FICHA DE DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS - ANÁLISE DE DOCUMENTOS
Tal como acordado na aula, os grupos de trabalho (e alguns alunos individualmente) enviaram as respostas de acordo com a distribuição realizada. Aqui ficam elas e a respectiva correcção.
Ficha de competências – pagina 64 – 69 Trabalho realizado por Andreia Santos e Ana Luísa Oliveira.
1- Documentos: A- outros B- outros C- outros D- outros E- históricos F- outros G- outros H- historiográfico I- histórico J – Histórico L- outros M- histórico
12- O que aproxima Charlotte Corday de Olympe de Gouges e de Maria Antonieta? O que as separa?
- O que aproxima Charlotte Corday de Olympe de Gouges e de Maria Antonieta, é de todas pertencerem aos girondinos, acabando por morrer da mesma forma, guilhotinadas. O que as separa é as diferencia nas classes a que pertencem, Maria Antonieta pertence a realeza e as outras duas senhoras pertencem a burguesia.
Quanto à questão 12: O que as separa são o seu estatuto social (burguesia e nobreza) e as razões pelas quais foram condenadas à morte na guilhotina, que dependeram da ideologia de cada uma.
5- A situação descrita no documento B irá mudar no período da constituição. Esta situação pode ser comprovada no documento C.
14- Os documentos menos relevantes para a redação do texto sintese são os documentos G,L,J,M, pois não abranjem o tema das mulheres e a condição feminina na França.
A situação presente no doc. B muda quando o 3ºEstado nos Estados Gerais decide proclamar-se em Assembleia Nacional pois eram os representantes de 98% da população. O objectivo seguinte era alterar a situação privilegiada do clero e da nobreza, abolindo os direitos feudais e a sobrecarga do 3º Estado com impostos. O documento que mostra esta mudança é o doc. D mostrando a camponesa a ser transportada pela senhora da nobreza e do clero, precisamente a situação inversa do doc. B. Ou seja, agora já não é o povo que suporta o clero e a nobreza e as obrigações são iguais.
Em Setembro de 1791, Olympe de Gouge – originalmente chamando-se Marie Gouze – redigiu A Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã. Esta obra pretendia alertar os homens para a liberdade e igualdade do sexo feminino, procurando que este contribuísse de forma igual nas despesas da administração. Simultaneamente, demandava que as mulheres seguissem o pensamento de Olympe pois eram raras as situações em que uma mulher aplaudia o trabalho de outra. Considera-se, assim, que Olympe de Gouge era uma feminista, título que a condenou e levou a ser guilhotinada.
Realizado por: Alina Oxente (nº1) Sara Augusto (nº16)
Olympe de Gouges redigiu uma Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã em Setembro de 1791. Nesse mesmo ano o absolutismo deixou de existir sendo substituído pela Monarquia Constitucional e consequente divisão dos poderes, institucionalizando-se a igualdade perante a lei. Olympe reivindicava a igualdade de direitos entre as mulheres e os homens, principalmente os direitos políticos. Pode assim ser considerada uma feminista, porque lutou com tudo o que tinha para tentar fazer com que existisse igualdade entre as mulheres e os homens, tentando acabar com a discriminação do sexo feminino por parte dos homens.
11- O Rei Luís XVI e a família real pedem o apoio da Assembleia Nacional Legislativa pois uma multidão cercara o palácio das Tulherias. Como podemos observar na gravura, essa multidão está bastante revoltada com o absolutismo do rei, e decide apelar pela liberdade.
O documento G ilustra o acolhimento da família real à protecção da Assembleia em 10 de Agosto de 1792. De facto, uma Comuna insurreccional com a ajuda de soldados federados tinham assaltado o Palácio Real e o rei, receoso pela sua vida, procurou a protecção da Assembleia Legislativa que acabou por suspender a Monarquia Constitucional (e consequentemente o rei) em resposta às pressões dos revolucionários, que invadiram a Sala da Assembleia com cartazes e palavras de ordem apelando à defesa da Pátria (referência explícita à guerra movida pelos Estados vizinhos), à Igualdade e à Liberdade.
