Sandra \ Tássia 1 – O testo é uma crónica e o seu autor é Damião de Góis viveu no século XVI (1502 - 1574), no período do Renascimento, e foi um cronista oficial do rei. Documento relata a vida em Lisboa no período dos Quinhentos, ou seja, é uma crónica, uma vez que Damião de Góis viveu nessa época daí a temática abordada. 2 – Em 1554, Lisboa. 3 – Damião de Góis fala sobre a descrição das ruas e edifícios que se encontravam em Lisboa no séc. XVI. Dá – nos a verdadeira riqueza de Lisboa tinha há uns séculos atrás, onde se centralizava os tráficos marítimos de África, Ásia e o Brasil. Lisboa é centro dos Descobrimento como descreve Damião de Góis. 4 – São a casa, Paço Real, Rua Nova d’el Rei, Rua Nova dos Mercadores, a Praça do Pelourinho Velho. 5 – O s principais ofícios praticados eram: joalheiros, ourives (ouro e prata), lapidários, notários, relativamente às actividades económicas destaca – se o comércio de produtos alimentares como o peixe, os doces e o vinho e os produtos que estavam na casa da Índia (pérolas, rubis, esmeraldas e especiarias). 6 – Com o florescimento comercial, as notas comercial alargam – se e tornaram – se mais acessíveis, pelo que explicava o aparecimento de comerciantes de quase todas as partes e povos do Mundo. 7 – O entusiasmo demonstrado pelo cronista deve – se ao facto de, na Casa de Índia, se encontravam produtos que não são nacionais e relativamente raros e caros. 8 – O documento é importante para o conhecimento histórico do período em causa, uma vez que refere as ruas e edifícios bem como os ofícios e actividades económicas que se praticam. O documento refere ainda o Paço Real que D. Manuel mandara construir para si.
1- O documento é um texto histórico literário, e o seu autor é um cronista, que viveu no século XVI. Damião de Góis foi pajem, secretário e guarda-mor.
2- Este documento foi publicado em 1554, e retrata a cidade de Lisboa de Quinhentos.
3- Damião de Góis faz a descrição das ruas e dos edifícios de Lisboa, e mostra-nos que esta cidade era o centro dos tráficos marítimos de vários pontos do Mundo.
4- O autor demonstra vários espaços como: a Rua Nova de El-Rei, a Rua Nova dos Mercadores, a praça do Pelourinho Velho, a casa da Índia, o Paço Real, o novo edifício da Alfândega e um celeiro.
5- Em Lisboa havia comércio de alimentos, de tecidos, de objectos de prata e ouro, de jóias e de mercadorias. E ofícios como gravadores, joalheiros, lapidários, ourives, mercadores, vendedores ambulantes e estalajadeiros.
6- Lisboa, como dominava as rotas marítimas era normal que, comerciantes de várias partes do Mundo, se deslocassem até à cidade portuguesa para negociar vários produtos.
7- O entusiasmo de Damião de Góis perante a mercadoria armazenada na casa da Índia, deve-se às mercadorias valiosas que lá se encontravam, e que os europeus não estavam habituados a aceder.
8- Este documento fornece-nos informações sobre o estado económico-social de Lisboa no século XVI. Dá-nos a conhecer as diversas profissões existentes naquela altura, e os edifícios e ruas constituintes daquela cidade.
O documento é um texto de natureza histórico-literária, datado de 1554, que nos descreve a cidade de Lisboa no auge dos Descobrimentos. Foi escrito em Lisboa, pelo cronista Damião de Góis. Damião de Góis foi pajem no Paço Real com apenas onze anos, tendo adquirido desde cedo a confiança dos reis D. Manuel I e D. João III. Mais tarde, foi nomeado por ambos para desempenhar cargos oficiais, como por exemplo o de secretário na feitoria de Antuérpia. Viajou pela Europa, e frequentou as cortes europeias, o que lhe possibilitou privar com personalidades como Lutero, Melanchton, Thomas More e Erasmo. Nestas viagens pela Europa frequentou várias universidades. Foi denunciado na Inquisição por duas vezes, tendo sido preso na última e saído dois anos mais tarde. Nesta descrição da cidade de Lisboa, podemos encontrar os vários edíficios e espaços urbanos, como a Rua Nova d’El-Rei, Rua Nova dos Mercadores, a praça do Pelourinho Velho, a alfândega e o celeiro, a Casa da Índia e ainda o Paço Real, que D. Manuel mandara construir para si. Nestes espaços urbanos inseriam-se os ofícios e as actividades económicas. Na Rua Nova d’El-Rei, concentravam-se os ofícios ligados ao ouro e à prata, como os ourives da prata e os ourives do ouro ou os joalheiros. Encontramos ainda, os ofícios ligados à escrita, notários e tabeliães, na praça do Pelourinho Velho e no terreiro, os mercados do peixe e dos doces, onde se concentravam os comerciantes de alimentos. Existia ainda a Casa da Índia, que armazenava os produtos oriundos do Oriente. Na descrição da Casa da Índia, Damião de Góis deixa transparecer o seu entusiasmo perante a mercadoria lá armazenada, pois eram produtos muito raros e de valor elevado, que só eram disponibilizados naquele edifício, logo atraíam a atenção dos comerciantes. Lisboa exercia um domínio sobre as rotas oceânicas dos Descobrimentos, o que possibilitava que a cidade fosse o centro de todas as actividades comerciais, justificando assim a presença de tantos e variados ofícios. Concluindo, o documento fornece uma descrição pormenorizada e fiável da cidade de Lisboa, pois Damião de Góis viveu na época descrita. Enaltece a grandeza da cidade de Lisboa e a sua supremacia face às outras cidades no tempo dos Descobrimentos.
