quinta-feira, 10 de maio de 2012

FICHA DE DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS - A EVOLUÇÃO DA IDEIA DE NAÇÃO E DE NACIONALISMO

Podem colocar aqui os resultados do vosso trabalho.

13 comentários:

  1. Ficha de desenvolvimento de competências sobre o Nacionalismo (Páginas 116 a 119):

    1.1. A presença de várias Nações europeias é simbolizada através das diferentes bandeiras. A Itália apresenta-se na situação particular em que não estava unificada devido a situação política em que existe uma divisão neste parâmetro.

    1.2. É possível destacar a alta burguesia e o povo (e também as outras classes sociais). As crianças e as mulheres estavam presentes, pois a probabilidade de serem atacados era menor se estes fossem à frente.

    1.3. Quem representa a figura que segura a placa dos Direitos do Homem é a República.

    1.4. A árvore representa a união entre as diferentes Nações.

    1.5. O ambiente que envolve a cena é um ambiente de união entre as Nações europeias.

    1.6. A mensagem que o autor quis difundir, a propósito das Nações europeias foi a união entre as diferentes Nações como forma de adoptar na república universal, democrática e social.

    2.1. Na caricatura, o país que apresenta passividade é a Turquia Asiática, a submissão é Portugal, a agressão é a França, a revolta é a Rússia e o desespero é a Turquia Europeia.

    2.2. A Grã-Bretanha apresenta-se num estado de calma, mas uma das ilhas domina a outra; A Itália apresenta-se em esforço e desespero a tentar não cair e a empurrar a Rússia (a tentar não se deixar dominar).

    2.3. Quem ameaça a Península Balcânica é a Rússia.
    2.4. A diferença que a caricatura revela, sobre a Europa das Nações, relativamente à litografia, é que na caricatura existem países submissos a outros, países que dominam, países em estado passivo, agressivo e revoltado; E na litografia existe a união das Nações europeias.

    3.1. É a resposta de um francês a um alemão. O autor alemão T. Mommsen defendia que o princípio das nacionalidades permitiria um estado poderoso ocupar uma província pela força, com a condição de que só seria habitada pela mesma raça; A raça e a língua fazem a nacionalidade. O autor francês Fustel de Coulanges responde ao autor alemão dizendo que não são a raça nem a língua que fazem a nacionalidade, mas sim as conveniências geográficas e os interesses políticos ou comerciais; É uma Nação quando possuí uma comunidade de ideias, interesses, afectos, recordações e esperanças, querer marchar, trabalhar, combater, viver e morrer uns pelos outros.

    3.2.O que se opõe à mensagem do documento A é o autor alemão, pois ele acha que as Nações estão ligadas pela conveniências geográficas ou interesses políticos ou comerciais; pelos povos que possuem comunidade de ideias, de interesses, afectos e recordações. O que se aproxima é o autor francês, porque defendia a união das Nações como antigamente.

    3.3. O texto ajuda a explicar a descrição da França e da Prússia na caricatura, pois a Prússia tenta dominar a França à força e esta tenta impedi-lo.

    4.1. O texto confirma a visão manifestada na caricatura do documento B, porque o Eça de Queirós diz que na Europa não haverá a universal fraternidade anunciada pelos idealistas, mas talvez o vasto conflito de povos porque estes se detestam por não se compreenderem.

    4.2.Não são unidos, são desconfiados, não acreditam uns nos outros e existem ódios tensos apesar de não terem justificação e serem vagos.

    4.3.Eça de Queirós diz que os povos não se vão entender porque se detestam por não se compreenderem e não terem confiança e não existe a fraternidade universal que os idealistas anunciaram.

    5. Em 1848 a Nação era definida pela língua e pela raça, nos finais do século XIX a Nação era definida pela União das Nações.

    11º H1
    Ana Cleusa nº4
    Ana Isabel nº6

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  2. Páginas 118 e 119:

    1.1.) A presença de várias nações europeias é simbolizada pelas revoluções e manifestações que existiam na Europa, em todos os países, feita principalmente pelo movimento operário e nacionalistas. Nessa altura a sociedade era muito nacionalista e não gostava de interferências estrangeiras no seu país. Itália tinha acabado de se unificar, passando por dificuldades tais como o seu regime político. Itália passava por dificuldades pois havia uma parte da população a lutar pela monarquia e outra parte pela República, criando assim alguns conflitos para unificar os estados de Itália formando uma só nação, em 1871 Roma passou a ser a capital de Itália e a Itália ficou unida ao fim de anos.

