- Fazer ficha de leitura do tema 2.2.4 (manual pp. 103 a 106) "A Apologia do Império na Épica e na Historiografia";
- Não esquecer que a ficha de leitura de um texto deve ser mais pequena que o texto original (capacidade de síntese é importante) e que devem ser apresentadas por palavras vossas as ideias principais do texto.
Couto, Célia e Rosas, Maria Antónia, O Tempo da História, História A, 1ª parte, 1ª edição, Porto, Porto Editora, 2010, pp 103-106
ResponderEliminarFicha de Leitura
• No século I d.C., Roma era como o centro cultural do Mundo.
• Poetas como Virgílio, Horácio e Ovídio tornam a literatura uma verdadeira obra de arte, e dão ao latim um sentido único.
• A poesia era o grande género da época, e Públio Virgílio Maro é considerado “ o poeta do príncipe e o príncipe dos poetas” (1) .
A sua grande obra é Eneida, e torna-se o poema nacional.
Nesta obra, o povo romano e o imperador, são elevados a uma ascendência divina, que explica claramente o seu enorme poder.
• Na História, Tito Lívio é quem se destaca, e é quem mais glorifica a História da sua pátria.
Esta História de Tito Lívio é aproveitada para numerosos resumos, que são aproveitados como manuais, para as escolas romanas que estão espalhadas por todo o Império.
1- Célia Couto, O tempo da História, pp 105
PS- Como é um comentario , este texto não dá para meter "itálicos" nem as outras "funções" que eu meti no Word.
Ficha de leitura.
ResponderEliminarCOUTO, Célia Pinto do, ROSAS, Maria Antónia Monterroso, O tempo da história, 1º parte, 1º edição, Porto, Edições Asa, 2010, pp. 103-106.
A apologia do império na épica e na historiografia.
O principado de Augusto, e, todo o século I d.C. correspondem a uma época de grande brilho cultural.
O imperador transformou Roma, em um verdadeiro centro artístico. Alterando a fisionomia da cidade, enchendo-a de obras de arte e construções monumentais, chamou para a corte poetas e escritores.
Mecenas, reuniu os maiores talentos literários da época, seu nome ficou para sempre ligado à protecção das artes (mecenas e mecenato).
A literatura atinge o seu apogeu. Poetas como Virgilio, Horácio e Ovídio deram ao latim uma sonância e uma expressão sublimes.
Octávio que ouvia atentamente a leitura das obras, incentivava os autores a exaltarem as virtudes da sua pessoa e do seu reinado. A poesia fez-se também eco glória de Roma e da grandeza do príncipe.
A poesia épica
De entre todos os poetas contemporâneos, destaca-se Públio Virgilio Maro, considerado “o poeta do príncipe e o principie dos poetas ”. Dedicou os últimos sete anos da sua vida a uma grande obra épica, a Eneida, que se tornou o poema nacional.
Inspirado nos poemas homéricos, faz da Eneida um cântico às origens de Roma. Misturando tradições lendárias e factos históricos. Nesta epopeia é Eneias quem, depois de uma atormentada viagem pelo Mediterrâneo, aporta ao Lácio, dando origem a raça dos Romanos.
Deste modo, o povo romano, e o imperador, são elevados a uma condição superior, que explica e legitima o seu enorme poder.
A história
As inúmeras vitórias dos Romanos e a grande tenacidade que demonstraram na construção do seu império, impressionaram os historiadores. A História revestiu uma feição pragmática.
Foi o historiador Tito Lívio aquele que mais glorificou a História da sua pátria. Ele deixou-nos umas imensas obras, que abrangem toda a história de Roma, desde a fundação até ao ano 9 a.C.
Desta História Romana, chegou até nós apenas uma pequena parte, no entanto, o suficiente para podermos avaliar o patriotismos e a crença no destino grandioso de Roma.
Engrandecendo, o nome romano, a Historia de Tito Lívio se popularizou e dela fizeram-se numerosos resumos destinados a servir como manuais na extensa rede de escolas romanas.