1-O texto é de natureza histórica e literária e é da autoria do cronista Damião de Góis.
2-O documento é de 1554 e retrata a cidade de Lisboa.
3-O documento fala-nos sobre a Lisboa do sec.XVI.Através da leitura deste documento podemos perceber como eram as ruas e os edifícios existentes em Lisboa bem como as muitas rotas marítimas que esta detinha, na altura dos descobrimentos.
4-Os espaços urbanos/edifícios da Lisboa de Quinhentos descritos no documento são: Rua Nova d'EL-Rei; Rua nova dos mercadores; Um Terreiro; Praça do Pelourinho Velho; Casa da Índia; Nova construção da Alfândega e do celeiro e o Paço Real.
5-Os principais ofícios praticados em Lisboa eram, gravadores, joalheiros, lapidários, ourives de prata, ourives de ouro, mercadores, estalajadeiros,tecelões e também os notários ou tabeliães da praça do Pelourinho. Quanto às actividades económicas destacam-se o comércio de bens alimentares e de pedras preciosas, mercadorias e especiarias da Casa da Ìndia.
6-Nesta altura, Lisboa detinha muitas rotas marírimas e por isso mesmo, Lisboa era uma grande pontencia comercial e era abundante, no que diz respeito às mais diversas especiarias e mercadorias. Este foi o motivo para a imensa atracção dos mercadores a Lisboa.
7-O entusiasmo de Damião de Góis justifica-se pelo facto da Casa da Índia ter uma grande quantidade e variedade de mercadorias bastante valiosas.
8-O documento é importante para o conhecimento histórico porque, Damião de Góis faz-nos uma descrição bastante profunda de Lisboa, na qual nós podemos imaginar como eram as grandes ruas e edifícios e quais eram os ofícios e as actividades económicas que se praticavam na época. Podemos também perceber a grandiosidade que Lisboa tinha no tempo dos Descobrimentos, ao ponto de atrair um grande número de mercadores, vindos de toda a parte do mundo.
O documento trata-se de um texto literário e histórico, retirado de uma obra intitulada de “Orbis Olisiponis Descriptio”, escrita pelo cronista Damião de Góis, tendo sido publicada em 1554. Damião de Góis viveu toda a sua juventude no Paço Real, ganhando desde cedo a confiança de D. Manuel l e de D. João lll. Foi escrivão na feitoria portuguesa de Antuérpia e realizou bastantes viagens pela Europa, a título oficial e particular. Frequentou as universidades de Lovaina e Pádua. Em 1548 aceitou o cargo de guarda-mor interino da Torre do Tombo. Era um homem bastante viajado e culto. Foi preso pela inquisição, tendo sido posteriormente libertado. No entanto foi encontrado morto em circunstâncias misteriosas. Nesta obra Damião de Góis realiza uma descrição detalhada da cidade de Lisboa, da primeira metade do século XVI, ou seja, uma Lisboa no seu apogeu, devido aos Descobrimentos. Faz também referência a alguns espaços urbanos da Lisboa de Quinhentos: Rua Nova de El-Rei, Rua Nova dos Mercadores, um grande campo (o Terreiro do Paço), praça do Pelourinho Velho, Casa da Índia, Paço Real, novo edifício da alfândega e por fim a um celeiro. Lisboa era essencialmente conhecida pelo seu comércio de géneros alimentares (como pão, carne, vinho, entre outros), de jóias, de tecidos, de objectos de ouro e prata e de mercadorias vindas do Império (de entre elas destacavam-se as especiarias, as pérolas, rubis e esmeraldas provenientes do Oriente). Por sua vez os principais ofícios praticados eram a manipulação de metais preciosos (lapidários, ourives de prata e ouro, joalheiros, entre outros), o comércio (vendedores ambulantes e mercadores), o alojamento de hóspedes (estalajadeiros) e ainda o escrivão de mensagens e cartas. Os mercadores e banqueiros vinham a Lisboa para a realização de grandes negócios, isto porque o domínio das rotas transoceânicas fez com que a cidade se tornasse num célebre entreposto comercial do ouro, do marfim, dos escravos, da pimenta e das mais variadas especiarias. Como podemos observar Damião de Góis não esconde o seu entusiasmo ao falar da mercadoria armazenada na Casa da Índia, isto porque eram produtos bastante valiosos e invulgares, só aí disponibilizados. Finalizando este documento fornece-nos uma informação bastante pormenorizada da cidade de Lisboa, a todos os níveis, engrandecendo-a e fazendo sobressair todas as disparidades da mesma em relação a outras cidades europeias. Esta pode-se considerar fiável pois Damião de Góis viveu na época que ele próprio descreve.
Trabalho realizado por: Ana Raquel Rodrigues Patrícia Simões
1-O documento apresentado na página 24, é um texto literário e simultaneamente histórico, e o seu autor é o Damião de Góis.
2-O documento foi publicado em 1554 e retrata a Lisboa de Quinhentos no seu apogeu dos Descobrimentos.
3-Damião de Góis ao longo deste Documento descreve a grandeza de Lisboa tanto como ponto de encontro de comerciantes vindos de todas as partes do mundo como local de mercados de todos os feitios, como o de peixe, de doces e ainda a Casa da Índia, onde podíamos encontrar ouro, prata e outras preciosidades vindas da Índia.