12. O que os aproxima (Charlotte Corday de olympe de gouges e de Maria Antonieta) é serem mulheres e quererem direitos, o que os afasta é serem de grupos diferentes.
O que as separa são o seu estatuto social (burguesia e nobreza) e as razões pelas quais foram condenadas à morte, que dependeram da ideologia de cada uma.
Ana Catarina Lourenço Filipa Rodrigues Tiago Rebelo
3) A condição que o quadro de Maria Antonieta representa é a condição de Mãe 14) A, pois fala da condição natural da mulher mãe. B e D pois ambos os documentos dizem-nos como era antes da revolução mas não explicitamente.
Relativamente à questão 14, os documentos que referem são importantes para percebermos o papel da mulher na sociedade da época. No entanto, aceito a vossa argumentação quando dizem que não o fazem de forma explícita.
A imagem do documento B, inseria-se no século XVIII (mais propriamente na segunda quinzena de Julho e ínicios de Agosto de 1789 e está relacionada com o que aconteceu nessa época, a revolução camponesa. Os camponeses, pressionados pela fome (agravada devido às más colheitas), lutaram pela abolição dos direitos feudais (que obrigavam os camponeses a prestar vassalagem ao seu senhor) e pela emancipação completa da terra. Esta imagem mostra-nos a opressão do clero e da nobreza sobre os camponeses, em que tinham de dar o pouco que tinham mesmo que o que sobrasse não fosse o suficiente para se sustentarem a eles e as suas famílias. Com a revolução dos camponeses contra esta desigualdade, mataram senhores, atacaram castelos e queimaram arquivos senhoriais onde constavam os registos feudais. Concluindo, esta imagem nostra a desigualdade que existia nesta época, em que os senhores cobravam aos camponeses não lhes permitindo ter direitos iguais a eles e em que eram eles que trabalhavam e suportavam as dificuldades que tinham de modo a poderem pagar a dízima.
A imagem B "A corveia da camponesa", retrata a situação que se vivia no periodo pré-revolucionário até 1789. O terceiro estado, de que faziam parte os camponeses, representava uma grande percentagem da população. Era o estado mais prejudicado na sociedade do Antigo Regime, sem privilégios, ao contrário do que acontecia com o clero e a nobreza. A imagem ilustra a pobreza/decadência da vida dos camponeses. O peso nas costas da camponesa simboliza as pesadas cargas tributárias como a corveia (obrigação de realizar trabalho gratuito nas terras dos grandes senhores)que tinham de pagar em troca de uma terra de onde pudessem retirar o seu sustento e das suas famílias.
6. As formas de participação das mulheres na França revolucionária foram : A marcha das mulheres parienses a versalhes ( documento C ); Declaração - Lei com as reivindicações de Olympe de Gouges ( documento E ); A invasão ( documento G ); a petição feminina ( documento I ) e os homicídios ( documento L).
Bruno Felgueiras nº9 e Catarina Carvalho nº12 11ºH1
Em conclusão podemos dizer que as mulheres participaram de forma activa na França revolucionária - nos levantamentos populares e manifestações; reivindicando direitos políticos ou sociais e profissionais através de manifestos escritos e petições; participando em conjuras para eliminar os adversários políticos.
8. Porque redigiu Olympe de Gouges uma Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã em Setembro de 1791 (doc. E)? Que reivindicava ela? Pode Olympe ser considerada uma feminista? Justifique.
- Olympe de Gouges redigiu a declaração dos direitos da mulher e da cidadã porque queria que as mulheres tivessem os mesmos direitos que os homens, ou seja, lutavam para que os direitos fossem de igualdade para todos. Olympe reivindicava os direitos e deveres das mulheres, pois as mulheres também eram cidadãs, logo também têm os seus direitos e deveres tal como todos os outros e sem haver distinções. Pelo que está referido no documento E, podemos considerar certamente que Olympe era uma feminista, pois ela lutava pela igualdade dos direitos defendendo principalmente o lado das mulheres, pois as mulheres eram tratadas de maneira inferior aos homens.