"A Apologia do Império na Épica e na Historiografia"
ResponderEliminarO principiado de Augusto, de uma forma geral correspondeu a uma época de grande brilho cultural. O imperador transformou Roma num verdadeiro centro turístico, não só alterou a aspecto de cidade, através de obras de arte e construções monumentais. Utilizada pelas altas "esferas" do poder,a literatura atinge, o seu auge. Os poetas famosos (Virgílio, Horácio e Ovídio) naquela altura foram os grandes utilizadores do latim e da literatura. Deste modo,para poesia foi o eco da glória de Roma sendo uma Propaganda Imperial.
A poesia épica nas instâncias do imperador, que dedicou os últimos sete anos da sua vida a grande obra épica (a Eneida), que se tornou um poema nacional por excelência. Assim, o povo romano e o imperador são elevados a uma condição superior, ou seja, a uma ascendência divina que explica o seu imenso poder.
A história revestiu - se numa feição pragmática, para justificar o domínio de Roma e pôr evidência a sua acção civilizadora, que é no entanto , suficiente para poderem avaliar o patriotismo ardente e a profunda crença no destino grandioso de Roma. O Historiador Tito Lívio foi o que mais glorificou a História da sua pátria, neste caso a sua pátria é Roma.
Realizado Por:
Tássia Mota nº28 10ºH2
Desde a paz de Augusto, não foi só a paz que estabeleceu, obviamente inovou várias coisas: nomeadamente a Literatura (principalmente a poesia) mas também que a juventude aprendesse os feitos que Roma teve desde o seu nascimento, ou seja, a História.
ResponderEliminarRelativamente à poesia épica, nos tempos de glória de Augusto, destacou-se Virgílio, com a obra com que se dedicou durante os seus 7 últimos anos de vida, 'Eneida', que fala sobre os grandes feitos Romanos embora o autor não os tenha presenciado, esta obra foi considerada poema nacional, por excelência.
Relativamente à História, esta baseia-se nas várias vitórias dos Romanos e a história era feita nas obras feitas, nomeadamente por Tito Lívio, a sua obra "História Romana", foi escrita com o maior cuidado possível da altura.
Concluindo, o pragmatismo existia nestas duas matérias: nas escolas romanas eram estudadas as obras referidas anteriormente, como também outras.
Francisco Correia 10ºH3, nº11.
Os melhores cumprimentos, continuação de bom feriado!
Olá boa noite Professora, aqui segue a ficha de leitura das páginas propostas:
ResponderEliminarFICHA DE LEITURA
Rcardo Rogagels, 10º H2, nº 24
Autor: Couto, Célia Pinto e Rosas, Maria Antónia Monterroso
Título da Obra: Tempo da História, O, História A, 10º ano, 1ª Parte, pp.103 a 106, 2.2.4. A Apologia do Império na Épica e na Historiografia, 1ª edição, Porto, Porto Editora,2010.
Com o imperador Octávio Augusto, Roma transformou-se num centro artístico, que através de obras de arte e obras monumentais, alteraram o aspecto da cidade. Chamando para junto de si poetas e escritores, o imperador contou com a colaboração do seu amigo Mecenas, que contribuiu de tal forma para a protecção das artes, que ainda hoje se fala em mecenas ou mecenato, quando se menciona o apoio de alguém ou entidade, às artes.
É o momento em que a literatura alcança o seu auge e em que poetas como Virgílio, Horácio e Ovídio, produzem obras que servirão de modelos para os séculos que se seguiram. No entanto, esse incentivo e protecção das artes, também servia de propaganda imperial, glorificando Roma, mas igualmente o imperador e os benefícios do seu exercício no poder.
Virgílio, considerado na época, o príncipe dos poetas, é autor do poema épico, a Eneida, de inspiração homérica, que se tornou no poema nacional. Misturando as lendas com os factos históricos, o autor narra em verso a origem de Roma e os feitos heróicos de Eneias, feitos esses que se estendem ao povo romano e, particularmente ao imperador Octávio Augusto.
A construção do imenso império romano justificou naturalmente, a atenção dos historiadores e é desta época que a História se reveste de um conteúdo mais prático, justificando o domínio romano e a romanização. Para além das obras de Políbio, Júlio César e Tácito, foi Tito Lívio que com a sua extensa História de Roma, elaborada durante 40 anos da sua vida e que resultou em 142 volumes, engrandeceu a civilização romana e de tal forma, que dos inúmeros resumos que dela se fizeram, alguns serviram de manuais escolares, que foram divulgados por todo o império.
