quarta-feira, 9 de março de 2011

MATRIZ DE CONTEÚDOS A ESTUDAR PARA O TESTE

MATRIZ DE CONTEÚDOS A ESTUDAR PARA O TESTE

Conteúdos
Aprendizagens Relevantes
Módulo 2
2. O espaço português – a consolidação de um reino cristão ibérico
2.4 O poder régio, factor estruturante de coesão interna do reino
·         Analisar o funcionamento da monarquia feudal
·         Reconhecer no poder e na autoridade real um factor de coesão interna e de afirmação de Portugal no quadro político ibérico
3. Valores, vivências e quotidiano
3.1 A experiência urbana

3.2 A cultura leiga e profana nas cortes régias e senhoriais

·         Conhecer as principais características do estilo gótico
·         Caracterizar a vida cultural nas cortes régias e senhoriais
Módulo 3
1.       A geografia cultural europeia de Quatrocentos e Quinhentos
1.1 Principais centros culturais de produção e difusão de sínteses e inovações


·         Identificar os principais centros culturais da Europa nos séculos XV e XVI

20 comentários:

  1. Não esquecer que o teste está marcado para dias 23 (H2) e 24 (H3) de Março.

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  2. Boa tarde Stora, acerca da Monarquia Feudal, tive por aqui a ver no blog, não tem nada. Vi aqui no livro como funciona, mas para se facilitar um pouco e perceber, podia arranjar um esquema?

    Francisco, 10º H3

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  3. Enquanto isso, eu aqui pelo manual junto o que vai aparecendo..

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  4. Boa tarde Stora, acerca de identificar os principais centros culturais da Europa nos séculos XV e XVI, é só identificar ou temos que explicar cada um?

    Tássia Mota nº28 10ºH2

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  5. Vamos então responder às dúvidas do senhor Francisco:
    quando se fala em monarquia feudal está-se a referir à monarquia portuguesa do período medieval; nesse contexto, já falámos do poder dos reis portugueses - o poder régio - lembras-te? Então é disso que se trata. Foi postada aqui no blog uma síntese esquemática que aborda o poder régio (o esquema que pediste), no dia 8 de Fevereiro. Também no mesmo dia foi postado um quadro sobre as medidas tomadas pelos reis portugueses no sentido de fortalecer e começar a centralizar o seu poder (inquirições, confirmações, leis gerais, desamortizações... vai confirmar). Isto é o centro da aprendizagem relevante desse ponto da matriz do teste.

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  6. Passamos agora à dúvida da Tássia:
    este ponto da matriz traz muitas coisas à mistura e, se vais identificar os principais centros culturais, ao mesmo tempo, terás de saber não só o espaço mas também o tempo em que surgem, porque eram eles os principais centros culturais da Europa na altura e o que é que isso implicava (por exemplo, em termos da mentalidade renascentista). Por isso não é só dizer que é este, aquele e o outro...

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  7. bom dia Professora,
    gostaria de saber se a matéria que está a partir da página 142 sai para a ficha de avaliação.

    Obrigada e continuação de um bom dia.

    Ptrícia Simões
    10º H2

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  8. boa noite Professora
    em relaçao ao poder regio, os esquemas que a professora tem no blog, um deles fala da lei mental de D.Duarte e no livro não fala nada acerca disso, por isso gostaria de saber de que se trata.
    Obrigada e cumprimentos da aluna Ana Capote 10H2

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  9. Esclarecemos agora a dúvida da Patrícia: presumo que a página 142 a que te referes é a do volume 2 do manual; essa parte do 3.2 já não é abrangida na matriz de conteúdos.