4-Neste documento Damião de Góis, refere inúmeros espaços urbanos/edifícios na Lisboa de Quinhentos, sendo eles os seguintes: Rua Nova d’El –Rei, Rua Nova dos Mercadores; Praça do Pelourinho Velho; Casa da Índia; Terreiro do Paço, Paço Real, Novo edifício da alfândega e a um celeiro (instalado no chamado terreiro do Paço).
5-No que diz respeito a actividades temos o comércio e a Casa da Índia, como referi na questão número três. Em termos de ofícios podíamos encontrar gravadores, joalheiros, lapidários, ourives de prata e de ouro, douradores, cambiadores. Temos ainda outros diversos ofícios, em que quem os pratica têm o nome de notários ou tabeliães, a eles competia a escrita de cartas, mensagens amorosas, elogios, discursos, epitáfios, versos, louvores, orações fúnebres, petições, notas e outras coisas do género que se lhes peça.
6-Lisboa desempenhava um grande domínio sobre as rotas marítimas mas, o que fazia com que todos os negociantes do Mundo fossem a Lisboa para vender os seus produtos.
7- O entusiasmo de Damião de Góis deve-se à existência de produtos raros e valiosos que apenas existiam na Casa da Índia.
8- Este documento fornece uma descrição da Cidade de Lisboa no período dos Quinhentos.
Trabalho realizado por: Ana Capote(Nº2) e André vieira (Nº4)10ºH2
A Jéssica enviou a análise do documento para o mail; aqui está ela, apesar de (não sei porquê) faltar o último ponto. 1- Este texto é um texto de natureza Histórico-Literário sendo o autor Damião de Góis que viveu na época de 1502, até à sua morte em 1574. O autor tinha contacto, ou seja, era amigo de Humanistas comoj Thomas More e Erasmo.
2- O documento é datado de 1554, e é regido em Lisboa. Mais tarde é traduzido para o texto latino em 1988.
3- Damião de Góis com este texto explica precisamente como é que são as ruas de Lisboa, descrevendo cada uma delas e edificios lá situados tal como as suas funções.
4- Damião de Góis identifica cada rua começando com a Rua Nova dos mercadores, pois como o autor refere no texto, havia uma grande concentração de gente devido às facilidades uqe o comércio oferece. O autor descreve também as praças ali existentes na altura como o Pelourinho Velho e o Terreiro do Paço, onde se situava o mercado do peixe e tc. Damião de Góis identifica ainda entre outros edificios a Casa da Indía, pois era onde se tratava dos negócios da Indía como especiarias e pedras preciosas.
5- Na cidade de Lisboa havia actividades económicas que se destacavam como o Mercado onde se situavam os peixeiros, hortelãos, confeteiros, padeiros, doceiros, etc. E ainda os oficios que se destacavam muito era o de trabalhar com pedras preciosasm que era o caso de joalheiros, ourives de prata, ourives de ouro, como está presente logo no ínicio do texto. Reçaltavam aos olhos o oficio de 'Escrivão' pois era aquele que na praça do pelourinho fazia os trabalhos dos outros como escrever cartas, mensagens amorosas ,elogios e etc.
6-A Rua Nova dos mercadores era onde se encontravam , como diz o texto, comerciantes de todo o mundo e devido à abundância de diferenets produtos desde pedras preciosas e especiarias os mercadores deslocavam-se até lá devido às facilidades que o comércio e o porto oferecem.
7- Damião de Góis revela grande entusiasmo perante a casa da índia porque era surpreendente a quantidade de bens preciosos como Pérolas e Rúbias, o que precisamente não era algo habitual nas outras zonas da Europa.
1- Este documento é de natureza literária, escrito por Damião de Góis.
2- A acção do documento passa-se no século XV em Lisboa.
3- O assunto deste documento baseia-se na descrição orgulhosa de Damião de Góis em relação à Lisboa de Quinhentos.
4- Foram referidos vários locais, como a Rua Nova d'El-Rei, a Rua Nova dos Mercadores e a Casa Índia.
5- Pela Lisboa de Quinhentos, começando pela Rua Nova d'El-Rei: lá estavam os ofícios do tratamento do luxo (ouro e prata). Na Rua Nova dos Mercadores era dos pontos principais das pessoas onde iam comprar produtos para sua alimentação, principalmente.
6- A Rua Nova dos Mercadores, para Damião de Góis tem a presença de "comerciantes de quase todas as partes e povos do mundo" porque esses comerciantes iam buscar os produtos aos portos, fruto das navegações que eram feitas e do seu comércio feito lá.
7- Nota-se um entusiasmo de Damião de Góis em relação à Casa da Índia porque lá estava armazenada os maiores tesouros portugueses "... vastíssimo armazém de oiro e prata, quer trabalhado quer em barra."
8- Este documento tem a sua importância porque, é a palavra de uma das melhores mentes que já passou na História de Portugal, que reforçou o orgulho português fruto das navegações.