O documento comeca por falar da criaçao de Roma e o seu primeiro imperador Romulo Augusto tbm e e descrito que Roma há 7 seculos atras comecou por ser uma cidade pequena e ganhou uma grandeza que ainda e hoje e conhecida em todo o mundo.
ResponderEliminarTbm e falado na importancia da historia porque senao fosse a historia nada se sabia porque a historia e a ciencia que estuda o homem em sociedade no tempo e no espaço e sem esta ciencia nao podiamos saber nem ter os conhecimentos que temos hoje em dia
Apologia do Império na Épica e na Historiografia: este documento começa por falar da importancia do imperador para Roma e quais foram os conhecimentos que este transmitiu para o povo romano e para os nossos dias implantou muitos estilos em roma como por exemplo as obras de arte a fisionomia da cidade e as monumentalidade
A literatura atingiu o seu apogeu quando Mecenas, um grande amigo do imperador Augusto, reuniu os escritores mais importantes da sua época – Horácio, Ovídio,Virgílio. Este último destacava-se dos restantes com grandes obras, entre elas, A Eneida, epopeia inspirada nos poemas de Homero, dedicada ao imperador e a Roma e ao seu povo.
ResponderEliminarPorém esta protecção á literatura não era de todo despropositada. Octávio motivava os escritores e recompensava as melhores obras. A poesia servia também como meio de propaganda imperial uma vez que os poemas realçavam a glória de Roma e a grandeza do príncipe (Augusto).
No entanto não foi só a literatura que mereceu atenção. As inúmeras vitórias e a grande resistência romana na construção do seu império despertaram o interesse dos historiadores. Deste modo, a História caracterizou-se, também, pelo seu pragmatismo, na tentativa de justificar o domínio romano e pôr em evidência a sua acção civilizadora, que podemos encontrar em várias obras entre elas a História de Roma de Tito Lívio. A História, tal como a literatura, tinha a função de glorificar o império romano.
Quanto ao ensino podíamos verificar 3 fases: dos 7 aos 11 anos, destinado a todas as crianças, onde aprendiam a ler, escrever e cálculo com o litterator; dos 12 aos 17 anos, com o gramaticus (professor de gramática), para aqueles que tinham mais posses, onde aprendiam matemática, geometria, a música, astronomia e ainda estudavam as principais obras literárias como a obra de Virgílio; a partir dos 17 anos, com o rethor (mestre de retórica), em que o ensino era apenas reservado aos rapazes porque só iam para este nível superior aqueles que quisessem seguir direito ou retórica e as raparigas não tinham esse direito.
Ficha de leitura
ResponderEliminarReferências bibliográficas:
Autores: Couto, Célia e Rosas, Maria Antónia
Título: O Tempo da História, 1º Parte
Número de edição: 1º
Local de edição: Porto
Editora: Porto Editora
Ano de edição: 2009
Resumo do tema 2.2.4 (manual págs. 103 a 106) - "A Apologia do Império na Épica e na Historiografia":
Durante o séc. I, no principado de Augusto, Roma sofreu uma grande transformação, esta passou a ser um verdadeiro centro artístico, quer a nível da sua constituição (passou a possuir ainda mais monumentos e obras de arte), assim como a nível cultural (criação de diversas obras literárias e de poesia). Mecenas (amigo do imperador) foi uma figura que se destacou imenso pois reuniu os maiores talentos literários da época, incentivando-os de tal forma, que ainda hoje o seu o nome é ligado à protecção das artes. A literatura atinge assim o seu auge.
A poesia era utilizada por Octávio para fazer propaganda dos benefícios do seu império e das suas características.
Píblio Virgílio Maro foi um grande poeta da época. Os últimos anos da sua vida foram dedicados a uma grande obra épica- a Eneida. Esta grande obra é um cântico às origens de Roma e ao seu lado conquistador.
O Império de Roma sempre fascinou os historiadores, devido à grande persistência que mostrou na sua construção. Tito Lívio, historiador romano que mais dignificou a história da sua pátria, escreveu mais de uma centena de obras sobre Roma. Nestas obras elogiava as diversas conquistas do império Romano e a sua acção civilizadora. Algumas destas obras chegaram a ser usadas como livros escolares na extensa rede de escolas espalhada por todo o império.