    1.2.) Podemos observar na imagem do doc. A os grupos sociais compostos por operários e também membros que fazem parte da elite burguesa.
    A presença das mulheres e crianças já é notável, pois antigamente apenas os homens tinham os direitos todos, mas agora as mulheres e as crianças estão a assumir um papel mais notório na sociedade, participando assim em manifestações para tentar obter ainda mais direitos.

    1.3.) A estátua representa a República e no cenário de primeiro plano os objectos que jazem no chão são as coroas dos reis e os pergaminhos da nobreza, ou o que resta deles, onde estariam escritas as suas descendências, observamos tal coisa como se fosse lixo. Com tudo isto podemos verificar que simboliza o fim do Antigo Regime.

    1.4.) A árvore simboliza o imperialismo, o que significa que as pessoas lutavam para o império. Significa também que as pessoas estariam a lutar para unificar os estados formando um império ou país, daí as bandeiras em volta das árvores. Sabemos principalmente que fazia parte da queda do Antigo Regime.

    1.5.) A cena está envolvida num ambiente em que verificamos de um lado uma estátua e natureza, como a plantação de árvores, de outro lado podemos verificar algo que é feito propositadamente para parecer lixo como os pergaminhos e a coroas, que como já foi respondido significa o fim do Antigo Regime. Também verificamos uma multidão de gente de várias nações que parece infinita num ambiente que parece de revolução e muito movimentado num tempo nublado.

    1.6.) Nós pensamos que o artista quererá transmitir que as pessoas, nessa altura, estavam revoltadas com a política do seu país, eram muito nacionalistas por isso apenas queriam saber de si e fazer o seu país maior unificando estados. Para tal eram criadas revoluções, visto que existem coroas no chão no meio do lixo poderemos dizer também que elas estavam contra a monarquia, ou qualquer população superior que mandasse nelas, pois eles também tinham os seus direitos e teriam de lutar por eles.

    2.1.) Passividade – Áustria, Espanha, Córsega, Sardenha, Dinamarca, Suíça, Turquia na Ásia
    Submissão – Bélgica, Irlanda, Portugal, Noruega, Suécia
    Agressão – França, Inglaterra
    Revolta – Prússia, Rússia
    Desespero – Itália, Turquia na Europa

    2.2.) A Grã-Bretanha apresenta-se com uma senhora idosa, com cara de arrogante, lutando com o seu cão de estimação que se encontra peso por uma trela, mais propriamente a Irlanda.
    A Itália apresenta-se através de um homem alto que parece estar a aguentar a pressão da Prússia, ou seja, a segurá-la.

    2.3.) Quem se encontra a ameaçar a península balcânica é a Áustria, onde podemos observar um soldado deitado sobre a mesma.

    2.4.) A caricatura demonstra a realidade negra de uma forma humorística, enquanto que na litografia a pintura é mais séria e representada pelas pessoas da época.

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  3. 3.1.) Do ponto de vista de T. Mommsen, a raça, a língua, as conveniências geográficas, os interesses políticos ou comerciais constituem uma nação, ou seja, para ele não é necessário estarem todos unidos e serem um povo que seja um só, é uma nação se cumprir as medidas a cumprir numa nação.
    Do ponto de vista de Fustel de Coulanges é através do povo unido, as relações entre eles, quando se sentem na sua terra, quando as suas recordações são feitas principalmente na sua nação, ou seja, a nação é a união entre as pessoas. Para ele uma nação é movida pelo sentimento de pertença de um povo a uma comunidade com religião, tradições culturais e passados históricos comuns, sendo um pouco de patriotismo também.

    3.2.) Fustel de Coulanges tem uma ideia de nação mais aproximada do documento, sendo então que T. Mommsen opõe-se a tal. No documento A verificamos milhares de pessoas com bandeiras do seu país mas todas unidas para o mesmo efeito, querendo-se juntar para formar um império, e é Fustel de Coulanges que concorda com tal.

