10º H2
Iolanda - questão 1
Ricardo Amorim - questão 2
Jéssica - questão 3
Joana - questão 4
Pâmela - questão 5
Catarina Pereira - questão 6
Catarina Santos - questão 7
Ana Raquel - questão 8
Catarina Araújo - questão 9
Ana Capote - questão 10
Carolina Guedes - questão 11
Beatriz - questão 12
André Ferreira - questão 13
Pedro - questão 14
10º H3
Mery - questão 1
Carla - questão 2
Cláudia Martins - questão 3
Cláudia Sequeira - questão 4
Cátia - questão 5
Joana - questão 6
Telmo - questão 7
Lucas - questão 8
Eduardo - questão 9
Inês Fernandes - questão 10
Inês Santos - questão 11
Alina - questão 12
Nidia - questão 13
Ilda - questão 14
Devem colocar as vossas respostas até Domingo.
Ficha de desenvolvimento de competências (manual, pp. 111-115)
ResponderEliminarQuestão 6:
Depois de analisar os documentos concluí que os grupos sociais que predominavam no Porto medieval eram a burguesia e o clero.
Podemos ver, no documento A, que existe um senhorio eclesiástico (as muralhas do Bispo D. Hugo). No documento C podemos ver a primeira carta de foral do Porto, onde encontramos os direitos e os deveres dos burgueses, pessoas que habitavam o burgo.
Catarina Pereira, 10ºH2, nº10
professora, já tentei responder á minha pergunta, mas não estou a conseguir
ResponderEliminarCatarina Santos, nº12
ResponderEliminar10ºH2
Questão 7
O Porto medieval apresentava o traçado específico das cidades medievais portuguesas. A cidade estava envolta por uma muralha. A muralha servia para delimitar o espaço urbano, garantir a segurança e aproveitar os lucros resultantes das taxas de entrada.
Dentro da cidade existe um espaço delimitado por uma segunda muralha. Esta muralha era a muralha do bispo D.Hugo. Neste espaço encontravam-se os edifícios administrativos como o Paço episcopal e a Casa da Câmara e pelourinho.
À parte desta muralha, em cada rua concentrava-se um tipo de ofício. Os moradores ficavam satisfeitos, pois era nestas novas ruas, mais largas e que serviam de ligação a diversos pontos da cidade, que abriam as suas oficinas e lojas.
Esta concentração dos ofícios em ruas específicas era um ponto a favor da salubridade da cidade, pois assim facilitava-se a aquisição de matérias-primas, a aprendizagem dos ofícios e o comércio dos bens.
D.João I e Dona Filipa de Lencastre casaram se na Sé do Porto porque o Bispo do Porto preparava se para escrever o primeiro foral do Porto e se eles se casassem na Sé do Porto para alem do Bispo do Porto criar o primreiro Foral do Porto Dona Filipa de Lencastre estaria perdoado de todos os seus pecados e aos seus parentes e a Dona Filipa de Lencastre seria concedido o direito á vida Eterna
ResponderEliminarActividades do manual
ResponderEliminarPágina 114
Exercício 10
Como podemos observar no Documento A, os conventos de S. Domingos e de S.Francisco situam-se fora dos muros, das muralhas.
Era fora das muralhas que se localizava o arrabalde. O mesmo acabou por se tornar num prolongamento da cidade. Neles encontravam-se as hortas (por vezes denominadas de almuinhas), e também os ofícios poluentes (pelames ou curtumes). Para além destes, existiam outros grupos de mesteirais que se fixavam nos arrabaldes, como os ferreiros. O seu trabalho era barulhento, chegando mesmo a ser ensurdecedor, devido aos martelos e às bigornas com que trabalhavam. Isto tornava-os indesejáveis no espaço intramuros como os surradores e os carniceiros.
O arrabalde constituía um local privilegiado para muitos mesteirais e mercadores. Contudo, um certo ar de marginalidade rodeava o arrabalde. Tanto os pedintes como os leprosos se confinavam no mesmo.
Eis o motivo que levou as ordens mendicantes a instalarem-se nos arrabaldes desde o século XIII. Atraídos pelo mundo da pobreza e da exclusão, franciscanos e dominicanos desempenharam com êxito a sua missão de assistência e protecção aos humildes e desenraizados.
Trabalho realizado por: Ana Capote/10ºH2/Nº2
O Eduardo enviou a resposta à questão 9 para o mail. Aqui está ela:
ResponderEliminarOs judeus teriam um papel significativo no Porto, pois eram sobretudo comerciantes, logo iam para as cidades como a do Porto, pois nelas decorriam as grandes trocas comerciais de um reino e também emprestavam dinheiro ao banco.
