou isegoria.
Por tudo isto posso concluir que a actual e antiga democracia são diferentes."
1- A democracia ateniense era uma democracia em que todos os cidadão eram iguais, quer fossem ricos ou pobres. A democracia grega baseava-se em três fundamentos: a isonomia (igualdade perante a lei), a isegoria (liberdade de expressão) e por ultimo a isocracia (igualdade de acesso aos cargos políticos). Estes fundamentos completaram-se quando Péricles, prestigiado político helénico, criou as mistoforias. As mistoforias eram um ordenado que o Estado pagava aos cidadãos que exerciam cargos na função pública. Foram estes ordenados que tornaram a democracia grega numa democracia verdadeiramente directa (todos os cidadãos podiam fazer parte ou seja participar directamente na eclésia- assembleia de todos os cidadãos), pois dava o direito aos mais pobres de participarem também na vida política (convém dizer que cidadão Ateniense era aquele filho de pai e mãe Ateniense, do sexo masculino, com serviço militar cumprido, todos os outros eram excluídos). Tal como a democracia actual a democracia ateniense estava dividida em três poderes: poder legislativo (eclésia e bule), judicial (areópago e hilieu) e por ultimo executivo (estrategos e arcontes). Era a partir da eclésia- assembleia de todos os cidadãos- que se sorteavam os cidadãos para a bulé (responsável pelas leis), para o helieu (tribunal responsável dos crimes mais vulgares) e para os arcontes (funções religiosas e judiciais), elegiam os estrategos (chefes militares e políticos) e os cidadãos para o areópago (antigos arcontes que tratavam os crimes mais importantes). Todos estes cargos, à excepção do areópago, eram mudados anualmente, com a finalidade de evitar a corrupção e para que todos os cidadãos participem de igual modo na eclésia. Um dos maiores medos do povo ateniense era sem dúvida a tirania, ou seja, um tirano apoderar-se da democracia devido ao seu poder e riqueza. Para evitar que tal coisa acontecesse criaram o ostracismo. O ostracismo consistia na votação do elemento que os cidadãos achassem vir a ser um possível tirano. Este era obrigado a sair da cidade-estado durante dez anos, não perdendo nenhum dos seus bens. A democracia ateniense dava bastante importância à igualdade social, por essa razão pagava uma recompensa aos cidadãos que trabalhavam pela cidade e os mais ricos eram obrigados a pagar uma espécie de imposto, as liturgias, para navios de guerra e festas religiosas.
ResponderEliminarA principal diferença entre a democracia actual e a ateniense, é que a democracia actual é uma democracia representativa ou seja os cidadão elegem os seus representantes (deputados) para governar o país (através da assembleia), e a democracia ateniense era uma democracia directa pois todos os cidadãos participam directamente na eclésia.
Patrícia Simões
10ºH2
2- A democracia ateniense é considerada actualmente como uma democracia bastante limitada, isto porque a maior parte da população não tinha direitos políticos (mulheres, metecos e escravos). Para além disso era uma democracia que autorizava a existência de escravos, que nem sequer eram considerados pessoas mas apenas bens.
ResponderEliminarAs mulheres atenienses tinham poucos direitos. Estas dedicavam toda a sua vida à educação das crianças e a trabalhos domésticos. Quando casadas, passavam da tutela do pai para a do marido. Se enviuvassem ficariam sob a tutela do filho mais velho ou do parente do sexo masculino mais próximo. Nas casas mais ricas as mulheres habitavam uma zona específica da casa- o gineceu. A principal função da mulher era passar despercebida na sociedade.
Os metecos eram extremamente importantes pois dedicavam-se às actividades artesanais e comercias. No entanto tinham uma vida bastante complicada na Polis. A sua condição de "estrangeiro" era hereditária, ou seja, passava de pais para filhos. Estes não podiam de qualquer forma participar na política, não tinham direito a possuir bens, tinham de cumprir o serviço militar para depois poder combater a favor da sua cidade-estado, eram obrigados a pagar impostos, o metécio, e por fim podiam participar nas diversas festas e jogos.
Os escravos, por sua vez, nem eram considerados pessoas. A lei não lhes reconhecia personalidade civil. Não eram autorizados a possuir bens, a formar família e tinham que obedecer ao seu ‘patrão’. Trabalhavam essencialmente nos serviços domésticos, campos e minas.
Patrícia Simões
10ºH2
Francisco Correia nº11 10ºH3
ResponderEliminarVou ser bastante breve em relação a isto: entre estes 2 modelos que se estudou, a grande diferença é os cidadãos, na Grécia um cidadão como todos sabemos era só quem era filho de pai e mãe atenienses, mais de 18 anos e com serviço militar cumprido! No império Romano, era diferente, os cidadãos são aqueles que vivem no Império e são uma parte do império... como a stora disse nestas aulas sobre o Império Romano. Isto de todos serem cidadãos tinha objectivo de este Império ser apenas uma unidade!
E como é óbvio, os Gregos eram mais cuidados em relação ao modo de governação e não havia ninguém específico que mandava na Grécia, aqui havia a Eclésia e no que se fazia lá dentro.
Em Roma, no desenrolar deste período imperial, o poder era focado em Avguvstvs!
Os meus cumprimentos!
Francisco! Conseguiste baralhar-me!!!
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