Trabalho Realizado por Inês Fernandes e Nídia Oliveira - 10H3
Este documento de natureza literário, que relata uma crónica de Damião de Góis. É situado em Lisboa de Quinhentos em 1554. O contexto do documento aborda Lisboa de Quinhentos na altura do comércio e seus descobrimentos. Os espaços urbanos/edifícios de Lisboa de Quinhentos identificados são a Rua Nova de El-Rei, a Rua Nova dos Mercadores, a um vasto campo, a praça do Pelourinho Velho, a casa da Índia, o Paço Real, o novo edifício da alfândega e um celeiro. As actividades económicas sobressaíam se no género alimentar (ex:peixe e pão), os principais ofícios praticados estão ligados a manipulação de metais preciosos (ex: joalheiros, lapidárias e etc...), com o comércio e no alojamento de hóspedes. Os comerciantes de quase todos as partes do mundo juntaram-se com naturalidade para Lisboa, porque se fazia lá os negócios, porque o domínio das rotas permitiu que Lisboa fosse um afamado entreposto comercial de ouro. Damião de Góis perante a mercadoria armazenada na casa da Índia mostra um grande entusiasmo pois estavam lá mercadorias raras e valiosas na qual cediam em muita quantidade e diversidade. A importância deste documento para o conhecimento histórico é para demonstrar como era Lisboa de Quinhentos em 1554, os seus edifícios, as suas actividades económicas e ofícios e os negócios do império através da casa da Índia.
1- Documento de natureza literário (crónica). O seu autor é Damião de Góis.
2- O documento é de 1554 e retrata a cidade de Lisboa.
3- Damião de Góis descreve a cidade de Lisboa nesse tempo.
4- Os espaços urbanos/edifícios na Lisboa de Quinhentos são: Rua Nova de El-Rei, Rua Nova dos Mercadores, Praça do Pelourinho Velho, Casa da Índia e Paço Real.
5- Existia o comércio de géneros alimentares, de tecidos, de objectos em ouro e em prata... Tudo isso era armazenado na Casa da Índia. Quanto aos principais ofícios, pode dizer-se que haviam joalheiros, ouvires, vendedores ambulantes, etc.
6-A Rua Nova dos Mercadores era onde se encontravam os "comerciantes de todo o mundo" e devido à existência de diferenetes produtos. Os "comerciantes de todo o mundo" deslocavam-se até à Rua Nova dos Mercadores devido às facilidades que o comércio e o porto ofereciam.
7- Damião de Góis demonstra um certo entusiasmo porque, na Casa da Índia, existia uma grande concentração de mercadorias e os europeus não estavam autorizados para aceder a esses produtos.
8- Este documento foi importante para o conhecimento deste período. Damião de Góis deu-nos a conhecer Lisboa naquele tempo, deu-nos a conhecer como tudo funcionava (quais eram os oficios existentes, qual a importância da casa da índia, etc) .
1- O texto tem uma natureza Histórico - Literária, devido a tratar-se de uma Crónica, escrita por Damião de Góis. 2- O texto foi escrito pelo autor no ano de 1554 em Lisboa. 3- O assunto existente no documento é a descrição de Lisboa de Quinhentos, segundo o cronista. 4- Damião de Góis identifica: • Rua Nova d’El-Rei, • A Rua Nova dos mercadores, • O posto fiscal • Praça do chamado Pelourinho Velho • Alfandega • Celeiro • Mercado dos peixes • Mercado dos doces • Casa da Índia • Paço Real 5- Existia o comércio de géneros alimentares, de tecelagem, de jóias, de pedras preciosas. Contudo, quanto aos ofícios, é possível dizer-se que existiam: comerciantes, ourives de ouro e prata, pescadores. 6- A Rua Nova dos mercadores era onde se encontravam os comerciantes de todo o mundo e devido à abundância de diferentes produtos desde pedras preciosas e especiarias, sendo assim todos os comerciantes deslocavam-se até esta rua, para uma maior facilidade de trocas comerciais. 7- O entusiasmo de Damião de Góis perante as mercadorias armazenadas na casa da Índia é devido, a grande abundância das preciosidades (ouro, prata, pérolas, rubis…), o que não era tão comum ver-se na Europa. 8- A importância do documento para o conhecimento histórico do período em causa, é devido a sua descrição da cidade de Lisboa de Quinhentos, onde podemos ter uma pequena proporção de como a cidade e as coisas, que nela existiam, funcionava.
A naturesa do documento " A Lisboa de Quinhentos" segundo o cronista Damião de Góis (1554) é um documento literário. O documento foi escrito em 1554 em Lisboa. O assunto do qual o cronista fala na sua crónica, é sobre como eram as coisas em Lisboa de Quinhentos, as ruas, como a população ganhava a vida. Na época de Quinhentos alguns espaços dos espaços urbanos e edifícios são a Rua Nova dos Mercadores, a praça do Pelourinho Velho, a Casa da Índia e o Paço Real. Uma das actividades económicas era o mercado. A Rua Nova dos Mercadores tinha mercadores vindos de todos os lugares do mundo como por exemplo da Índia. Ele entusiasma-se pela Casa da Índia porque era um edifício comm uma feição maravilhosa, repleto de presas e despojos de muitos povos. Este documento é importante pois dá-nos a conhecer Lisboa de Quinhentos.
Sandra \ Tássia
ResponderEliminar1 – O testo é uma crónica e o seu autor é Damião de Góis viveu no século XVI (1502 - 1574), no período do Renascimento, e foi um cronista oficial do rei. Documento relata a vida em Lisboa no período dos Quinhentos, ou seja, é uma crónica, uma vez que Damião de Góis viveu nessa época daí a temática abordada.
2 – Em 1554, Lisboa.