Eduardo Matos
10ºH3
A Jéssica também enviou a resposta dela para o mail:
ResponderEliminarResposta nº3 da ficha de trabalho da página 114:
3- Os meios que o Bispo empregava para se fazer sentir o seu poder sobre o concelho, era atribuir cartas de foral em que pedia a Deus para conceder às pessoas, a remissão de todos os seus pecados, que lhes dê a vida eterna, assim como os seus parentes e amigos.
Caso alguém quizesse destruir tal cara, então haveria de enfrentar a ira de Deus e tentar a sua sorte com Judas traidor e ainda seria excomungado como é referido no doc.B no ano de 1211.
Nos tempos actuais, nada disso surtiria efeito pois hoje em dia muita gente não é espiritual e o Bispo não tem autoridade sobre os concelhos como antigamente.
Jéssica Martins
10ºH2
nº16
A Inês Santos também enviou para o mail a resposta à questão 11:
ResponderEliminarStora, não consegui publicar no blog a minha resposta, por isso envio-a por aqui.
Os hospitais, albergues e gafarias destinavam-se a tratar pessoas com certas doenças e a abrigar aqueles cujas doenças fossem mais contagiosas.
A localização da gafaria de S. Lázaro situava-se longe do centro urbano para evitar a expansão da lepra e prever possíveis contágios na população.
Inês Santos, 10ºH3
Ola professora!
ResponderEliminaraqui vai a resposta à pergunta número 6:
o grupo social que mais predominava era o clero, pois era ele que vendia e comprava as casas e que recebia os impostos de toda a população.
Joana Ramos, nº16 10º H3
Questão 8- As modernidades encontradas na Rua Nova são: as alfândegas e a casa da moeda.
ResponderEliminarAna Raquel, 10ºH2
Nídia Oliveira nº21 10H3
ResponderEliminarQuestão nº13 página 115
v Em 1120 D.Teresa doa o couto do Porto ao bispo D.Hugo tornando-o senhorio dessas terras.
v O bispo D.Hugo quis tornar a escritura pública para que os presentes e futuros, que habitam ou venham a habitar o burgo portucalense.
v Isto para que, no dia da ceia do senhor, cada morador de cada casa pague um soldo. E quem quisesse fazer uma casa no burgo, o meirinho da vila dar-lhe-ia um local e receberá desde então um soldo e caso contrario (quisesse vender a sua casa) vendi-a a qualquer habitante do burgo que a queira, com o consentimento e autorização do Bispo.
v Quis controlar todas as portagens que entravam e saíam da cidade e aqueles que trouxessem pão para ser vendido não pagariam nenhuma portagem.
v O Rei colocava-se do lado dos vizinhos para que nenhum fidalgo ou pessoa poderosa não pudesse herdar nem ter casas de morada, de tal maneira a transferirem a navegar
v (“trasfegavam”) as suas mercadorias por todas as partes do mundo
Opinião:
óh storinha , eu fiquei um bocado áquem do que era para fazer e sinceramente nem sei se fiz bem ou mal, acredito que esteja mal mas enfim .
Vamos, então, realizar a correcção da ficha de desenvolvimento de competências. Como não houve resposta à questão 1, aqui está ela:
ResponderEliminarO Porto medieval era simultâneamente um senhorio e um concelho pois o couto do Porto tinha sido doado por D.Teresa, em 1120, ao bispo D. Hugo (era, assim, um senhorio eclesiástico)como se constata no Doc. B. Por sua vez o próprio bispo concedeu ao Porto o seu primeiro foral em 1123, passando, deste modo, a povoação a concelho (Doc. B e C).
Seguem-se as respostas à questão 2. Ambas me foram entregues em mão pois tanto a Carla (H3) como o Ricardo Amorim (H2) estavam com problemas no computador.
ResponderEliminarResposta do Ricardo:
Os poderes políticos e económicos do bispo:
- o bispo tem de autorizar a venda de casa a qualquer habitante do burgo;
- o preço da venda é aquele que os homens da vila atribuírem;
- se alguém precisar de sair do burgo poderá vender ou dar a sua casa com a autorização do bispo;
- o meirinho não pode prender qualquer habitante do burgo e entrar em sua casa.
Os direitos políticos e económicos do concelho:
- isenção do pagamento de portagem para quem traga pão para ser vendido na vila;
- a medida de pão tem de ser igual para toda a vila, para quem compre ou venda;
- para quem traga vinho tem de pagar portagem;
- quem comprar ou vender com medidas falsas deve pagar multa (5 soldos);
- o sal e o vinho são vendidos por uma só medida;
- se um estrangeiro vender 2 bragais não paga portagem.
Por sua vez a Carla respondeu da seguinte forma:
Poderes económicos do bispo:
- todo o pagamento no dia da ceia do senhor e o dobro do soldo por falta de pagamento ao meirinho, são pagos ao bispo;
Direitos económicos do concelho:
- todo o proprietário que vende um terreno, um cavalo, porco, deve pagar o imposto ao meirinho;
- todo aquele que trouxer pão, vinho, sal, deve também pagar imposto ao meirinho.