    3.3.) Sim. Porque na caricatura podemos verificar que França é um homem com uma espécie de uma espada na mão aponta à Prússia que se encontra de Joelhos, no documento C encontramos o conceito de nação de dois pontos de vista diferentes e também uma opinião deles acerca de quem deve ficar Alsácia-Lorena, pois na opinião de um com o seu conceito de Nação é a Prússia que deverá ficar com Alsácia-Lorena, mas na opinião de outro é a França, daí haver uma revolta entre eles.

    4.1.) Sim, o texto confirma. Porque podemos verificar no doc. D que este fala como os povos patriotas e nacionalistas se odeiam uns aos outros. Querem todos ter os seus direitos, os seus costumes, apenas o que é deles interessa, rejeitando assim o estrangeirismo. No doc. B também podemos verificar os tais conflitos entre os povos, fazendo com que o doc. B e D se interliguem deste modo.

    4.2.) A situação referida no texto é explicada pela ganância dos nacionalistas que pretendem obter lucros com o seu país e fazer do seu país o melhor de todos, rejeitando tudo o que é estrangeiro e criando conflitos entre eles.

    4.3.) Podemos verificar que Eça de Queirós descreve a raiva que os nacionalistas têm entre eles em vez de se unificarem, fazendo com que os idealistas que imaginavam um mundo ideal e unido, sem conflitos e guerras, se deparassem com uma realidade completamente oposta com guerras, conflitos, patriotismo.

    5.) Em 1848 os nacionalista moviam-se unidos e eram mais patriotas sem apelar tanto à violência, com o passar do tempo foram-se dividindo em sociedades nacionalistas onde começaram a haver conflitos, guerras e revoluções que acabou por destruir a união entre eles.

    11ºH1:
    Carolina Henriques Nº11
    Francisco Branco Nº14

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  4. 1.1. A presença das Nações europeias é simbolizada através da Bandeira. Numa situação particular a Itália não se encontra unificada devido às divisões políticas daquela época.

    1.2. É possível observar todos os grupos sociais, mas principalmente a alta burguesia, o proletariado e os camponeses. A presença das mulheres e das crianças é importante, porque eram "usadas" como meio de defesa e com o objectivo de não se instaurar uma guerra.

    1.3. A figura que segura a placa dos Direitos do Homem é a República.

    1.4. A árvore significa a União de tidas as Nações.

    1.5. O ambiente que envolve a cena é de tensão, manifesto e revolta por parte dos diversos grupos sociais.

    1.6. A propósito das Nações Europeias, o artista quis difundir a União das Nações, a República Universal, democrática e social.

    2.1. No documento B é possível observar várias atitudes por parte das potências europeias: Atitude passiva: Espanha e Áustria; Submissão: Portugal; Agressão: Rússia e Prússia; Revolta: França; Desespero: Turquia

    2.2. A Grã-Bretanha apresenta-se desactualizada e mantém-se abstraída do resto da Europa. No que diz respeito à Itália, está desequilibrada e a segurar o império da Prússia.

    2.3. Quem ameaça a Península Balcânica é a Rússia.

    2.4. Enquanto que na litografia se observa a União das Nações, na caricatura é demonstrado os diversos países da Europa em conflito.

    3.1. Mommsen (alemão) defende que a Alsácia deve pertencer à Alemanha porque segundo ele o que distingue uma Nação é a raça e a língua e visto que a raça da população de Alsácia é germânica e a língua é alemã, ela deve pertencer à Alemanha.
    Fustel (francês) defende que a Alsácia deve ser da França, visto que, para ele a Nação não é distinguida nem pela raça nem pela língua mas pela nacionalidade e pelo sentimento de pátria, logo deverá pertencer à França.

    3.2. O que se opõe ao documento A é o Fustel, porque no documento A observa-se uma "mistura" de raças e línguas que por sua vez constituem a Nação, logo o que mais se aproxima é a o Mommsen.

    3.3. Sim, porque através da descrição da França e da Prússia é-nos mais explicita a situação destes dois países no qual a caricatura tem por objectivo realçar.

    4.1 O texto do documento B confirma a visão manifestada na caricatura, porque como consta no doc. A todos os povos estão em conflito, e o texto do Eça fala precisamente disso: que os povos não são fraternais, e que há um conflito entre todos por não se compreenderem "(...) um vasto conflito de povos, que se detestam porque se não compreendem."