3 – Damião de Góis fala sobre a descrição das ruas e edifícios que se encontravam em Lisboa no séc. XVI. Dá – nos a verdadeira riqueza de Lisboa tinha há uns séculos atrás, onde se centralizava os tráficos marítimos de África, Ásia e o Brasil. Lisboa é centro dos Descobrimento como descreve Damião de Góis.
4 – São a casa, Paço Real, Rua Nova d’el Rei, Rua Nova dos Mercadores, a Praça do Pelourinho Velho.
5 – O s principais ofícios praticados eram: joalheiros, ourives (ouro e prata), lapidários, notários, relativamente às actividades económicas destaca – se o comércio de produtos alimentares como o peixe, os doces e o vinho e os produtos que estavam na casa da Índia (pérolas, rubis, esmeraldas e especiarias).
6 – Com o florescimento comercial, as notas comercial alargam – se e tornaram – se mais acessíveis, pelo que explicava o aparecimento de comerciantes de quase todas as partes e povos do Mundo.
7 – O entusiasmo demonstrado pelo cronista deve – se ao facto de, na Casa de Índia, se encontravam produtos que não são nacionais e relativamente raros e caros.
8 – O documento é importante para o conhecimento histórico do período em causa, uma vez que refere as ruas e edifícios bem como os ofícios e actividades económicas que se praticam. O documento refere ainda o Paço Real que D. Manuel mandara construir para si.
Olá professora.
ResponderEliminarCada aluno deve colocar aqui todas as respostas? ou é uma pergunta para cada?
Bom fim de semana e desculpe a maçada
Olá André.
ResponderEliminarCada aluno ou cada par deve colocar as respostas do trabalho que realizou (as oito).
Ok Obrigado ^^
ResponderEliminarDiogo Pires, nº 14.
ResponderEliminar1- O documento é um texto histórico literário, e o seu autor é um cronista, que viveu no século XVI. Damião de Góis foi pajem, secretário e guarda-mor.
2- Este documento foi publicado em 1554, e retrata a cidade de Lisboa de Quinhentos.
3- Damião de Góis faz a descrição das ruas e dos edifícios de Lisboa, e mostra-nos que esta cidade era o centro dos tráficos marítimos de vários pontos do Mundo.
4- O autor demonstra vários espaços como: a Rua Nova de El-Rei, a Rua Nova dos Mercadores, a praça do Pelourinho Velho, a casa da Índia, o Paço Real, o novo edifício da Alfândega e um celeiro.
5- Em Lisboa havia comércio de alimentos, de tecidos, de objectos de prata e ouro, de jóias e de mercadorias. E ofícios como gravadores, joalheiros, lapidários, ourives, mercadores, vendedores ambulantes e estalajadeiros.
6- Lisboa, como dominava as rotas marítimas era normal que, comerciantes de várias partes do Mundo, se deslocassem até à cidade portuguesa para negociar vários produtos.
7- O entusiasmo de Damião de Góis perante a mercadoria armazenada na casa da Índia, deve-se às mercadorias valiosas que lá se encontravam, e que os europeus não estavam habituados a aceder.
8- Este documento fornece-nos informações sobre o estado económico-social de Lisboa no século XVI. Dá-nos a conhecer as diversas profissões existentes naquela altura, e os edifícios e ruas constituintes daquela cidade.
Catarina Pereira e Catarina Santos - 10ºH2
ResponderEliminarO documento é um texto de natureza histórico-literária, datado de 1554, que nos descreve a cidade de Lisboa no auge dos Descobrimentos. Foi escrito em Lisboa, pelo cronista Damião de Góis.
Damião de Góis foi pajem no Paço Real com apenas onze anos, tendo adquirido desde cedo a confiança dos reis D. Manuel I e D. João III.
Mais tarde, foi nomeado por ambos para desempenhar cargos oficiais, como por exemplo o de secretário na feitoria de Antuérpia.
Viajou pela Europa, e frequentou as cortes europeias, o que lhe possibilitou privar com personalidades como Lutero, Melanchton, Thomas More e Erasmo. Nestas viagens pela Europa frequentou várias universidades.
Foi denunciado na Inquisição por duas vezes, tendo sido preso na última e saído dois anos mais tarde.
Nesta descrição da cidade de Lisboa, podemos encontrar os vários edíficios e espaços urbanos, como a Rua Nova d’El-Rei, Rua Nova dos Mercadores, a praça do Pelourinho Velho, a alfândega e o celeiro, a Casa da Índia e ainda o Paço Real, que D. Manuel mandara construir para si.
Nestes espaços urbanos inseriam-se os ofícios e as actividades económicas. Na Rua Nova d’El-Rei, concentravam-se os ofícios ligados ao ouro e à prata, como os ourives da prata e os ourives do ouro ou os joalheiros.
Encontramos ainda, os ofícios ligados à escrita, notários e tabeliães, na praça do Pelourinho Velho e no terreiro, os mercados do peixe e dos doces, onde se concentravam os comerciantes de alimentos. Existia ainda a Casa da Índia, que armazenava os produtos oriundos do Oriente.
Na descrição da Casa da Índia, Damião de Góis deixa transparecer o seu entusiasmo perante a mercadoria lá armazenada, pois eram produtos muito raros e de valor elevado, que só eram disponibilizados naquele edifício, logo atraíam a atenção dos comerciantes.
Lisboa exercia um domínio sobre as rotas oceânicas dos Descobrimentos, o que possibilitava que a cidade fosse o centro de todas as actividades comerciais, justificando assim a presença de tantos e variados ofícios.