11ºH1 Carolina Henriques Nº11 Francisco Branco Nº14
9. As reivindicações de Olympe de Gouges (Doc. E) são bastante claras, esta acha que todas as mulheres e todos os homens são iguais, e que por isso, devem ser tratados de igual maneira. Assim, esta diz que a mulher e o homem nascem iguais em questão de direitos; que todos os cidadãos e cidadãs têm o dever e direito de participar na formação das leis; e que se a mulher ajuda em todas as tarefas dolorosas também tem o direito de participar na distribuição de lucros. Esta afirma ainda que as mulheres são superiores aos homens nalguns casos, como na sua beleza e nos sofrimentos maternais. Após lermos o Doc. J, do deputado Guyomar, e o Doc. M, do representante Amar, percebemos que existiam dois pontos de vista diferentes, além de os dois considerarem que a mulher deveria ter direitos (ou apenas alguns). Por exemplo, o deputado Guyomar concorda plenamente com Olympe de Gouges, concordando com a total liberdade da mulher, e defendendo-a com frases idênticas a estas: “(…) tratemos as mulheres como iguais, e avancemos na carreira politica.” E “Defensores da liberdade, proclamemos a das mulheres, restituídas á dignidade humana, e franqueemos-lhes perante o espanto da Europa, as portas das assembleias primárias.” Enquanto que o representante Amar concorda com os direitos da mulher, mas acha que esta não pode participar na politica, pois o lugar da mulher é em casa a transmitir paz ao seu lar, e defende a sua ideia com alguns argumentos, tais como: “(…) as mulheres são pouco capazes de elevadas concepções e de meditações sérias.” E “(…) uma mulher não deve sair do âmbito da família para se imiscuir nos assuntos do governo.”
Concluindo, Olympe e Guyomar defendem os direitos da mulher dizendo que esta é igual ao homem, que todos nascem livres, que as mulheres pagam os mesmos impostos que o sexo masculino e que, por isso, devem ter os mesmos direitos. Por outro lado, o representante Amar não defende a mesma ideia que o deputado Guyomar e Olympe, diz que as mulheres podem falar com os seus esposos comunicando-lhes as suas reflexões, para que este, se achar oportuno, leve essas ideias para a sociedade, de modo a que as mulheres não se "intrometam" nos assuntos políticos, visto que não é essa a sua função.
Resolução da questão nº2 do manual Documento A – 1ª Etapa Documento B – 1ª Etapa Documento C – 1ª Etapa Documento D – 1ª Etapa Documento E – 2ª Etapa Documento F – 3ª Etapa Documento G – 3ª Etapa Documento H – 3ª Etapa Documento I – 3ª Etapa Documento J – 3ª Etapa Documento L – 3ª Etapa Documento M – 2ª Etapa
Era importante clarificar quais são as etapas da Revolução e, dessa forma, a vossa resposta deveria ser apresentada deste modo: O doc. A insere-se no contexto do período do Antigo Regime; O doc. B insere-se no contexto revolucionário vivido em França em 1789 durante a Assembleia Nacional, o mesmo se passando com o doc. C; O doc. D surge no âmbito da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão e consequente abolição dos direitos feudais; O doc. E surge no contexto da Constituição de 1791 e da constatação de que as mulheres continuam sem quaisquer direitos políticos; O doc. G surge no contexto da guerra (1792)em que uma Comuna insurreccional se instalou na Câmara e com a ajuda de soldados federados assaltaram o palácio real, tendo o rei procurado a protecção da Assembleia Legislativa que o acabou por suspender em resposta às pressões que sofria por parte dos revolucionários; O doc. H já se insere no âmbito das mudanças levadas a cabo pela Convenção republicana: o casamento civil e a lei do divórcio; Os documentos I, J, L e M inserem-se no período conturbado da Convenção em que se fazem sentir os efeitos da política de Robespierre e as camadas populares reivindicam mais direitos para quem não os tem, referindo-se o penúltimo à morte de Marat assassinado pela sua namorada girondina (de origem burguesa) Charlotte Corday, e o último à resistência em atribuir às mulheres quaisquer direitos políticos.