Patrícia Simões
Nº20- 10ºH2
André Antunes Vieira Nº4 10ºH2
ResponderEliminarFicha de Leitura
Couto, Pinto e Rosas,Maria, "O tempo de história 1ºparte"; Porto Editora, Porto-Portugal, 1ºEdição, páginas 103-106
Ideias Principais do texto
Augusto, Imperador de Roma, tornou Roma num verdadeiro centro de artes com muita cultura, ao alterar a fisonomia da cidade, colocando por todo o lado obras de arte e contruções monumentais.
Mecenas, um dos seus grandes amigos conseguiu reuniir junto de si, os maiores talentos literários da época e influenciou-os de tal forma que o seu nome ficou para sempre ligado à protecção das artes, referindo-se ainda hoje de um mecenas e ou mecenato.
A literatura atinge assim o seu auge devido principalemente a grandes obras de Vírgilio, Horácio e Ovídio.
Porém isto era também utilizado como forma de propanganda. Octávio, que gostava bastante destas obras incentivava os autores a exaltarem as suas virtudes.
Uma grandes obras de Vírgilio, a Eneida, tornou-se no poema nacional por excelência.
Este grande poeta inspirava-se nos poemas homéricos.Na história o Troiano Eneias, filho de um mortal,Anquises e da Deusa Vénus, fundou a cidade de Roma. Eneias que depois de uma longa viagem pelo Mediterrâneo, aporta em Lácio, dando origem aos Romanos. Segundo esta obra, Rómulo descendia de Eneias, assim como toda a familia de Augusto, que teria sido fundada por lulo, o filho de Eneias.
Com esta obra, o povo romano em geral, o seu imperador, sao elevados a uma condição superior, ou seja crêm que têm uma ascendência divina, que explica o seu enorme poder.
Porém existiram outras obras muito boas para altura também tais como a obra de Tito Lívio,A História Romana que assentou na fundação da cidade de Roma até ao ano 9 a.C. Este senhor, dedicou 40 anos da sua vida a escrever sobre este assunto, fazendo no total 142 livros.
Esta obra rapidamente se popularizou, pois dela se fizeram inúmeros resumos destinados a servir como manuais na extensa rede de escolas romanas que se estendiam por todo o império.
Ficha de Leitura
ResponderEliminar"A Apologia do Império na Épica e na Historiografia"
Enquanto Augusto imperava introduziu em Roma várias artes, fez grandes construções e criou novas amizades com escritores.
Mecenas, seu amigo, juntou grandes escritores e incentivou-os de tal forma que ainda hoje é falado o seu nome. Ele, através do mecenato, lançou grandes talentos nas letras e nas artes.
Com tanto apoio, a literatura chega a um expoente máximo. Grandes poetas foram descobertos (temos como exemplo, Virgílio), novas obras foram criadas e servirão de modelo nos séculos que se seguiram.
Quando a literatura foi instituída em Roma tinha um grande objectivo delineado: glorificar a cidade de Roma (o império romano) e enaltecer, também, o seu imperador.
O mais famoso dos poetas latinos, Públio Virgílio Mero, escreveu a Eneida e esta tornou-se o poema nacional. Eneias é a personagem central da história e esta remonta as origens de Roma. Com isto, Virgílio, enaltece o imperador (principalmente) à condição de santo.
Tito Lívio foi o historiador que mais glorificou a história da cidade de Roma, tendo escrito uma extensa obra, que nos foi deixada, em que descreve toda a história da formação da cidade. Da grande obra que Tito Lívio escreveu, uma parte foi resumida e utilizada como manuais escolares nas escolas do império.
Todo o séc. I d.C corresponde a uma grande época. Grande época de brilho cultural.
ResponderEliminarO imperador fez com que Roma se transformasse num centro de artes. A cidade alterou-se bastante devido a todas as obras de arte construídas (mas sempre com uma função utilitária). A grandiosidade dos monumentos fez com que a cidade ficasse mais bela.
Mecenas, era amigo do imperador e juntou perto dele, as melhores obras literárias da época. Ainda hoje se fala de mecenas ou mecenato, sendo isso, algo ligado à protecção das artes.
Nessa época, a literatura foi muito importante. Virgílio, Horácio e Ovídio (poetas) criaram obras tão importantes que nos séculos seguintes, ainda se ouviam falar delas.