A Carla não discriminou os poderes políticos do bispo nem os direitos políticos do concelho.
Relativamente às respostas a esta questão 2 nota-se alguma dificuldade na compreensão de conceitos como direitos e deveres, isto é, privilégios e obrigações, logo tudo o que é uma obrigação não pode ser um direito. Depois deste pequeno esclarecimento vamos, então, passar à correcção da resposta.
ResponderEliminarO que se verifica na carta de foral (Doc. C) relativamente aos poderes do bispo é o seguinte:
o poder político do bispo reflecte-se na autoridade fiscal que exerce sobre os habitantes do concelho (os vizinhos), exigindo-lhes o pagamento de uma série de rendas, taxas e impostos vários que revertem a favor do bispo. O mesmo se passa ao nível da autoridade judicial, quando exige o pagamento de várias multas a quem não cumprir as regras estipuladas no foral.
Quanto aos direitos do concelho, no foral não são explícitos os direitos políticos dos seus habitantes mas, ao nível dos direitos económicos é bem visível a questão da livre transmissão da propriedade pelo preço que for considerado justo, bem como a isenção do pagamento de portagem nalguns casos.
Quanto à resposta à questão 3, apenas a Jéssica respondeu e de uma forma um bocado confusa (não compreendeu bem os documentos). Aqui se explica:
ResponderEliminarO bispo faz sentir o seu poder espiritual sobre o concelho recorrendo a interditos religiosos sobre o território concelhio ou excomungando alguns vizinhos, como se pode verificar na cronologia (Doc. B). Para além disso, ameaça os habitantes com a ira divina (de Deus) caso não cumpram com as suas obrigações estabelecidas na carta de foral (último parágrafo Doc. C).
Hoje em dia estes meios utilizados pelo bispo para demonstrar a sua autoridade sutiriam pouco ou nenhum efeito pois Deus e os preceitos religiosos já não "comandam" o quotidiano das pessoas como acontecia na Idade Média.
Também não houve respostas à questão 4:
ResponderEliminarO primitivo burgo portuense, concedido em 1120 a D. Hugo, cresceu a olhos vistos nos séculos seguintes como se pode comprovar através de uma rápida análise da planta da cidade (Doc. A). Com efeito, no século XII o burgo situava-se dentro das muralhas mandadas construir por D. Hugo (a vermelho na planta) e, no século XIV já tinha crescido tanto para fora dessas muralhas que o rei D. Fernando se viu obrigado a mandar construir nova cintura de muralhas que pudessem abarcar toda a cidade (a negro na planta).
Quanto às respostas à questão 5 também ninguém a enviou.
ResponderEliminarAs actividades económicas praticadas no Porto medieval abrangiam tanto a agricultura, como os ofícios e o comércio. Contudo, predominavam as oficinas e o comércio como se comprova nos Docs. A (a toponímia da cidade refere-se às actividades dos mercadores e oficios - Rua dos Mercadores, Rua da Sapataria, Rua dos Pelames, Rua da Ourivesaria, Rua dos Caldeireiros ...), C (existe no foral a constante referência a taxas a pagar pela venda de animais e outros produtos - calças, bragais, xale com capuz ...) e D (aí se refere que a localidade foi criada pela sua localização e existência de um bom porto de mar, o que permitia o "tráfego das mercadorias [...]. [...] acorriam as gentes a ela, onde transfegavam com suas mercadorias a muitas partes do mundo.").
A resposta à questão 6 da Catarina Pereira é a que está mais correcta. Com efeito, e pelo que já se disse na questão anterior, são inúmeras as referências nos documentos aos mesteres e comerciantes (burgueses). No entanto, pela planta, sabemos também que existem na cidade três conventos, já para não falar da importância da catedral e da presença do bispo na cidade que funcionariam como foco de atracção de clérigos, o que nos leva a presumir que o número de membros do clero fosse elevado.
ResponderEliminarQuanto à questão 7 tudo o que a Catarina Santos disse está correcto mas...
ResponderEliminarQuando se fala em traçado das ruas, falamos do facto de as cidades medievais (e o Porto não era excepção) terem ruas labirínticas e muito estreitas, íngremes, com vielas, becos e pátios, que não ajudavam à circulação do ar e à entrada do sol, e por isso escuras, poeirentas (raramente eram calcetadas), onde os despejos se faziam a céu aberto e os animais (porcos, cães, galinhas, patos) andavam à solta. Daí o problema da salubridade, isto é, as condições de higiene necessárias à saúde pública não era tido em conta (imaginem como era fácil as doenças se propagarem nestas condições...).
Questão 8:
ResponderEliminarA Rua Nova era "moderna" pois era muito mais larga do que as outras ruas da cidade e o seu traçado era direito.