    4.2. A situação relatada no texto explica-se pelo simples facto de que todos lutam por determinados territórios já ocupados; todos querem o domínio de territórios, e como não há entendimento os povos geram conflitos.

    Catarina Faria
    Pedro Covas
    11ºH1

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  5. Ficha de desenvolvimento de competências (Página 116 a 119)
    1.
    1.1 A presença das várias Nações europeias simboliza as bandeiras, destacando-se a Itália que não se apresenta unificada.

    1.2 Os grupos sociais que são possíveis distinguir no documento A é a Alta Burguesia, o proletariado urbano e camponeses. O significado das mulheres e crianças eram uma forma de proteção para os homens para que não fossem atingidos.

    1.3 No documento A, a figura representada é a república.

    1.4 No documento A, a árvore significa a união de todas as nações.

    1.5 o ambiente que envolve a cena é de revolta e da luta pelos direitos do homem.

    1.6 A mensagem que o autor quis difundir, a propósito das nações europeias foi a união das nações, da república universal, democracia e social.

    2.
    2.1 No documento B:
    • Passividade – Espanha
    • Submissão – Portugal
    • Agressão – Rússia e Prússia
    • Revolta – França
    • Desespero – Turkey in europe e França

    2.2 A Grã-Bretanha apresenta-se desatualizada e mantem-se abstraída do resto da europa enquanto a Itália esta desequilibrada e a segurar o impero da Prússia.

    2.3 A Península balcânica foi ameaçada pela Rússia

    2.4 a diferença que revela a caricsatura0 sobre a europa das nações e que enquanto que na litografia se observa a união das nações, na caricatura e demonstrada que entre os países da europa esta tudo de costas voltadas desorganizado e desequilibrado.

    3.
    3.1 No documento C, Thomasson, autor alemão defende que a Alsácia deve pertencer a Alemanha, visto que distingue uma nação, não é a raça nem a língua. “Pode ser que a alsácia alemã pela raça e pela língua;”.
    Fustel, historiador francês defende que a alsácia deve ser da frança.

    3.2 o que se opõe a mensagem do documento A é a Prússia, e o que se aproxima mais é a França porque pois no documento A podemos verificar todos em marchas a lutar pelo que acreditam e é isso que a França defende.

    3.3 O documento A ajuda apenas a demonstrar o que a França defende devido às imagens em que estão todos os homens unidos por uma causa.

    4.
    4.1. O texto do documento D desmente a visão manifestada no documento B, pois neste documento verificou-se uma separação dos indivíduos e das nações.

    4.2 - A situação que o documento D relata é um desentendimento existente tanto nos povos como nas nações.

    5. Enquanto os movimentos nacionalistas em 1848 se baseavam no principio deste- afirmava que os povos enquanto comunidades unidas pelos mesmo laços étnicos língua historia e tradições culturais.

    Ana Catarina Lourenço nr.3 11ºH1
    Bruno Felgueiras nr.9
    Adriana Ramos nr.1

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  6. 1.1 As nações europeias são simbolizadas pelas bandeiras que estão representadas no Doc.A. Nesta situação, a Itália, por não ser um estado unificado tendo por isso diferentes políticos, regimes e uma sociedade diferente.
    1.2 Podemos distinguir a alta burguesia e o povo. Com a presença de mulheres e crianças podemos verificar que estas já faziam parte da sociedade tendo os mesmos direitos.
    1.3 A figura que segura a placa dos direitos do Homem é a república.
    1.4 A árvore simboliza a união existente entre as nações europeias.
    1.5 O ambiente que envolve a cena é um ambiente de união entre as classes sociais e as diferentes nações europeias.
    1.6 O artista tenta demostrar que todas as nações vivem um regime democrático, que todos são iguais, festejando assim a união das diferentes culturas.
    2
    2.1 Como podemos observar no mapa, a Espanha e a Turquia na Ásia demostram uma atitude de passividade, enquanto a Turquia na europa está em submissão perante a Áustria, enquanto a Prussia apresenta uma atitude agressiva perante a Holanda, França, Suíça, Áustria e a Itália, a França está em revolta enquanto Portugal e a Itália estavam em desespero.
    2.2 A Grã-Bretanha estava em domínio perante as ilhas Britânicas, estas viviam sob o seu domínio. A Itália esta desesperada e a tentar aguentar a pressão que a Prussia está a fazer sob ela.
    2.3 A Prussia é quem ameaça a Península Balcânica.
    2.4 Enquanto que na litografia observamos uma união nas nações europeias observamos as tentativas do alargamento do domínio de algumas nações o desespero de outras e a passividade de outras.
    3
    3.1 Segundo T. Mommsen (Alemão) as nações eram criadas através das línguas e raças de cada povo nunca pelo Homem pelas suas convivências ou pelo que estes sentem.
    Segundo Fustel de Caulanges (Francês) uma nação é criada pelo Homem por aquilo que ele sente no coração pela sua igualdade de ideias interesses e esperanças, pelas convivências geográficas os interesses políticos e os interesses comerciais.
    3.2 T. Mommsen opõe-se à mensagem do doc.A pois este não acredita que as nações se unem através do Homem enquanto Fustel por acreditar nessa mesma ideia se aproxima mais da mensagem.
    4
    4.1 O texto afirma a visão manifestada na caricatura do Doc. B pois tal como Eça diz “nunca existiu como neste declinar dos velhos regimes, tanta desconfiança, tanta malquerença, ódios tensos” o que se pode verificar com a caricatura.
    4.2 A situação relatada no texto explica-se pelo odio e superioridade existente numas nações relativamente a outras tal como o odio entre os alemães e russos, e a ”união” entre os italianos e os austriacos.