Concluindo, o documento fornece uma descrição pormenorizada e fiável da cidade de Lisboa, pois Damião de Góis viveu na época descrita. Enaltece a grandeza da cidade de Lisboa e a sua supremacia face às outras cidades no tempo dos Descobrimentos.
Ricardo Rogagels e Pamela 10H2
ResponderEliminar1-O texto é de natureza histórica e literária e é da autoria do cronista Damião de Góis.
2-O documento é de 1554 e retrata a cidade de Lisboa.
3-O documento fala-nos sobre a Lisboa do sec.XVI.Através da leitura deste documento podemos perceber como eram as ruas e os edifícios existentes em Lisboa bem como as muitas rotas marítimas que esta detinha, na altura dos descobrimentos.
4-Os espaços urbanos/edifícios da Lisboa de Quinhentos descritos no documento são: Rua Nova d'EL-Rei; Rua nova dos mercadores; Um Terreiro; Praça do Pelourinho Velho; Casa da Índia; Nova construção da Alfândega e do celeiro e o Paço Real.
5-Os principais ofícios praticados em Lisboa eram, gravadores, joalheiros, lapidários, ourives de prata, ourives de ouro, mercadores, estalajadeiros,tecelões e também os notários ou tabeliães da praça do Pelourinho.
Quanto às actividades económicas destacam-se o comércio de bens alimentares e de pedras preciosas, mercadorias e especiarias da Casa da Ìndia.
6-Nesta altura, Lisboa detinha muitas rotas marírimas e por isso mesmo, Lisboa era uma grande pontencia comercial e era abundante, no que diz respeito às mais diversas especiarias e mercadorias. Este foi o motivo para a imensa atracção dos mercadores a Lisboa.
7-O entusiasmo de Damião de Góis justifica-se pelo facto da Casa da Índia ter uma grande quantidade e variedade de mercadorias bastante valiosas.
8-O documento é importante para o conhecimento histórico porque, Damião de Góis faz-nos uma descrição bastante profunda de Lisboa, na qual nós podemos imaginar como eram as grandes ruas e edifícios e quais eram os ofícios e as actividades económicas que se praticavam na época.
Podemos também perceber a grandiosidade que Lisboa tinha no tempo dos Descobrimentos, ao ponto de atrair um grande número de mercadores, vindos de toda a parte do mundo.
O documento trata-se de um texto literário e histórico, retirado de uma obra intitulada de “Orbis Olisiponis Descriptio”, escrita pelo cronista Damião de Góis, tendo sido publicada em 1554.
ResponderEliminarDamião de Góis viveu toda a sua juventude no Paço Real, ganhando desde cedo a confiança de D. Manuel l e de D. João lll. Foi escrivão na feitoria portuguesa de Antuérpia e realizou bastantes viagens pela Europa, a título oficial e particular. Frequentou as universidades de Lovaina e Pádua. Em 1548 aceitou o cargo de guarda-mor interino da Torre do Tombo. Era um homem bastante viajado e culto. Foi preso pela inquisição, tendo sido posteriormente libertado. No entanto foi encontrado morto em circunstâncias misteriosas.
Nesta obra Damião de Góis realiza uma descrição detalhada da cidade de Lisboa, da primeira metade do século XVI, ou seja, uma Lisboa no seu apogeu, devido aos Descobrimentos. Faz também referência a alguns espaços urbanos da Lisboa de Quinhentos: Rua Nova de El-Rei, Rua Nova dos Mercadores, um grande campo (o Terreiro do Paço), praça do Pelourinho Velho, Casa da Índia, Paço Real, novo edifício da alfândega e por fim a um celeiro.
Lisboa era essencialmente conhecida pelo seu comércio de géneros alimentares (como pão, carne, vinho, entre outros), de jóias, de tecidos, de objectos de ouro e prata e de mercadorias vindas do Império (de entre elas destacavam-se as especiarias, as pérolas, rubis e esmeraldas provenientes do Oriente). Por sua vez os principais ofícios praticados eram a manipulação de metais preciosos (lapidários, ourives de prata e ouro, joalheiros, entre outros), o comércio (vendedores ambulantes e mercadores), o alojamento de hóspedes (estalajadeiros) e ainda o escrivão de mensagens e cartas.
Os mercadores e banqueiros vinham a Lisboa para a realização de grandes negócios, isto porque o domínio das rotas transoceânicas fez com que a cidade se tornasse num célebre entreposto comercial do ouro, do marfim, dos escravos, da pimenta e das mais variadas especiarias.
Como podemos observar Damião de Góis não esconde o seu entusiasmo ao falar da mercadoria armazenada na Casa da Índia, isto porque eram produtos bastante valiosos e invulgares, só aí disponibilizados.
Finalizando este documento fornece-nos uma informação bastante pormenorizada da cidade de Lisboa, a todos os níveis, engrandecendo-a e fazendo sobressair todas as disparidades da mesma em relação a outras cidades europeias. Esta pode-se considerar fiável pois Damião de Góis viveu na época que ele próprio descreve.
Trabalho realizado por:
Ana Raquel Rodrigues
Patrícia Simões
Realização da ficha da página 25 do Manual:
ResponderEliminar1-O documento apresentado na página 24, é um texto literário e simultaneamente histórico, e o seu autor é o Damião de Góis.
2-O documento foi publicado em 1554 e retrata a Lisboa de Quinhentos no seu apogeu dos Descobrimentos.