A poesia era de tal modo importante que Octávio sabia valoriza-la. Aplaudia e recompensava quem as lia.
Virgílio, o poeta, escreveu uma obra (A Eneida). Essa obra tornou-se um clássico e tornou-se um poema Nacional. " A Eneida" fala de um heroi troiano (Eneias) que é filho de um mortal e de uma deusa (Vénus). Eneias faz uma longa e terrível viagem pelo Mediterrâneo...
O povo Romano e o imperador, foram elevados a uma condição superior, algo que explica o seu enorme poder e, desde sempre, tudo isso impressionou os historiadores.
A história revestiu sempre uma ficção pragmática ( que tem utilidade ) procurando justificar o dominio de Roma e pôr em evidência a sua acção civilizadora. Este objectivo está presente em várias obras, como por exemplo, de Tito Livio (que abordámos na aula). Tito Livio, deixou-nos uma obra que fala de toda a História de Roma. Sobre este assunto, Tito Livio escreveu 142 livros. Dedicou 40 anos da sua vida a essas obras.
"A História de Tito Livio" tornou-se popular. Dela, fizeram-se imensos resumos, alguns deles que até serviram como manuais nas escolas. Os romanos, conseguiram "espalhar" a mensagem de Tito Livio por todo o Império!
Ana Rita Franco
nº 4
10º H3
Ficha de leitura (Manual página 103 a 106) - "A Apologia do Império na Épica e na Historiografia"
ResponderEliminarTodo o século I d.C. em geral corresponde a uma época de grande brilho cultural, sobretudo a leitura. Nesta Altura a literatura atinge o seu apogeu. A literatura tinha como função glorificar o império romano, e era um poderoso meio de propaganda imperial.
Na poesia, a Eneida era o poema nacional por excelência. A Eneida foi inspirada nos poemas homéricos, e Virgílio faz dela um cântico às origens de Roma e à sua vocação conquistadora. Desta forma o império romano será elevado a uma condição superior, que explica o seu enorme poder.
A grandiosidade do império romano impressionou os historiadores. Assim a história revestiu uma feição pragmática. Tito Lívio foi aquele que mais glorificou a sua pátria, escreveu inúmeros livros sobre este tema. A partir destas fontes podemos ver que o império romano era muito glorificado.
-Alexandra Barrela, nº1, 10ºH2.
Ficha de leitura do texto “A Apologia do Império na Épica e na Historiografia”
ResponderEliminarUma das preocupações de Augusto, enquanto imperador, foi elevar as artes e a cultura em Roma. Este, procurou divulgar a cultura, construindo espaços para expor obras de arte e incentivando artistas e escritores.
Mecenas, amigo do imperador, foi também um incentivador das artes, sendo que do seu nome derivam os termos mecenas e mecenato, ligados à divulgação da cultura.
No império de Octávio, este incentivava que se enaltecesse a sua pessoa e o seu império.
A literatura e a História foram a forma de propaganda imperial escolhida, pois serviam para glorificar o império.
No campo da literatura, a poesia enaltecia as virtudes de Roma e as suas origens. Alguns dos grandes autores eram Vírgilio que escreveu Eneida que se tornou um símbolo do império, pois eleva o povo romano e o seu imperador.
No campo da História, destacou-se Tito Lívio, que descreveu as glórias de Roma desde as suas origens, na obra intitulada História Romana.
Catarina Santos
nº12
10ºH2
2.2.4
ResponderEliminarDurante o principiado de Augusto, houve grandes melhorias em Roma, que foi inovada e melhorada culturalmente.
A literatura, especialmente, teve bastante impacto.
Octávio interessava-se pela literaturam apreciando as várias obras, e até, recompensando algumas. Algumas obras de renome foram de vários poetas como: Vírgilio, Horácio, e Ovídio.
- A poesia Épica
Públio Vírgilio destaca-se entre outros poetas por ter sido autor de uma grande obra épica: a Eneida.
Eneida é inspirada nos poemos homéricos e fala das origens de Roma, à qual, segundo a Eneida, se deve ao herói troiano Eneias, que quando a sua viagem pelo Mediterrâneo corre mal, chega a Lácio e dá origem aos Romanos.
- A História
Roma sempre interessou aos historiadores devido ao seu espírito conquistador.