A situação muda na primeira etapa (1789-1791) quando criada a Assembleia Nacional Constituinte. Sendo que o documento C que revela essa mudança, pois é este que demonstra a revolução do povo.
Ana Filipa Martins Freire Nº5 e Nair Alexandra Reis Araujo Nº19
A situação presente no doc. B muda quando o 3ºEstado nos Estados Gerais decide proclamar-se em Assembleia Nacional pois eram os representantes de 98% da população. O objectivo seguinte era alterar a situação privilegiada do clero e da nobreza, abolindo os direitos feudais e a sobrecarga do 3º Estado com impostos. O documento que mostra esta mudança é o doc. D mostrando a camponesa a ser transportada pela senhora da nobreza e do clero, precisamente a situação inversa do doc. B. Ou seja, agora já não é o povo que suporta o clero e a nobreza e as obrigações são iguais.
Confusão entre documento histórico e documento historiográfico. De facto, historiográfico é apenas o documento H. Os documentos E, I, J e M são históricos.
7- Como é possível visualizar nos documentos C, E, G, I, e L, as mulheres apresentadas pertencem ao 3º estado. Podemos comprovar com o doc. C onde as mulheres participavam das marchas, devido a falta de cereais para a alimentação, no doc. E, onde o documento apesentado foi escrito por Olympe de Gouges, mulher girondina.
Até ao momento nenhum dos grupos incumbidos da realização da questão 13 a apresentou, por isso aqui fica a reflexão sobre a questão levantada. A situação expressa no documento H teve impacto na condição feminina, mas apenas na medida em que o divórcio era possível. Mas será que a mulher podia tomar a iniciativa de pedir o divórcio ou continuaria sujeita ao que o elemento masculino decidia? Será que realmente podia dizer o que pensava sobre o casamento e sobre os seus sentimentos, ou seja, já havia liberdade de expressão por parte da mulher? Com o divórcio na Revolução, a mulher adquiriu um papel activo, importante e indispensável na sociedade? Conseguiu mesmo mudar a mente dos homens em relação aos deveres e obrigações que tinham?
O documento B pertence à primeira etapa da revolução, por isso é possível verificar as “injustiças” patentes na sociedade da época. A imagem da camponesa a carregar membros da nobreza e do clero funciona como metáfora. O povo era sempre o que mais trabalhava e aquele que pagava impostos ao contrário da nobreza e do clero que estavam isentos destes pagamentos, tornando assim uma sociedade injusta. Raquel
Ficha de competências – pagina 64 – 69
ResponderEliminarTrabalho realizado por Andreia Santos e Ana Luísa Oliveira.
1-
Documentos:
A- outros
B- outros
C- outros
D- outros
E- históricos
F- outros
G- outros
H- historiográfico
I- histórico
J – Histórico
L- outros
M- histórico
12- O que aproxima Charlotte Corday de Olympe de Gouges e de Maria Antonieta? O que as separa?
- O que aproxima Charlotte Corday de Olympe de Gouges e de Maria Antonieta, é de todas pertencerem aos girondinos, acabando por morrer da mesma forma, guilhotinadas.
O que as separa é as diferencia nas classes a que pertencem, Maria Antonieta pertence a realeza e as outras duas senhoras pertencem a burguesia.
A resposta à questão 1 está correcta, mas podiam ter explicitado que os documentos que não são nem históricos nem historiográficos são iconográficos.
EliminarQuanto à questão 12:
EliminarO que as separa são o seu estatuto social (burguesia e nobreza) e as razões pelas quais foram condenadas à morte na guilhotina, que dependeram da ideologia de cada uma.
