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quinta-feira, 3 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
O AMOR CORTÊS E A INFLUÊNCIA DA LITERATURA
Na vivência cortesã do quotidiano está presente o ideal cavaleiresco, conjugando a bravura e os costumes palacianos. Os cavaleiros ocupam o tempo com a caça e as justas, colocando à prova a sua destreza, procurando corresponder ao ideal de cavalaria: o cavaleiro tem de ser bom, justo, educado e refinado, capaz de amar delicadamente a sua dama. Para a educação deste cavaleiro muito contribuíram os romances de cavalaria, como " Le Roman de la Rose" (O Romance da Rosa) ou "Amadis de Gaula".
O amor cortês floresce nas cortes régias e senhoriais submetido a um conjunto de regras. Este é um amor essencialmente espiritual. A dama, por sua vez, deverá corresponder a um tipo idealizado - bela mas recatada. Ela é o motivo de inspiração.
A poesia trovadoresca anima os serões com os seus versos cantados pelos jograis. É através dela que se propaga o amor cortês, elemento essencial da sociabilidade cortesã.
A PROPÓSITO DO IDEAL DE CAVALARIA E DO AMOR CORTÊS
Os romances de cavalaria revelaram-se muito populares na Idade Média e neles se destacam os códigos de conduta medieval e cavaleiresca. Assim, o juramento da investidura do cavaleiro pressupunha um ideal tendente a desenvolver o misticismo e o espírito cristão, a fidelidade e a noção de honra e, ao mesmo tempo, a firmar os vínculos da sociedade feudal.
"
Estes romances costumam agrupar-se em ciclos, sendo os mais conhecidos o ciclo carolíngio, com as aventuras de Carlos Magno e seus cavaleiros na luta contra os mouros - destaca-se "La Chanson de Roland" (a Canção de Rolando); e o ciclo bretão, que conta as aventuras dos cavaleiros da Távola Redonda, reunidos em torno do rei Artur, com a sua mítica espada - Excalibur - que lutam contra os Saxões e buscam o Santo Graal.
Para quem sentir curiosidade recomendo o visionamento do filme Excalibur (se o conseguirem encontrar; nunca o vi em DVD, só em cassete de vídeo e existe no CRE).
Relacionado com este ciclo, surge-nos a história de Tristão e Isolda.
Mais fácil de encontrar nos clubes de vídeo, o filme Tristão e Isolda foi produzido em 2006 por Ridley Scott. Este realizador é também responsável por outros grandes filmes com um forte contexto histórico, como 1492 – A Conquista do Paraíso (1992), Gladiador (2000), Reino dos Céus (2005) e, recen
temente,Robin Hood (2010).
Tristão e Isolda é uma história lendária sobre o trágico amor entre o cavaleiro Tristão, originário da Cornualha (Grã-Bretanha), e a princesa irlandesa Isolda. De origem medieval, a lenda foi contada e recontada em muitas e diferente
s versões ao longo dos séculos. O mito de Tristão e Isolda tem origem em lendas que circulavam entre os povos celtas do norte da Europa, ganhando forma escrita na segunda metade do século XII. A história de Tristão e Iso
lda foi amplamente difundida por toda a Europa nos séculos seguintes (por vezes misturada com as lendas do Rei Artur e dos Cavaleiros da Távola Redonda), terá inspirado William Shakespeare a escrever Romeu e Julieta, no século XVI, e deu origem a uma famosa ópera de Richard Wagner, no século XIX.
temente,Robin Hood (2010).Tristão e Isolda é uma história lendária sobre o trágico amor entre o cavaleiro Tristão, originário da Cornualha (Grã-Bretanha), e a princesa irlandesa Isolda. De origem medieval, a lenda foi contada e recontada em muitas e diferente
s versões ao longo dos séculos. O mito de Tristão e Isolda tem origem em lendas que circulavam entre os povos celtas do norte da Europa, ganhando forma escrita na segunda metade do século XII. A história de Tristão e Iso
lda foi amplamente difundida por toda a Europa nos séculos seguintes (por vezes misturada com as lendas do Rei Artur e dos Cavaleiros da Távola Redonda), terá inspirado William Shakespeare a escrever Romeu e Julieta, no século XVI, e deu origem a uma famosa ópera de Richard Wagner, no século XIX.Para os que gostam mais de ler, têm esta alternativa suave: "Tristão e Isolda e o filtro de Amor que os uniu", com ilustrações de Alessandra Cimatoribus (2008).
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
A PROPÓSITO DE ROMARIAS E PEREGRINAÇÕES - SANTIAGO DE COMPOSTELA
Santiago de Compostela ainda hoje é local de peregrinação.


Segundo a tradição medieval, o nascimento da cidade de Santiago de Compostela está ligado à descoberta dos restos mortais do Apóstolo Santiago entre 820 e 835.
A descoberta foi aproveitada por Afonso II das Astúrias que, necessitando de coesão interna e apoio externo para o seu reino, tratou de anunciar o novo local de peregrinação da cristandade,
num momento em que a importância de Roma decaíra e Jerusalém deixara de estar acessível por ter caído nas mãos dos muçulmanos.