Questão 9:
ResponderEliminarDe acordo com o Doc. A podemos dizer que os judeus teriam um papel significativo no Porto, pois seria uma comunidade numerosa, uma vez que, de acordo com a planta, existiam três judiarias.
O André (H2) enviou a resposta à questão já um bocadinho atrasado, mas aqui está ela:
ResponderEliminarDesculpe o atraso para dar a resposta da pergunta nº13
Aqui vai:
Os vizinhos entravam e querelas com o bispo porque não queriam viver num senhorio comandado por um senhor, mas queriam viver num senhorio, mas sim num concelho comandado pelo rei. Não só isso mas o bispo impunha varios impostos, para comprar, manter e até vender uma casa. Impostos para vender pão, vinho e variados. O Rei (D. Dinis), deu o estatuto de concelho perfeito ao Porto que entrou em conflito com o bispo, dando origem a revoltas não só dos vizinhos como também dos homens-bons, expulsando-o para Avinhão, depois para Tui.
Também a Beatriz se atrasou com a entrega da resposta à questão 12:
ResponderEliminarSegundo a planta da Cidade Medieval de Luís Miguel Duarte e Mário Jorge Barroca, as cidades medievais desenvolveram-se principalmente ao longo das zonas ribeirinhas. A cidade era constituída por muralhas, portas e postigos, judiarias, edifícios administrativos, ruas, praças, hospitais, e albergarias. Os burgos como eram chamados, eram constituídos por muralhas, ruas principais, secundárias e inicialmente tinha quatro portas: Porta de Vandoma, Porta Larga e nobre que permitia a entrada de carros, Porta S. Sebastião, Porta de Santana e Porta das Verdades.
Com o crescimento da actividade comercial, houve uma grande expansão e povoamento, desta forma desenvolveu-se o espaço do burgo. A cidade expande-se, surgem novas ruas e com elas novas entradas e saídas. A muralha altera-se e é chamada de Fernandina. Com maior número de portas e postigos que asseguram a expansão da cidade. A porta Nova, Postigo dos Banhos, Postigo do Carvão, chamado assim por ser por lá que entrava o combustível, (única que chegou até aos nossos dias), Postigo de Stº António, em honra do Santo padroeiro, que depois foi chamado de Postigo do Sol, pela forma como a rua era soalheira. O rei D. Manuel I deu ordem para substituir e alargar o Postigo da Praia, para uma porta aberta onde se fazia a entrada solene dos bispos, era uma das principais portas da cidade.
Beatriz Carvalho Stein nº6 turma 10º H2
A resposta da Ana (H2) à questão 10 está correcta.
ResponderEliminarTambém a resposta da Inês (H3) à questão 11 está correcta.
ResponderEliminarRelativamente à questão 12 da Beatriz (H2), não era necessário estender-se tanto, mas cumpriu o objectivo. Para além dos exemplos que deu podia também ter referido que muitos dos nomes das portas e postigos estavam relacionados com as mercadorias que por lá passavam.
ResponderEliminarA Nídia não percebeu o que lhe era pedido na questão 13. Quanto ao André percebeu, mas teve dificuldade em explicar o que se pretendia e a sua resposta não é suficientemente clara.
ResponderEliminarEntão o que se verifica aqui é que o Porto é simultâneamente um senhorio e um concelho. Como senhorio eclesiástico, os habitantes têm obrigações para com o bispo, mas como concelho, definido em Carta de Foral, os habitantes terão uma certa autonomia administrativa. As querelas (ou seja, os conflitos) entre os vizinhos do Porto e o seu bispo resultarão do facto de os vizinhos quererem mais autonomia e o bispo querer continuar a exercer a sua autoridade sobre o concelho.
O rei coloca-se ao lado dos vizinhos, pois esta é uma forma de recuperar algum poder perdido para este senhor eclesiástico, principalmente ao nível económico e fiscal que se reflecte no facto de, também o rei, tentar garantir o recebimento de algumas taxas e direitos sobre as mercadorias transaccionadas.
Finalmente chegámos à questão 14.
ResponderEliminarA Ilda não conseguiu responder à questão e o Pedro andou ali às voltas e acabou por inventar uma grande história.
Ora bem, esta era uma questão de resposta muito fácil. Vamos lá analisar a cronologia (Doc.B). Em 1383 diz-se que o Porto levanta voz pelo Mestre de Avis. Isto quer dizer que, no contexto da crise de 1383-85, o Porto apoiou o Mestre de Avis contra os apoiantes da rainha D. Beatriz e seu marido o rei de Castela. Então que forma é que D. João, agora rei de Portugal, arranja para agradecer esse apoio dos habitantes do Porto? Agradece-lhes escolhendo a cidade para aí realizar o seu casamento.