    Tiago Rebelo e Filipa Rodrigues

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  7. Beatriz Gaspar nº8 ; Bruno Pedro nº 10
    Trabalho a pares– pagina 118/119 ( Manual )


    1.1- A gravura representa as rebeliões nacionalistas que decorriam naquela altura, sendo a presença de várias Nações europeias simbolizada a partir da bandeira respectiva a cada uma delas.
    A Itália encontrava-se numa situação especial, visto estar dividida, tal como podemos observar, pois apesar das bandeiras serem iguais (em termos de distribuição de cores), estão contidos nelas nomes diferentes, tais como Duas-Sicílias, Lombardia e România.

    1.2- É possível distinguirem-se grupos sociais como a alta e media burguesia, assim como o proletariado. O facto de mulheres e crianças estarem incluídas, representa precisamente aquilo que ocorria, ou seja o trabalho dos homens era suplantado pelo das mulheres e crianças. As diferenças de idade e de sexo deixaram de ter importância social para a classe operária. Todos passam a ser considerados instrumentos de trabalho, cujo salário, esse sim, varia segundo a idade e o sexo.

    1.3- A figura que segura a placa dos Direitos do Homem é a Estátua da Liberdade. A sua indumentária é muito simples e sem qualquer tipo de adornos, sendo que está segura apenas uma tocha com a mão esquerda. Os objectos que jazem no chão são precisamente aqueles que eram utilizados pelo regime anterior, a monarquia. Ora, pretende-se transmitir a mensagem que tais objetos ficaram para trás, foram ultrapassados, e a nova geração que se está a criar jamais os irá adotar.

    1.4- A árvore significa a união entre as nações, é como se o tronco representasse um todo, ou seja, um mundo onde todos são iguais e tem os mesmos direitos. Já os ramos, são precisamente as diferentes nações que fazem parte deste novo mundo onde a democracia vigora.

    1.5- O ambiente é pacifico pois não são empunhadas armas. É também de confraternização pois junta várias nações, e de celebração pois finalmente o objectivo de abolir a monarquia e conseguir direitos para todos foi conseguido.

    1.6- O artista quis difundir a mensagem de que é possível as nações unirem-se entre si de forma a todos beneficiarem, sem existirem rivalidades. Demonstra também que a união faz a força, porque só com a participação de todas elas foi possível conseguir o que se pretendia e o título é referente á República, sendo esta universal (pois serve todos, e não apenas alguns), democrática (existem direitos iguais para todos) e social (porque não há distinção entre os diferentes grupos, géneros e idades).

    2.1- Segundo o doc B, identifico atitudes de passividade por parte da Turquia e Espanha, representados por figuras a dormirem. Quanto a atitudes de submissão podemos identificar a Irlanda e a Austria, a primeira submissa a Inglaterra e a segunda por baixo das directivas da Prussia. No que diz respeito a agressão indentifico a Prussia, representada por um militar que agredi a França, a qual se revolta. Por outro lado, vemos a Russia numa atitude de desespero assim como Portugal.