5- A situação descrita no documento B irá mudar no período da constituição. Esta situação pode ser comprovada no documento C.
ResponderEliminar14- Os documentos menos relevantes para a redação do texto sintese são os documentos G,L,J,M, pois não abranjem o tema das mulheres e a condição feminina na França.
Joana Ramos, nº11, 11ºH3
Leandro Fernandes, nº12, 11 H3
Questão 5
EliminarA situação presente no doc. B muda quando o 3ºEstado nos Estados Gerais decide proclamar-se em Assembleia Nacional pois eram os representantes de 98% da população. O objectivo seguinte era alterar a situação privilegiada do clero e da nobreza, abolindo os direitos feudais e a sobrecarga do 3º Estado com impostos. O documento que mostra esta mudança é o doc. D mostrando a camponesa a ser transportada pela senhora da nobreza e do clero, precisamente a situação inversa do doc. B. Ou seja, agora já não é o povo que suporta o clero e a nobreza e as obrigações são iguais.
Seria bom que fundamentassem melhor o desinteresse dos documentos G, L, J e M.
Eliminar8.
ResponderEliminarEm Setembro de 1791, Olympe de Gouge – originalmente chamando-se Marie Gouze – redigiu A Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã. Esta obra pretendia alertar os homens para a liberdade e igualdade do sexo feminino, procurando que este contribuísse de forma igual nas despesas da administração. Simultaneamente, demandava que as mulheres seguissem o pensamento de Olympe pois eram raras as situações em que uma mulher aplaudia o trabalho de outra. Considera-se, assim, que Olympe de Gouge era uma feminista, título que a condenou e levou a ser guilhotinada.
Realizado por:
Alina Oxente (nº1)
Sara Augusto (nº16)
Olympe de Gouges redigiu uma Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã em Setembro de 1791. Nesse mesmo ano o absolutismo deixou de existir sendo substituído pela Monarquia Constitucional e consequente divisão dos poderes, institucionalizando-se a igualdade perante a lei.
EliminarOlympe reivindicava a igualdade de direitos entre as mulheres e os homens, principalmente os direitos políticos. Pode assim ser considerada uma feminista, porque lutou com tudo o que tinha para tentar fazer com que existisse igualdade entre as mulheres e os homens, tentando acabar com a discriminação do sexo feminino por parte dos homens.
11- O Rei Luís XVI e a família real pedem o apoio da Assembleia Nacional Legislativa pois uma multidão cercara o palácio das Tulherias. Como podemos observar na gravura, essa multidão está bastante revoltada com o absolutismo do rei, e decide apelar pela liberdade.
ResponderEliminarJoana Filipe nº16 , Ricardo Reis 11ºH1
O documento G ilustra o acolhimento da família real à protecção da Assembleia em 10 de Agosto de 1792. De facto, uma Comuna insurreccional com a ajuda de soldados federados tinham assaltado o Palácio Real e o rei, receoso pela sua vida, procurou a protecção da Assembleia Legislativa que acabou por suspender a Monarquia Constitucional (e consequentemente o rei) em resposta às pressões dos revolucionários, que invadiram a Sala da Assembleia com cartazes e palavras de ordem apelando à defesa da Pátria (referência explícita à guerra movida pelos Estados vizinhos), à Igualdade e à Liberdade.
Eliminar12. O que os aproxima (Charlotte Corday de olympe de gouges e de Maria Antonieta) é serem mulheres e quererem direitos, o que os afasta é serem de grupos diferentes.
ResponderEliminarMárcia e Paula
O que as separa são o seu estatuto social (burguesia e nobreza) e as razões pelas quais foram condenadas à morte, que dependeram da ideologia de cada uma.
EliminarAna Catarina Lourenço
ResponderEliminarFilipa Rodrigues
Tiago Rebelo
3) A condição que o quadro de Maria Antonieta representa é a condição de Mãe
14) A, pois fala da condição natural da mulher mãe. B e D pois ambos os documentos dizem-nos como era antes da revolução mas não explicitamente.