Quem glorificou mais Roma, foi Tito Lívio, que escreveu 142 livros, abrangendo toda a história de Roma.
No entanto apenas uma pequena parte chegou aos nossos dias, sendo, mesmo assim, suficiente para vermos a grandiosidade de Roma.
Sílvia Soares 10ºH3, Nº25
pag.103
ResponderEliminarNa pág.103 diz que o imperador tornou a cidade mais artistica. enchendo-a de obras de arte e chamando poetas e escritores.
Foi nessa altura que mecenas reunio os leterários com maior talento.
Com isto todo , a literatura começa a ficar conhecida. Virgilio, Horacio e Odivio criaram obras que se tornaram modelos literários nos seculos seguintes.
Octavio, ouvia atentamenre a leitura das obras e recompensava-os para assim incentic«var os escritos a fazerem vais obras.
pag.104
na pag.104 fala da poesia épica. Diz que Virgilio Maro dedicou 7 anos da sua vida a escrever um livro chamado "Eneida", que mais tarde se tornou o poema nacional.
Inspirou-se nos poemas de homero. Virgilio fas da Eneida o cantico das origens de Roma. Misturou tradiçoes lendárias e factos históricos.o poema consiste em atribuir as origens da cidade ao herio Eneias, que é filho de um mortal, Anquises e da deusa Venus. Deste modo o povo romanos sao elevedos a uma condiçao superior.
pag.105
Na pag.105 fala sobre a história. Fala nas inumeras vitorias dos romasnos, dizendo que a história revestiu uma feição pragmática.
Foi o historiados Tito Livio aquele que glorificou a história da sua pátria. Deixou-nos uma obra onde conta a história de Roma. Escreveu sobre este tema em 142 livros.
Mas só nos chegou apenas uma pequena parte da obra tão extensa.
Tito Livio com estas obras rapidamente ficou mais conhecimo e com mais fama.
Pag.106
Na pág.106 fala sobre a educação. Diz-nos que o ensino primário era obrigatório, davam aulas juntamente aás meninas e aos meninos e o professor que lhes dava aula era o literarium. As escolas nao tinham muitos boas condições. O ano lectivo era curto, durava apenas 9 meses.
No ensino secundário só podiam frequentar os rapazes e raparigas que tinham mais posses, pois era um ensino mais caro, o professir que lhes dava aulas era um gramático, que ra muito bem pago. E nestas escolas já haviam melhores condições.
No ensino superior só podiam frequentar rapazes, e com posses, pois era um ensino extremamente caro, as aulas eram dadas por um rethor. E só ia para o ensino superior se quisesse pertencer á politica.
Ana Raquel 10ºH2 nº3
Como a Iolanda não consegue entrar no blog (vá-se lá saber porquê...) pediu-me para postar a sua ficha de leitura que segue da seguinte forma:
ResponderEliminar"No século I Roma foi uma cidade com muito brilho cultural graças ao principado de Augusto que desenvolveu as obras de arte e construções monumentais.
Roma foi transformado num verdadeiro centro artístico.
A literatura em Roma atingiu o seu ponto mais elevado. Os grandes poetas da literatura romana naquela época era Virgílio, Horácio e Ovídio que desenvolveram a literatura que criaram obras que se tornaram modelos nos séculos seguintes.
A literatura daquela época tinha protecção.
A poesia em Roma era muito importante porque era um bem da glória da Roma e da grandeza do príncipe.
A poesia épica
De entre os poetas o mais importante era Virgílio que Augusto destacava. A Eneida tornou-se o poema nacional inspirado nos poemas homéricos. Virgílio transforma a Eneida num canto da origem de Roma e da sua conquista, misturando a tradição lendária e o facto histórico. O poema atribui a origem de Roma a Eneias que após uma viagem atormentada pelo Mediterrâneo descobriu a origem da raça dos romanos.
A História
A História revestiu uma feição pragmática, sendo o objectivo que está presente nas obras de Políbio, Júlio César, Tito Lívio e Tácito. Tito Lívio foi o que mais aprofundou e glorificou a história. Deixou uma obra de toda a História de Roma desde a fundação até 9 a. C. A História de Tito Lívio espalhou-se, tornando-se num manual nas escolas que os romanos espalharam pelo Império.
O tempo do imperador Augusto e o século I d.c. foram uma época de muita cultura.