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  8. Beatriz e Bruno (continuação)


    2.2- A Grã Bretanha, sendo o maior Império está a tapar os ouvidos para o que se passa no resto da Europa, enquanto que a Itália tenta libertar-se do domínio da Austria .

    2.3- Quem ameaça a península Balcânica é o império turco e o império austro húngaro .

    2.4- A litografia “ A Europa das nações” defende o principio de que “a cada Povo, deve corresponder uma Nação” ( principio das nacionalidades) e foi resultado das revoltas populares levadas a cabo durante o século XIX, enquanto que o mapa mostra os conflitos que no final do século XIX existem entre as diversas Nações.

    2.5- Os conflitos Europeus

    3.1- Para o historiador Prussiano, a Alsácia tendo uma população maioritariamente Alemã, é a condição para ser invadida e anexada pela força.
    Para o historiador Francês o “ principio das nacionalidades” deve ser aplicado segundo a vontade expressa dos povos, e não sobre o domínio militar.

    3.2. O que se opõem a mensagem do doc.A é o professor Prussiano porque na figura não se vê força militar apenas os povos exaltando a sua liberdade. O que mais se aproximada é o professor francês pois o principio das nacionalidades baseia-se na força dos povos e não na força dos exércitos.

    3.3- Sim, porque na figura vê-se uma Prússia ameaçadora virada para uma frança que pretende invadir como chegou a fazer. A frança limita-se a defender-se

    4.1- O texto confirma a caricatura do doc.B pois como escreve Eça de Queirós “(...) nunca entre as nações existiu, (...) tanta desconfiança, tanta malquerença, ódios tensos, apesar de tão vagos. Não se encontra hoje na Europa povos genuinamente fraternais (...)”.

    4.2- Explica-se porque há países com dimensão de Império como os impérios alemão, austro-húngaro, e Russo, cujo poder se fundamentava na autocracia e na submissão das nacionalidades o que levou a conflitos, como a revolta dos povos no sentido da emancipação. Por outro lado há povos que pretendem-se unificar-se como a Itália. A Prússia pretende construir o seu império como veio a verificar-se em 1871 e a Rússia pretende ter influencia nos Balcãs assim como ter acesso a colónias, entrando em conflito com as velhas potências coloniais como a Grã-Bretanha, a França e mesmo Portugal.

    4.3- De acordo com as atitudes de cada povo, Eça de Queirós previu um conflito em toda Europa o qual se veio a verificar mais tarde.

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  10. Nair e Ana Filipa

    Questão1
    questão 1.1- Proclamando desde finais do século XVIII o principio das nacionalidades afirmava que os povos, enquanto comunidade unidas pelos mesmo laços étnicos, historia e tradições culturais comuns, constituem nações, devendo estas tornar-se estados autónomos.Em nome daquele principio revolucionário, sucederam na Europa vários movimentos na primeira metade do século XVI. uns conheceram o sucesso, patente nas independências das Grécia e da Bélgica em 1830. outros ficaram condenados ao fracasso, como aconteceu com os rebeliões nacionalistas da Polónia, em 1830-1831, e da Alemanha, Da Itália, Da Boémia e da Hungria, em 1848-1849.
    nas Vésperas da primeira guerra Mundial ainda eram muitos os povos submetidos nos estados autoritários da Europa central e oriental, a verdade é que o nacionalismo se desenvolvia com uma intensidade acrescida.
    provaram-nos os movimentos da unificação nacional que , na Itália e na Alemanha, levaram á formação de dois novos estados Europeus em 1861 e 1871, respectivamente.

    Questão 1.2 - alta burguesia

    questão 1.3 - a figura que segura a placa dos direitos do homem representa a república universal democrática e social. comentando a afirmação passamos a concluir que era claramente contra a monarquia ( devido ás coroas destruídas e objectos e têm a ver com o rei), e eram em favor então de uma republica universal democrática e social com iguais direitos para todos.

    questão 1.4 - a árvore simboliza a união entre as nações da França, da Alemanha, da Áustria,duas Sicílias, da Lombardia, Roménia...

    questão 1.5 - o ambiente que evolve a cena é um ambiente de revolução, de descontentamento, e ao mesmo tempo de união entre as diferentes nações.