Questão 3 correcta. A condição feminina apresentada é a condição de mãe.
EliminarRelativamente à questão 14, os documentos que referem são importantes para percebermos o papel da mulher na sociedade da época. No entanto, aceito a vossa argumentação quando dizem que não o fazem de forma explícita.
EliminarAna Cleusa e Ana Isabel
ResponderEliminarQuestão 4.
A imagem do documento B, inseria-se no século XVIII (mais propriamente na segunda quinzena de Julho e ínicios de Agosto de 1789 e está relacionada com o que aconteceu nessa época, a revolução camponesa. Os camponeses, pressionados pela fome (agravada devido às más colheitas), lutaram pela abolição dos direitos feudais (que obrigavam os camponeses a prestar vassalagem ao seu senhor) e pela emancipação completa da terra.
Esta imagem mostra-nos a opressão do clero e da nobreza sobre os camponeses, em que tinham de dar o pouco que tinham mesmo que o que sobrasse não fosse o suficiente para se sustentarem a eles e as suas famílias.
Com a revolução dos camponeses contra esta desigualdade, mataram senhores, atacaram castelos e queimaram arquivos senhoriais onde constavam os registos feudais.
Concluindo, esta imagem nostra a desigualdade que existia nesta época, em que os senhores cobravam aos camponeses não lhes permitindo ter direitos iguais a eles e em que eram eles que trabalhavam e suportavam as dificuldades que tinham de modo a poderem pagar a dízima.
Clarificando melhor o que queriam responder:
EliminarA imagem B "A corveia da camponesa", retrata a situação que se vivia no periodo pré-revolucionário até 1789. O terceiro estado, de que faziam parte os camponeses, representava uma grande percentagem da população. Era o estado mais prejudicado na sociedade do Antigo Regime, sem privilégios, ao contrário do que acontecia com o clero e a nobreza.
A imagem ilustra a pobreza/decadência da vida dos camponeses.
O peso nas costas da camponesa simboliza as pesadas cargas tributárias como a corveia (obrigação de realizar trabalho gratuito nas terras dos grandes senhores)que tinham de pagar em troca de uma terra de onde pudessem retirar o seu sustento e das suas famílias.
6. As formas de participação das mulheres na França revolucionária foram : A marcha das mulheres parienses a versalhes ( documento C ); Declaração - Lei com as reivindicações de Olympe de Gouges ( documento E ); A invasão ( documento G ); a petição feminina ( documento I ) e os homicídios ( documento L).
ResponderEliminarBruno Felgueiras nº9 e Catarina Carvalho nº12 11ºH1
Em conclusão podemos dizer que as mulheres participaram de forma activa na França revolucionária - nos levantamentos populares e manifestações; reivindicando direitos políticos ou sociais e profissionais através de manifestos escritos e petições; participando em conjuras para eliminar os adversários políticos.
Eliminar8. Porque redigiu Olympe de Gouges uma Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã em Setembro de 1791 (doc. E)? Que reivindicava ela? Pode Olympe ser considerada uma feminista? Justifique.
ResponderEliminar- Olympe de Gouges redigiu a declaração dos direitos da mulher e da cidadã porque queria que as mulheres tivessem os mesmos direitos que os homens, ou seja, lutavam para que os direitos fossem de igualdade para todos. Olympe reivindicava os direitos e deveres das mulheres, pois as mulheres também eram cidadãs, logo também têm os seus direitos e deveres tal como todos os outros e sem haver distinções. Pelo que está referido no documento E, podemos considerar certamente que Olympe era uma feminista, pois ela lutava pela igualdade dos direitos defendendo principalmente o lado das mulheres, pois as mulheres eram tratadas de maneira inferior aos homens.