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  10. Passamos agora à dúvida da Ana:
    A referida "Lei Mental" de D. Duarte data já do século XV - mais precisamente de 1434 (por isso não é referida no manual que, cronologicamente falando, termina no século XIV). Referia-se a disposições sobre as heranças e a passagem de títulos e honras de pais para filhos.
    Determinava que as terras doadas ou a doar pela Coroa só podiam ser transmitidas ao filho varão primogénito e não podiam ser divididas. Esta disposição permitiu aos monarcas reaver muitos bens e foi um importante instrumento de centralização do poder (esteve em vigor até 1832). Ficou conhecida por Lei Mental por já andar na mente de D. João I antes da aplicação à prática por seu filho D. Duarte.
    Espero ter satisfeito a tua curiosidade a este respeito.
    Claro que esta lei foi apenas mais uma forma de os reis portugueses tentarem controlar o património real que tinha sido doado à nobreza e de centralizarem o seu poder tornando-o mais forte, à semelhança de outras disposições que foram sendo tomadas como as Inquirições, as Confirmações, as Desamortizações e as Leis Gerais

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  11. Boa tarde professora,

    Em relação ao conteúdo do último ponto da matriz sobre o Renascimento,gostaria de saber se temos de falar especificamente sobre a evolução da imprensa de Gutenberg.

    Cumprimentos,

    Catarina Pereira, 10ºH2

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  12. Boa tarde professora,

    Temos de saber os nomes dos artistas renascentistas ?

    Cumprimentos,

    Catarina Pereira 10ºH2

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  13. Olá Catarina.
    Não tens de abordar especificamente a evolução da imprensa. Só tens de perceber até que ponto esta inovação tecnológica contribuiu para a divulgação das novas ideias e facilitou a expansão do conhecimento no período do Renascimento.

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  14. Relativamente a saber os nomes de artistas do Renascimento, nesta altura não será estritamente necessário mas (há sempre um mas...)se no decorrer da resposta quiseres exemplificar com um ou outro enriquece sempre a tua resposta.

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  15. Bom dia stôra

    Qual é o factor de coesão interna e de afirmação de portugal no qudro ibérico?

    Tem haver com a definição definitiva das fronteiras terrestres e a construção de castelos?

    Obrigada

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  16. Olá Raquel.
    Como refere a matriz, é o poder e a autoridade do rei que são factor de coesão interna do reino. O que quer isto dizer? Quer dizer que quanto mais forte for o poder do rei mais controlo ele tem sobre o reino e sobre os grandes senhores, contribuindo para a coesão (ou seja, para a união) do reino, o que acontece à medida que vai centralizando o poder nas suas mãos. Esta estabilidade a nível político contribui também para o país se tornar mais forte no que diz respeito às relações com os outros reinos, principalmente com os vizinhos castelhanos (aí a afirmação de Portugal como reino forte, estável e coeso dentro da Península Ibérica - o quadro ibérico referido).
    Espero que a tua dúvida tenha ficado esclarecida.

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  17. professora, é necessário saber os casos especificos de Sevilha e de Lisbos, no que diz respeito ao ultimo ponto da matriz?
    cumprimentos da aluna Ana Capote 10ºH2

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  18. Olá Ana,
    os casos de Lisboa e Sevilha especificamente não dizem respeito ao último ponto da matriz.

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  19. Boa noite Stora, o que se tem de falar no penúltimo objectivo do teste? "Caracterizar a vida cultural nas cortes régias e senhoriais", deu-me aqui uma branca não parece ter aqui no blog algo disso, só se for muito abrangente.

    Francisco Correia.

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  20. Olá Francisco!
    A propósito deste ponto tens aqui no blog dois posts de 2 de Março: o ideal de cavalaria e do amor cortês e a influência deste último na literatura (nomeadamente na poesia trovadoresca e nos romances de cavalaria). Porque são importantes? São elementos fundamentais para o dia a dia das cortes (dos reis e dos senhores). Fazem parte dos costumes e actividades palacianas, onde o nobre se identifica com o cavaleiro ideal: bom, justo, educado e refinado, capaz de amar delicadamente a sua dama (para este tipo de educação contribuem muito os romances de cavalaria). O próprio amor cortês segue uma série de regras estabelecidas: é principalmente espiritual, existindo um ideal de mulher (bela e discreta), que é o motivo de inspiração para as valentias e boas atitudes do cavaleiro. A perfeição moral e social do cavaleiro era imposta pela cortesia (um código de etiqueta próprio do quotidiano refinado da corte).
    Quanto à poesia trovadoresca tem a função de animar os serões (os versos são cantados pelos jograis) e é através dela que se propaga o amor cortês (elemento essencial da sociabilidade cortesã).

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