| Módulo 2 – Dinamismo civilizacional da Europa da Europa Ocidental nos séculos XIII e XIV – espaços, poderes e vivências Duração da Prova: 90 minutos |
| Conteúdos | Aprendizagens relevantes |
| 1-A Identidade Civilizacional da Europa Ocidental 1.2 O quadro económico e demográfico – expansão e limites do crescimento | - Identificar os principais factores de crescimento demográfico e económico da Europa no século XIII - Identificar os pólos de dinamismo económico da Europa |
| 2- O espaço português – a consolidação de um reino cristão ibérico 2.1 A fixação do território – do termo da Reconquista ao estabelecimento e fortalecimento de fronteiras 2.2 O país urbano e concelhio 2.3 O país rural e senhorial | - Relacionar a Reconquista cristã peninsular com a configuração do espaço territorial português - Caracterizar o poder senhorial - Explicar as particularidades da organização social, política e administrativa dos concelhos - Reconhecer o papel das cidades e dos concelhos na resistência ao desenvolvimento do senhorialismo e à centralização régia |
Stora , os 2 ultimos pontos interligam-se com os slides sobre " Os concelhos medievais" ?
ResponderEliminarOlá Catarina.
ResponderEliminarSim os dois últimos pontos da matriz estão relacionados com a forma de administração dos concelhos e o papel que tiveram para diminuir o poder dos senhores e ao mesmo tempo para fortalecer o poder do rei. Além disso, contribuíram também para o aparecimento das tais elites urbanas, a que na generalidade se dá o nome de burguesia.
Boa noite Stora, em relação aos "pólos de dinamismo económico da Europa" esses pólos são as novas profissões e mais o que? Pressinto que falta algo! Agradeço a matriz tem me ajudado tanto que me prepara as respostas para esses teste!
ResponderEliminarResto de bom fim de semana!
Francisco.
Olá professora, em relação ao ponto 1, não tem nada aqui no blog pois não?!
ResponderEliminarCumprimentos da aluna Ana Capote do 10ºH2
Senhor Francisco...
ResponderEliminaros pólos do dinamismo económico do período que estudámos são essencialmente três: a zona da Flandres (com cidades como Amesterdão, Antuérpia, Bruges, Ypres...), as cidades da Liga Hanseática (destacando-se a cidade de Lubeck) e as cidades italianas (Génova e Veneza, principalmente). Mas também não nos podemos esquecer da zona da Champagne onde se realizavam algumas das principais feiras da Europa.
Boa noite Ana. Aqui no blog realmente não há nenhum post sobre os factores do crescimento demográfico e económico da Europa no século XIII e os pólos do dinamismo económico europeu.
ResponderEliminarMas, nas aulas abordou-se o tema: as melhorias na agricultura e o aumento da produção provocadas pelas inovações técnicas e o alargamento das áreas cultivadas, o consequente aumento demográfico, a revitalização do comércio e o florescimento das cidades ....
professora, no que toca aos direitos fiscais, e necessario saber os tributos tanto pessoais como em serviços?
ResponderEliminarOlá Ana,
ResponderEliminaro que deves saber é que eles existem para poderes dar exemplos. Claro que os tributos em serviços (como as jeiras ou o fossado) são sempre de referir.
Stora aquele esquema, não se vê nada ao clicar e com zoom é pécimo!
ResponderEliminarFrancisco, 10ºH3
Não consigo encontrar nenhum conceito de concelho, tenho de senhorio mas não de concelho!
ResponderEliminarSr. Francisco,
ResponderEliminarprimeiro que tudo, péssimo é com dois ss, depois, tenta agora clicar no esquema que já introduzi a imagem de outra forma e agora parece já funcionar correctamente.
Em relação à tua segunda dúvida, claro que não encontras nenhuma definição de concelho; tens de explicar como foram formados (por iniciativa dos reis, através de carta de foral), as partes constituintes (centro urbano, arrabalde, termo) e a forma como eram autónomos em relação aos senhores que aí não tinham qualquer direito. Apenas tinham de prestar contas ao rei, lembras-te?
Pois Stora, quando mandei o comentário é que pensei e aí vi isso, tou aqui a responder aos objectivos e pus que um concelho é um grande terreno concedido pelo rei através de um documento, a Carta Foral, e nesse mesmo documento é indicado os direitos e deveres desse mesmo concelho a ser cidadão, territorialmente um concelho é dividido por: centro urbano, arrabalde e termo.
ResponderEliminarBem percebi, tou a acabar os dois últimos pontos de objectivos! Mais dúvidas já sei onde vir!
Stora no penúltimo objectivo, temos que falar apenas da autonomia das organizações dos concelhos?
ResponderEliminarSim Francisco. A forma como os vizinhos se organizavam na Assembleia e tomavam as decisões (as posturas). Era aí que também escolhiam de entre eles aqueles que iriam desempenhar os cargos de administração do concelho - os juízes, os almotacés, os procuradores, o meirinho, o chanceler e os outros (convém saber o que cada um fazia...).
ResponderEliminarA elite social era constituída pelos homens-bons (os mais ricos, os mais importantes do concelho que acabavam por monopolizar os cargos da administração do concelho). A autonomia do concelho era representada por certos símbolos como o selo e o pelourinho e essa autonomia era um entrave ao poder dos senhores, ainda que o concelho tivesse de prestar contas aos representantes do rei; por isso se pode dizer que era uma autonomia, mas relativa e não total.
Agora vai dormir que já é tarde e amanhã o teste é às 8h.
1.2 Damião de Gois fala sobre Lisboa e o poder que esta tinha até a primeira metade do século XVI Damião de Gois foi um homem erudito e vádio não era considerado para as cortes europeias porque não era tao bem visto porque se encontrava com pessoas que eram perseguidas pela igreja
ResponderEliminarPedro Pinto 10 H2 n
Ricardo Amorim 10 H2