MATRIZ DE CONTEÚDOS A ESTUDAR PARA O TESTE
| Conteúdos | Aprendizagens Relevantes |
| Módulo 2 2. O espaço português – a consolidação de um reino cristão ibérico 2.4 O poder régio, factor estruturante de coesão interna do reino | · Analisar o funcionamento da monarquia feudal · Reconhecer no poder e na autoridade real um factor de coesão interna e de afirmação de Portugal no quadro político ibérico |
| 3. Valores, vivências e quotidiano 3.1 A experiência urbana 3.2 A cultura leiga e profana nas cortes régias e senhoriais | · Conhecer as principais características do estilo gótico · Caracterizar a vida cultural nas cortes régias e senhoriais |
| Módulo 3 1. A geografia cultural europeia de Quatrocentos e Quinhentos 1.1 Principais centros culturais de produção e difusão de sínteses e inovações | · Identificar os principais centros culturais da Europa nos séculos XV e XVI |
Não esquecer que o teste está marcado para dias 23 (H2) e 24 (H3) de Março.
ResponderEliminarBoa tarde Stora, acerca da Monarquia Feudal, tive por aqui a ver no blog, não tem nada. Vi aqui no livro como funciona, mas para se facilitar um pouco e perceber, podia arranjar um esquema?
ResponderEliminarFrancisco, 10º H3
Enquanto isso, eu aqui pelo manual junto o que vai aparecendo..
ResponderEliminarBoa tarde Stora, acerca de identificar os principais centros culturais da Europa nos séculos XV e XVI, é só identificar ou temos que explicar cada um?
ResponderEliminarTássia Mota nº28 10ºH2
Vamos então responder às dúvidas do senhor Francisco:
ResponderEliminarquando se fala em monarquia feudal está-se a referir à monarquia portuguesa do período medieval; nesse contexto, já falámos do poder dos reis portugueses - o poder régio - lembras-te? Então é disso que se trata. Foi postada aqui no blog uma síntese esquemática que aborda o poder régio (o esquema que pediste), no dia 8 de Fevereiro. Também no mesmo dia foi postado um quadro sobre as medidas tomadas pelos reis portugueses no sentido de fortalecer e começar a centralizar o seu poder (inquirições, confirmações, leis gerais, desamortizações... vai confirmar). Isto é o centro da aprendizagem relevante desse ponto da matriz do teste.
Passamos agora à dúvida da Tássia:
ResponderEliminareste ponto da matriz traz muitas coisas à mistura e, se vais identificar os principais centros culturais, ao mesmo tempo, terás de saber não só o espaço mas também o tempo em que surgem, porque eram eles os principais centros culturais da Europa na altura e o que é que isso implicava (por exemplo, em termos da mentalidade renascentista). Por isso não é só dizer que é este, aquele e o outro...
bom dia Professora,
ResponderEliminargostaria de saber se a matéria que está a partir da página 142 sai para a ficha de avaliação.
Obrigada e continuação de um bom dia.
Ptrícia Simões
10º H2
boa noite Professora
ResponderEliminarem relaçao ao poder regio, os esquemas que a professora tem no blog, um deles fala da lei mental de D.Duarte e no livro não fala nada acerca disso, por isso gostaria de saber de que se trata.
Obrigada e cumprimentos da aluna Ana Capote 10H2
Esclarecemos agora a dúvida da Patrícia: presumo que a página 142 a que te referes é a do volume 2 do manual; essa parte do 3.2 já não é abrangida na matriz de conteúdos.
ResponderEliminarPassamos agora à dúvida da Ana:
ResponderEliminarA referida "Lei Mental" de D. Duarte data já do século XV - mais precisamente de 1434 (por isso não é referida no manual que, cronologicamente falando, termina no século XIV). Referia-se a disposições sobre as heranças e a passagem de títulos e honras de pais para filhos.
Determinava que as terras doadas ou a doar pela Coroa só podiam ser transmitidas ao filho varão primogénito e não podiam ser divididas. Esta disposição permitiu aos monarcas reaver muitos bens e foi um importante instrumento de centralização do poder (esteve em vigor até 1832). Ficou conhecida por Lei Mental por já andar na mente de D. João I antes da aplicação à prática por seu filho D. Duarte.