    questão 1.6 - o artista quis deixar em destaque a unificação das nações europeias a nível de igual direitos para todos, com a abolição da monarquia, democrática e social. podemos ainda recolher da mensagem do artista que nesta altura havia um grande descontentamento e espírito de revolução.

    questão 2.
    questão 2.1- passiva= império autónomo, Áustria Dinamarca e Espanha
    submissão= portugal e Grã-Bretanha
    agressão= Prússia
    revolta= França e Itália
    desespero=Europa Turquia

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  11. questão 2.2 - Itália apresenta-se contra a França, e a Grã-Bretanha dividida em duas ilhas em que é o reino unido que comanda a outra ilha.

    questão 2.3- Noruega, Suécia, e Rússia.

    questão3
    questão3.1 - para a Prússia a nação significa que o estado poderoso tinha autorização para ocupar uma província pela força coma única condição de que ela fosse habitada pela mesma raça que esse estado. 4
    enquanto a França defende que o que distingue uma nação não é a raça ou as línguas mas sim o que os homens sentem no seu coração em que ele são o mesmo povo quando possuem uma comunidade de ideias, de interesses, de afectos, de recordações e de esperanças. fazendo então assim que os homens queiram marchar juntos, trabalhar juntos combater juntos, viver e morrer uns pelos outros sendo a pátria aquilo que se gosta.

    questão 3.2 - o que mais se afasta é a Prússia e o que mais se aproxima é a França, pois no doc A podemos verificar todos juntos em marchas a lutar pelo que acreditam e é isso que a França defende.

    questão 3.3 - o doc A ajuda apenas a demonstrar o que a França defende devido ás imagens em que estão todos os homens unidos por uma causa.

    questão4
    questão 4.1 - o texto do Doc D desmente a visão manifestada no doc B, pois neste documento o D verificou-se uma separação dos indivíduos e das nações. enquanto que no doc B existe esta unificação.

    questão 4.2 - a situação que o doc D relata é um desentendimento existente tanto nos povos como nas nações, o que leva ás rivalidades isto é conflitos em que estão todos uns contra os outros.
    não havendo assim liberdade e segurança.

    questão5
    enquanto os movimentos nacionalistas em 1848 se baseavam no principio deste- afirmava que os povos enquanto comunidades unidas pelos mesmo laços étnicos língua historia e tradições culturais, comuns constituem nações devendo estas tornam-se estados autónomos. designamos assim estes movimentos, movimentos emancipacionistas.


    ana filipa nº5 11ºH1
    nair araujo nº 19 11ºH1

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  12. 1.
    1.1. A presença de várias Nações Europeias é simbolizada através de diversas bandeiras. Neste momenta, a Itália encontrava-se num de unificação
    processo.
    1.2. Alta Burguesia.

    1.3. A figura que segura a placa dos direitos humanos representa a república universal democrática e social.

    1.4. A árvore simboliza a união entre as nações da França; Alemanha, Áustria, Duas- Sicílias, Lombardia, România.

    1.5. A cena mostra um ambiente de revolução, de descontentamento e ao mesmo tempo de união entre as diferentes nações.

    1.6. O artista quis chamar a atenção para a unificação das Nações Europeias a nível de direitos iguais para todos com abolição da monarquia e a ascensão de uma república universal, democrática e social (grande descontentamento e espiro de revolução).

    2.1. Passividade – Espanha, Turquia na Europa; Submissão – Portugal; Agressão- Prússia; Revolta- França; Desespero – Turquia na Ásia

    2.2. A Grã-Bretanha mostra-se revoltada enquanto que a Itália tenta impedir que a Prússia ataque.

    2.3. Império Austro-húngaro e Império Turco.
    2.5. Os conflitos europeus.
    3.1. Para Prussiano a Alsácia sendo a sua população maioritariamente Alemã, é a condição para ser invadida e anexada pela força.
    Para o historiador Francês o “principio das nacionalidades” deve ser aplicado segundo a vontade expressa dos povos, e não sobre o domínio militar.
    3.2. O que se opõem a mensagem do doc. A é o professor Prussiano porque na figura não se vê força militar apenas os povos exaltando a sua liberdade. Aquele que mais se aproximada é o professor francês pois o principio das nacionalidades baseia-se na força dos povos e não na força dos exércitos.
    3.3. Ajuda, porque na figura vê-se uma Prússia ameaçadora virada para uma França que pretende invadir como chegou a fazer. A frança limita-se apenas a defender-se

    4.1. Confirma, porque como disse Eça de Queirós “(...) nunca entre as nações existiu, (...) tanta desconfiança, tanta malquerença, ódios tensos, apesar de tão vagos. Não se encontra hoje na Europa povos genuinamente fraternais (...)”.