ResponderEliminarRoma foi transformada num centro artístico ficando cheia de obras de arte e monumentos.
Mecenas reuniu os maiores talentos literários e incentivou-os até que o seu nome ficou ligado à protecção das artes.
Virgílio, Horácio e Ovídio criaram obras que sao conhecidas até aos dias de hoje.
O poeta que mais se destacou no tempo de Augusto foi Públio Virgílio Maro, com a sua obra Eneida, e fez dela o cântico de Roma e juntou tradições e factos históricos à sua obra.
As vitórias dos romanos e a tenacidade nas construcções do império impressionaram os historiadores.
A história revestiu uma feição pragmática, tentando justificar o domínio de Roma. Este objectivo aparece nas obras de Políbio, Júlio César, Tito Lívio e Tácito.
O historiador Tito Lívio foi o que mais glorificou a história da fundação de Roma.
Das suas obras temos apenas pequenas partes, mas o suficiente para sabermos o passado de Roma.
Joana Ramos, nº16, 10º H3
2.2.4 A apologia do império na épica e na historiografia
ResponderEliminarO imperador Augusto encheu a cidade de Roma com obras de arte e construções esplêndidas tornando a assim um verdadeiro centro artístico.
Mecenas incentivou muitos escritores ficando conhecido como um impulsionador da literatura, também Octávio ouvia cuidadosamente as obras e recompensava os escritores que tivessem um maior talento, que também para seu proveito beneficiava com esta atitude propagandista (a grandeza do imperador). A literatura atingiu o auge .
A poesia épica
Públio Virgílio Maro era considerado o poeta predilecto de Augusto . Virgílio durante sete anos escreveu uma obra sublime , a Eneida . Nesta obra e retratada o nascimento de Roma e a sua vocação conquistadora. Eneias um herói troiano dá origem a raça dos romanos e tal como Rómulo , Augusto descenderia de Eneias, desta maneira o imperador e levado a uma classe superior e a uma ascendência divina.
A história
As muitas vitorias dos Romanos e o grande empenho que demonstraram na construção do seu império fascinou os historiadores. Tito Lívio destaca se como historiador pois foi quem mais enalteceu a História de Roma, Tito escreveu mais de cem livros sobre este assunto e apesar de só uma pequena parte ter chegado até nos é bem visível o patriotismo ardente e a profunda crença no destino grandioso de Roma.
Raquel 10º H3 , nº 22
Como já vai sendo habitual, o Ricardo sente dificuldades em postar os seus comentários no blog. Por isso enviou-mo por e-mail - aqui está ele:
ResponderEliminar"Trabalho Realizado por: Ricardo Amorim 10ºH2 nº23
A nova Era de Augusto veio trazer mudanças para a cidade apostando na Arte e nas construções Monumentais.
Levou consigo para a corte poetas e escritores mas um dos grandes amigos era o Mecenas (Nome dado à pessoa que incentivava os escritores).
Com este empenho pela literatura, esta por sua vez atinge o seu auge.
Surgiram então Poetas como Virgílio, Horácio e Ovídio que deram um toque especial ao latim fazendo com que as suas obras fossem modelos para os séculos seguintes.
A Poesia também teve a sua importância visto que era um grande meio de propaganda Imperial.
O poeta que mais se destaca na Era de Augusto é Publio Virgílio Maro (70-19 a.C) fazendo surgir a grande obra “Eneida” tornando-se assim o poema nacional por excelência.
Esta obra tem duas funções, ou seja:
Relatar as origens de Roma e por sua vez vocaciona-la a conquistadora elevando o imperador a uma condição superior e a uma ascendência divina o que explica todo o seu poder.
Mais tarde surge a História caracterizada com a sua feição pragmática procurando justificar o domínio de Roma e pôr em evidência a sua acção civilizadora.
Tito Lívio é o historiador que mais se destaca sendo considerado o homem que mais glorificou a História da sua Pátria.
Escreveu a cerca da fundação da cidade dedicando 40 anos da sua vida e deixando 142 obras a propósito do mesmo.
Referência Bibliográfica: Número da Edição (não tem), Porto, Porto Editora, Célia Pinto do Couto e Maria Antónia Monterroso Rosas, O Tempo da História- História A 1ª Parte 10º ano"