Espero ter satisfeito a tua curiosidade a este respeito.
Claro que esta lei foi apenas mais uma forma de os reis portugueses tentarem controlar o património real que tinha sido doado à nobreza e de centralizarem o seu poder tornando-o mais forte, à semelhança de outras disposições que foram sendo tomadas como as Inquirições, as Confirmações, as Desamortizações e as Leis Gerais
Boa tarde professora,
ResponderEliminarEm relação ao conteúdo do último ponto da matriz sobre o Renascimento,gostaria de saber se temos de falar especificamente sobre a evolução da imprensa de Gutenberg.
Cumprimentos,
Catarina Pereira, 10ºH2
Boa tarde professora,
ResponderEliminarTemos de saber os nomes dos artistas renascentistas ?
Cumprimentos,
Catarina Pereira 10ºH2
Olá Catarina.
ResponderEliminarNão tens de abordar especificamente a evolução da imprensa. Só tens de perceber até que ponto esta inovação tecnológica contribuiu para a divulgação das novas ideias e facilitou a expansão do conhecimento no período do Renascimento.
Relativamente a saber os nomes de artistas do Renascimento, nesta altura não será estritamente necessário mas (há sempre um mas...)se no decorrer da resposta quiseres exemplificar com um ou outro enriquece sempre a tua resposta.
ResponderEliminarBom dia stôra
ResponderEliminarQual é o factor de coesão interna e de afirmação de portugal no qudro ibérico?
Tem haver com a definição definitiva das fronteiras terrestres e a construção de castelos?
Obrigada
Olá Raquel.
ResponderEliminarComo refere a matriz, é o poder e a autoridade do rei que são factor de coesão interna do reino. O que quer isto dizer? Quer dizer que quanto mais forte for o poder do rei mais controlo ele tem sobre o reino e sobre os grandes senhores, contribuindo para a coesão (ou seja, para a união) do reino, o que acontece à medida que vai centralizando o poder nas suas mãos. Esta estabilidade a nível político contribui também para o país se tornar mais forte no que diz respeito às relações com os outros reinos, principalmente com os vizinhos castelhanos (aí a afirmação de Portugal como reino forte, estável e coeso dentro da Península Ibérica - o quadro ibérico referido).
Espero que a tua dúvida tenha ficado esclarecida.
professora, é necessário saber os casos especificos de Sevilha e de Lisbos, no que diz respeito ao ultimo ponto da matriz?
ResponderEliminarcumprimentos da aluna Ana Capote 10ºH2
Olá Ana,
ResponderEliminaros casos de Lisboa e Sevilha especificamente não dizem respeito ao último ponto da matriz.
Boa noite Stora, o que se tem de falar no penúltimo objectivo do teste? "Caracterizar a vida cultural nas cortes régias e senhoriais", deu-me aqui uma branca não parece ter aqui no blog algo disso, só se for muito abrangente.
ResponderEliminarFrancisco Correia.
Olá Francisco!
ResponderEliminarA propósito deste ponto tens aqui no blog dois posts de 2 de Março: o ideal de cavalaria e do amor cortês e a influência deste último na literatura (nomeadamente na poesia trovadoresca e nos romances de cavalaria). Porque são importantes? São elementos fundamentais para o dia a dia das cortes (dos reis e dos senhores). Fazem parte dos costumes e actividades palacianas, onde o nobre se identifica com o cavaleiro ideal: bom, justo, educado e refinado, capaz de amar delicadamente a sua dama (para este tipo de educação contribuem muito os romances de cavalaria). O próprio amor cortês segue uma série de regras estabelecidas: é principalmente espiritual, existindo um ideal de mulher (bela e discreta), que é o motivo de inspiração para as valentias e boas atitudes do cavaleiro. A perfeição moral e social do cavaleiro era imposta pela cortesia (um código de etiqueta próprio do quotidiano refinado da corte).
Quanto à poesia trovadoresca tem a função de animar os serões (os versos são cantados pelos jograis) e é através dela que se propaga o amor cortês (elemento essencial da sociabilidade cortesã).