    4.3-. De acordo com as atitudes de cada povo, Eça de Queirós previu um conflito em toda Europa o qual se veio a verificar mais tarde.

    Hélio Gomes nº15 11ºH1
    Catarina Carvalho nº 12

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  13. 1
    1.1.Significa a união das nações e a Itália representa uma aliança.
    Apos as lutas da 1ª guerra mundial ainda eram muitos os povoa submetidos aos estados autoritários da Europa centra e oriental, a verdade é que o nacionalismo se desenvolvia com uma intensidade acrescida. Provam-nos os movimentos da verificação nacional que na Itália e na Alemanha, levaram á formação de dois novos estados europeus em 1861 e 1871, repectivamente.
    1.2. Os grupos sociais possíveis de destinguir são a burguesia e a nobreza. As crianças e as mulheres eram importantes para não serem agredidos se els fossem a frente evitavam conflitos.
    1.3. A figura que segura a placa do direito do homem representa a republica universal democrática e social. Comentando a afirmação podemos concluir que era claramente contra a monarquia, e erama favor então de uma republica universal democrática e social com iguais direitos para todos.
    1.4. A arvore simboliza a união entre as nações da frança, Alemanha, Austria, Duas sicilias, Lombardia e Roménia.
    1.5. O ambiente que envolve a cena é um ambiente de revolta de descontentamento e ao mesmo tempo de união entre as diferentes nações.
    1.6. O artista destaca a unificação das nações europeias a nível de igual direitos para todos com a abolição da monarquia e ascenção de uma republica universal, democrática e social. Podemos ainda recolher da mensagem do artista que nesta altura havia um grande descontentamento e espirito de revolução.
    2
    2.1. Passividade- Espanha
    Submissão – Portugal
    Agressão – Prússia , França
    Revolta- França, Grã-Bretanha
    Desespero – Rússia, Turquia

    2.2. A Grã-Bretanha esta revoltada e a Itália tenta impedir que a Prússia ataque.
    2.3. A Península Balcânica é ameaçada pela Prússia.
    2.4. Na liturgia vemos uma união das nações e na caricatura vemos a opressão e conflitos que realmente há entre elas.
    3
    3.1. T. Mommsen, professor em Berlim autor alemão defende que a Alsácia deve ser da Alemanha pois o seu conceito de nação é que defende na língua e não credita na união dos homens.
    Fustel de Coulanges historiador francês defende que a Alsacia deve ser da França pois essa defende o seguinte conceito de nação: acredita numa pátria unida, nos homens e nas varias línguas que domina e na sua sabedoria.
    3.2. Quem se opõe a mensagem do documento A é a almenha pois esta não acredita na conveniência geográfica e não acredita que as nações se unam através do homem.
    A França foi o pais que se aproximou porque acredita que as nações podem se unir através do homem.
    3.3. O texto ajuda a explicar a descrição da França e da Prussia na caricactura pois descreve a sua posição na caricatura. França: ‘Eis porque os homens querem marchar juntos, trabalhar juntos, combater juntos, viver e morrer uns pelos outros. A pátria é auilo de que se gosta.’
    Prussia:’A prússia conta bem resolver esta questão pela força; mas a força não lhe basta: ela quer também servir-se do direito. Assim enquanto os exércitos invadem…’
    Isto descreve uma França revoltada e patriota como esta na caricatura e mostra uma Prússia agressiva como esta representada na caricatura.
    4
    4.1 - o texto do Doc D desmente a visão manifestada no doc B, pois neste documento o D verificou-se uma separação dos indivíduos e das nações. enquanto que no doc B existe esta unificação.
    4.2 - a situação que o doc D relata é um desentendimento existente tanto nos povos como nas nações, o que leva ás rivalidades isto é conflitos em que estão todos uns contra os outros.


    Paula Fortunato, Márcia Porfírio e Ricardo Fonseca 11H1

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