11ºH1
Carolina Henriques Nº11
Francisco Branco Nº14
De forma geral pode-se considerar correcta a vossa resposta, ainda que existam algumas imprecisões ao nível do discurso escrito.
EliminarQuestão 7:
ResponderEliminarAs mulheres que participavam nestes movimentos feministas pertenciam essencialmente à Nobreza e à Burguesia.
Bruno Pedro
Pedro Covas
Os estratos sociais a que as mulheres dos documentos pertencem são a Burguesia e as camadas populares.
EliminarRita, Hélio e Tiago Cabral
ResponderEliminarQuestão 9
9. As reivindicações de Olympe de Gouges (Doc. E) são bastante claras, esta acha que todas as mulheres e todos os homens são iguais, e que por isso, devem ser tratados de igual maneira. Assim, esta diz que a mulher e o homem nascem iguais em questão de direitos; que todos os cidadãos e cidadãs têm o dever e direito de participar na formação das leis; e que se a mulher ajuda em todas as tarefas dolorosas também tem o direito de participar na distribuição de lucros. Esta afirma ainda que as mulheres são superiores aos homens nalguns casos, como na sua beleza e nos sofrimentos maternais.
Após lermos o Doc. J, do deputado Guyomar, e o Doc. M, do representante Amar, percebemos que existiam dois pontos de vista diferentes, além de os dois considerarem que a mulher deveria ter direitos (ou apenas alguns). Por exemplo, o deputado Guyomar concorda plenamente com Olympe de Gouges, concordando com a total liberdade da mulher, e defendendo-a com frases idênticas a estas: “(…) tratemos as mulheres como iguais, e avancemos na carreira politica.” E “Defensores da liberdade, proclamemos a das mulheres, restituídas á dignidade humana, e franqueemos-lhes perante o espanto da Europa, as portas das assembleias primárias.” Enquanto que o representante Amar concorda com os direitos da mulher, mas acha que esta não pode participar na politica, pois o lugar da mulher é em casa a transmitir paz ao seu lar, e defende a sua ideia com alguns argumentos, tais como: “(…) as mulheres são pouco capazes de elevadas concepções e de meditações sérias.” E “(…) uma mulher não deve sair do âmbito da família para se imiscuir nos assuntos do governo.”
Concluindo, Olympe e Guyomar defendem os direitos da mulher dizendo que esta é igual ao homem, que todos nascem livres, que as mulheres pagam os mesmos impostos que o sexo masculino e que, por isso, devem ter os mesmos direitos. Por outro lado, o representante Amar não defende a mesma ideia que o deputado Guyomar e Olympe, diz que as mulheres podem falar com os seus esposos comunicando-lhes as suas reflexões, para que este, se achar oportuno, leve essas ideias para a sociedade, de modo a que as mulheres não se "intrometam" nos assuntos políticos, visto que não é essa a sua função.
EliminarResolução da questão nº2 do manual
ResponderEliminarDocumento A – 1ª Etapa
Documento B – 1ª Etapa
Documento C – 1ª Etapa
Documento D – 1ª Etapa
Documento E – 2ª Etapa
Documento F – 3ª Etapa
Documento G – 3ª Etapa
Documento H – 3ª Etapa
Documento I – 3ª Etapa
Documento J – 3ª Etapa
Documento L – 3ª Etapa
Documento M – 2ª Etapa
Ana Catarina Faria, Beatriz e Ricardo Fonseca
Era importante clarificar quais são as etapas da Revolução e, dessa forma, a vossa resposta deveria ser apresentada deste modo:
EliminarO doc. A insere-se no contexto do período do Antigo Regime;
O doc. B insere-se no contexto revolucionário vivido em França em 1789 durante a Assembleia Nacional, o mesmo se passando com o doc. C;
O doc. D surge no âmbito da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão e consequente abolição dos direitos feudais;
O doc. E surge no contexto da Constituição de 1791 e da constatação de que as mulheres continuam sem quaisquer direitos políticos;
O doc. G surge no contexto da guerra (1792)em que uma Comuna insurreccional se instalou na Câmara e com a ajuda de soldados federados assaltaram o palácio real, tendo o rei procurado a protecção da Assembleia Legislativa que o acabou por suspender em resposta às pressões que sofria por parte dos revolucionários;
O doc. H já se insere no âmbito das mudanças levadas a cabo pela Convenção republicana: o casamento civil e a lei do divórcio;
Os documentos I, J, L e M inserem-se no período conturbado da Convenção em que se fazem sentir os efeitos da política de Robespierre e as camadas populares reivindicam mais direitos para quem não os tem, referindo-se o penúltimo à morte de Marat assassinado pela sua namorada girondina (de origem burguesa) Charlotte Corday, e o último à resistência em atribuir às mulheres quaisquer direitos políticos.