3-Damião de Góis ao longo deste Documento descreve a grandeza de Lisboa tanto como ponto de encontro de comerciantes vindos de todas as partes do mundo como local de mercados de todos os feitios, como o de peixe, de doces e ainda a Casa da Índia, onde podíamos encontrar ouro, prata e outras preciosidades vindas da Índia.
4-Neste documento Damião de Góis, refere inúmeros espaços urbanos/edifícios na Lisboa de Quinhentos, sendo eles os seguintes: Rua Nova d’El –Rei, Rua Nova dos Mercadores; Praça do Pelourinho Velho; Casa da Índia; Terreiro do Paço, Paço Real, Novo edifício da alfândega e a um celeiro (instalado no chamado terreiro do Paço).
5-No que diz respeito a actividades temos o comércio e a Casa da Índia, como referi na questão número três. Em termos de ofícios podíamos encontrar gravadores, joalheiros, lapidários, ourives de prata e de ouro, douradores, cambiadores. Temos ainda outros diversos ofícios, em que quem os pratica têm o nome de notários ou tabeliães, a eles competia a escrita de cartas, mensagens amorosas, elogios, discursos, epitáfios, versos, louvores, orações fúnebres, petições, notas e outras coisas do género que se lhes peça.
6-Lisboa desempenhava um grande domínio sobre as rotas marítimas mas, o que fazia com que todos os negociantes do Mundo fossem a Lisboa para vender os seus produtos.
7- O entusiasmo de Damião de Góis deve-se à existência de produtos raros e valiosos que apenas existiam na Casa da Índia.
8- Este documento fornece uma descrição da Cidade de Lisboa no período dos Quinhentos.
Trabalho realizado por: Ana Capote(Nº2) e André vieira (Nº4)10ºH2
A Jéssica enviou a análise do documento para o mail; aqui está ela, apesar de (não sei porquê) faltar o último ponto.
ResponderEliminar1- Este texto é um texto de natureza Histórico-Literário sendo o autor Damião de Góis que viveu na época de 1502, até à sua morte em 1574.
O autor tinha contacto, ou seja, era amigo de Humanistas comoj Thomas More e Erasmo.
2- O documento é datado de 1554, e é regido em Lisboa.
Mais tarde é traduzido para o texto latino em 1988.
3- Damião de Góis com este texto explica precisamente como é que são as ruas de Lisboa, descrevendo cada uma delas
e edificios lá situados tal como as suas funções.
4- Damião de Góis identifica cada rua começando com a Rua Nova dos mercadores, pois como o autor refere no texto, havia uma grande concentração de gente devido às facilidades uqe o comércio oferece.
O autor descreve também as praças ali existentes na altura como o Pelourinho Velho e o Terreiro do Paço, onde se situava o mercado do peixe e tc.
Damião de Góis identifica ainda entre outros edificios a Casa da Indía, pois era onde se tratava dos negócios da Indía como especiarias e pedras preciosas.
5- Na cidade de Lisboa havia actividades económicas que se destacavam como o Mercado onde se situavam os peixeiros, hortelãos, confeteiros, padeiros, doceiros, etc. E ainda os oficios que se destacavam muito era o de trabalhar com pedras preciosasm que era o caso de joalheiros, ourives de prata, ourives de ouro, como está presente logo no ínicio do texto.
Reçaltavam aos olhos o oficio de 'Escrivão' pois era aquele que na praça do pelourinho fazia os trabalhos dos outros como escrever cartas, mensagens amorosas ,elogios e etc.
6-A Rua Nova dos mercadores era onde se encontravam , como diz o texto, comerciantes de todo o mundo e devido à abundância de diferenets produtos desde pedras preciosas e especiarias os mercadores deslocavam-se até lá devido às facilidades que o comércio e o porto oferecem.
7- Damião de Góis revela grande entusiasmo perante a casa da índia porque era surpreendente a quantidade de bens preciosos como Pérolas e Rúbias, o que precisamente não era algo habitual nas outras zonas da Europa.
Francisco Correia 10ºH3 nº11
ResponderEliminar1- Este documento é de natureza literária, escrito por Damião de Góis.
2- A acção do documento passa-se no século XV em Lisboa.
3- O assunto deste documento baseia-se na descrição orgulhosa de Damião de Góis em relação à Lisboa de Quinhentos.
4- Foram referidos vários locais, como a Rua Nova d'El-Rei, a Rua Nova dos Mercadores e a Casa Índia.
5- Pela Lisboa de Quinhentos, começando pela Rua Nova d'El-Rei: lá estavam os ofícios do tratamento do luxo (ouro e prata). Na Rua Nova dos Mercadores era dos pontos principais das pessoas onde iam comprar produtos para sua alimentação, principalmente.
6- A Rua Nova dos Mercadores, para Damião de Góis tem a presença de "comerciantes de quase todas as partes e povos do mundo" porque esses comerciantes iam buscar os produtos aos portos, fruto das navegações que eram feitas e do seu comércio feito lá.
7- Nota-se um entusiasmo de Damião de Góis em relação à Casa da Índia porque lá estava armazenada os maiores tesouros portugueses "... vastíssimo armazém de oiro e prata, quer trabalhado quer em barra."
8- Este documento tem a sua importância porque, é a palavra de uma das melhores mentes que já passou na História de Portugal, que reforçou o orgulho português fruto das navegações.
Trabalho Realizado por Inês Fernandes e Nídia Oliveira - 10H3
ResponderEliminarEste documento de natureza literário, que relata uma crónica de Damião de Góis.