Questão 5
ResponderEliminarA situação muda na primeira etapa (1789-1791) quando criada a Assembleia Nacional Constituinte. Sendo que o documento C que revela essa mudança, pois é este que demonstra a revolução do povo.
Ana Filipa Martins Freire Nº5 e Nair Alexandra Reis Araujo Nº19
A situação presente no doc. B muda quando o 3ºEstado nos Estados Gerais decide proclamar-se em Assembleia Nacional pois eram os representantes de 98% da população. O objectivo seguinte era alterar a situação privilegiada do clero e da nobreza, abolindo os direitos feudais e a sobrecarga do 3º Estado com impostos. O documento que mostra esta mudança é o doc. D mostrando a camponesa a ser transportada pela senhora da nobreza e do clero, precisamente a situação inversa do doc. B. Ou seja, agora já não é o povo que suporta o clero e a nobreza e as obrigações são iguais.
EliminarAdriana
ResponderEliminarQuestão 1
A)Outros;
B)Outros;
C)Outros;
D)Outros;
E)Doc. Escrito Historiográfico;
F)Outros;
G)Outros;
H)Doc. Escrito Historiográfico;
I)Doc. Escrito Historiográfico;
J)Doc. Escrito Historiográfico;
L)Outros;
M)Doc. Escrito Historiográfico;
Confusão entre documento histórico e documento historiográfico. De facto, historiográfico é apenas o documento H. Os documentos E, I, J e M são históricos.
Eliminar7- Como é possível visualizar nos documentos C, E, G, I, e L, as mulheres apresentadas pertencem ao 3º estado. Podemos comprovar com o doc. C onde as mulheres participavam das marchas, devido a falta de cereais para a alimentação, no doc. E, onde o documento apesentado foi escrito por Olympe de Gouges, mulher girondina.
ResponderEliminarShayenny e Carla
Correcto.
EliminarAté ao momento nenhum dos grupos incumbidos da realização da questão 13 a apresentou, por isso aqui fica a reflexão sobre a questão levantada.
ResponderEliminarA situação expressa no documento H teve impacto na condição feminina, mas apenas na medida em que o divórcio era possível.
Mas será que a mulher podia tomar a iniciativa de pedir o divórcio ou continuaria sujeita ao que o elemento masculino decidia? Será que realmente podia dizer o que pensava sobre o casamento e sobre os seus sentimentos, ou seja, já havia liberdade de expressão por parte da mulher?
Com o divórcio na Revolução, a mulher adquiriu um papel activo, importante e indispensável na sociedade? Conseguiu mesmo mudar a mente dos homens em relação aos deveres e obrigações que tinham?
Questão 4
ResponderEliminarO documento B pertence à primeira etapa da revolução, por isso é possível verificar as “injustiças” patentes na sociedade da época. A imagem da camponesa a carregar membros da nobreza e do clero funciona como metáfora. O povo era sempre o que mais trabalhava e aquele que pagava impostos ao contrário da nobreza e do clero que estavam isentos destes pagamentos, tornando assim uma sociedade injusta.
Raquel
Apesar de atrasada, a resposta da Raquel está correcta. Gostei particularmente da identificação da metáfora!
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