É situado em Lisboa de Quinhentos em 1554. O contexto do documento aborda Lisboa de Quinhentos na altura do comércio e seus descobrimentos.
Os espaços urbanos/edifícios de Lisboa de Quinhentos identificados são a Rua Nova de El-Rei, a Rua Nova dos Mercadores, a um vasto campo, a praça do Pelourinho Velho, a casa da Índia, o Paço Real, o novo edifício da alfândega e um celeiro.
As actividades económicas sobressaíam se no género alimentar (ex:peixe e pão), os principais ofícios praticados estão ligados a manipulação de metais preciosos (ex: joalheiros, lapidárias e etc...), com o comércio e no alojamento de hóspedes.
Os comerciantes de quase todos as partes do mundo juntaram-se com naturalidade para Lisboa, porque se fazia lá os negócios, porque o domínio das rotas permitiu que Lisboa fosse um afamado entreposto comercial de ouro.
Damião de Góis perante a mercadoria armazenada na casa da Índia mostra um grande entusiasmo pois estavam lá mercadorias raras e valiosas na qual cediam em muita quantidade e diversidade.
A importância deste documento para o conhecimento histórico é para demonstrar como era Lisboa de Quinhentos em 1554, os seus edifícios, as suas actividades económicas e ofícios e os negócios do império através da casa da Índia.
Ana Rita Franco, n.º 4, 10.º H3
ResponderEliminar1- Documento de natureza literário (crónica). O seu autor é Damião de Góis.
2- O documento é de 1554 e retrata a cidade de Lisboa.
3- Damião de Góis descreve a cidade de Lisboa nesse tempo.
4- Os espaços urbanos/edifícios na Lisboa de Quinhentos são: Rua Nova de El-Rei, Rua Nova dos Mercadores, Praça do Pelourinho Velho, Casa da Índia e Paço Real.
5- Existia o comércio de géneros alimentares, de tecidos, de objectos em ouro e em prata... Tudo isso era armazenado na Casa da Índia.
Quanto aos principais ofícios, pode dizer-se que haviam joalheiros, ouvires, vendedores ambulantes, etc.
6-A Rua Nova dos Mercadores era onde se encontravam os "comerciantes de todo o mundo" e devido à existência de diferenetes produtos. Os "comerciantes de todo o mundo" deslocavam-se até à Rua Nova dos Mercadores devido às facilidades que o comércio e o porto ofereciam.
7- Damião de Góis demonstra um certo entusiasmo porque, na Casa da Índia, existia uma grande concentração de mercadorias e os europeus não estavam autorizados para aceder a esses produtos.
8- Este documento foi importante para o conhecimento deste período. Damião de Góis deu-nos a conhecer Lisboa naquele tempo, deu-nos a conhecer como tudo funcionava (quais eram os oficios existentes, qual a importância da casa da índia, etc) .
1- O texto tem uma natureza Histórico - Literária, devido a tratar-se de uma Crónica, escrita por Damião de Góis.
ResponderEliminar2- O texto foi escrito pelo autor no ano de 1554 em Lisboa.
3- O assunto existente no documento é a descrição de Lisboa de Quinhentos, segundo o cronista.
4- Damião de Góis identifica:
• Rua Nova d’El-Rei,
• A Rua Nova dos mercadores,
• O posto fiscal
• Praça do chamado Pelourinho Velho
• Alfandega
• Celeiro
• Mercado dos peixes
• Mercado dos doces
• Casa da Índia
• Paço Real
5- Existia o comércio de géneros alimentares, de tecelagem, de jóias, de pedras preciosas. Contudo, quanto aos ofícios, é possível dizer-se que existiam: comerciantes, ourives de ouro e prata, pescadores.
6- A Rua Nova dos mercadores era onde se encontravam os comerciantes de todo o mundo e devido à abundância de diferentes produtos desde pedras preciosas e especiarias, sendo assim todos os comerciantes deslocavam-se até esta rua, para uma maior facilidade de trocas comerciais.
7- O entusiasmo de Damião de Góis perante as mercadorias armazenadas na casa da Índia é devido, a grande abundância das preciosidades (ouro, prata, pérolas, rubis…), o que não era tão comum ver-se na Europa.
8- A importância do documento para o conhecimento histórico do período em causa, é devido a sua descrição da cidade de Lisboa de Quinhentos, onde podemos ter uma pequena proporção de como a cidade e as coisas, que nela existiam, funcionava.
A naturesa do documento " A Lisboa de Quinhentos" segundo o cronista Damião de Góis (1554) é um documento literário. O documento foi escrito em 1554 em Lisboa.
ResponderEliminarO assunto do qual o cronista fala na sua crónica, é sobre como eram as coisas em Lisboa de Quinhentos, as ruas, como a população ganhava a vida.
Na época de Quinhentos alguns espaços dos espaços urbanos e edifícios são a Rua Nova dos Mercadores, a praça do Pelourinho Velho, a Casa da Índia e o Paço Real.
Uma das actividades económicas era o mercado.
A Rua Nova dos Mercadores tinha mercadores vindos de todos os lugares do mundo como por exemplo da Índia.
Ele entusiasma-se pela Casa da Índia porque era um edifício comm uma feição maravilhosa, repleto de presas e despojos de muitos povos.
Este documento é importante pois dá-nos a conhecer Lisboa de Quinhentos.
Joana Ramos, Sara Augusto, 10 H3