O Peregrino
Parece que um eremita, de nome Paio, alertado por luzes nocturnas, que se avistavam num bosque próximo, avisou o bispo Teodomiro e descobriram os restos de Santiago Maior no lugar onde, posteriormente se levantaria Compostela, topónimo que poderia derivar de Campus Stellae ("campo de estrelas") ou deComposita Tella ("terras bem ajeitadas", eufemismo para cemitério).
Escadas do mosteiro de Santiago de Bonaval (actualmente museu do Povo Galego)
Pouco a pouco a cidade foi-se desenvolvendo com uma comunidade eclesiástica permanente e com a vinda de populações de aldeias próximas, que aumentaram devido ao crescente número de peregrinos vindos de todo o ocidente peninsular.
Em 997 a cidade foi destruída por Almansor, mas em meados do século XI os cristãos, liderados pelo bispo da cidade, construíram uma cintura de fossos e muralhas defensivas para evitar novas invasões.

A catedral começou a ser construída em 1075, tendo imediatamente provocado um aumento de peregrinações a Compostela, que passou a ser um lugar de referência religiosa na Europa.

A chegada da Peste Negra à cidade provocou uma forte recessão demográfica, só recuperando população a partir de 1380. No século XV tinha 5 mil ou 6 mil habitantes.
A fundação da Universidade no século XVI deu um novo impulso à cidade que, apesar de ter perdido alguma importância, se tem mantido como pólo religioso muito procurado por peregrinos de todo o mundo, fazendo questão, muitos deles, em percorrer a pé parte do Caminho Francês (o mais conhecido e também aquele que providencia mais apoios ao peregrino viajante).
As grandes festas da cidade decorrem ao longo do mês de Julho com o seu apogeu no dia 24, dia do Apóstolo Santiago.
A RELIGIOSIDADE MEDIEVAL E O ENSINO
Para complementar as informações recolhidas através das fichas de leitura:
A religiosidade medieval e o ensino
A religiosidade medieval e o ensino
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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
ARTE GÓTICA
Sistematização da Arte Gótica para melhor se compreender, do ponto de vista artístico, a visita que vamos realizar ao Mosteiro de Alcobaça.
A Arte Gótica
A Arte Gótica
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JÁ QUE ESTAMOS A ESTUDAR A IDADE MÉDIA...
A vida na época era complicada, como vocês já sabem, e entre guerras, falta de alimentos e epidemias havia que aproveitar todos os momentos de distracção e alegria. Não pensem que as pessoas daquela época não se divertiam, pelo contrário. E uma das provas disso é o desenvolvimento da música que começa a ter uma certa importância no quotidiano. Espero que gostem desta viagem musical à Idade Média:
Algumas delas eram feitas para dançar, como estas duas que se seguem, vejam lá se não apetece bater o pézinho:
Dois exemplos de instrumentos muito populares na Idade Média, particularmente entre as senhoras, a harpa e a dulcima:
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
SÍNTESE ESQUEMÁTICA
Aqui está um bom esquema que vos pode ajudar a estudar para o teste (cliquem na imagem para ver em tamanho grande).
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
ORDENS MONÁSTICAS
![[s_o_bento_de_n_rsia.jpg]](http://2.bp.blogspot.com/_sFCOHpBx_Lk/S2d4tmGOobI/AAAAAAAAA58/YuTIEQrd-WQ/s1600/s_o_bento_de_n_rsia.jpg)
Estas ordens religiosas são constituídas por membros do clero regular.
Desde o início do Cristianismo existiram homens e mulheres que consagraram a sua vida a Deus. No final do Império Romano, muitos fiéis recém-convertidos abandonaram as suas casas, as suas cidades e refugiaram-se em lugares desertos ou mais isolados, de forma a levarem um modo de vida mais de acordo com aquilo que entendiam que era o modelo de vida de Cristo e dos primeiros cristãos. Por vezes, esses cristãos agrupavam-se em pequenas comunidades, para as quais se tornou necessário criar algumas regras de convivência, e até mesmo um modelo de sociedade que pudesse ser repetido noutros locais. Nasciam, assim, as primeiras ordens.
O primeiro grande codificador e fundador de uma ordem religiosa foi São Bento de Núrsia. A regra propagou-se e criaram-se dezenas de mosteiros por toda a Europa.
Desde o início do Cristianismo existiram homens e mulheres que consagraram a sua vida a Deus. No final do Império Romano, muitos fiéis recém-convertidos abandonaram as suas casas, as suas cidades e refugiaram-se em lugares desertos ou mais isolados, de forma a levarem um modo de vida mais de acordo com aquilo que entendiam que era o modelo de vida de Cristo e dos primeiros cristãos. Por vezes, esses cristãos agrupavam-se em pequenas comunidades, para as quais se tornou necessário criar algumas regras de convivência, e até mesmo um modelo de sociedade que pudesse ser repetido noutros locais. Nasciam, assim, as primeiras ordens.
O primeiro grande codificador e fundador de uma ordem religiosa foi São Bento de Núrsia. A regra propagou-se e criaram-se dezenas de mosteiros por toda a Europa.
A regra era simples e cobria quase todos os aspectos da vida quotidiana de uma comunidade religiosa, definindo tempos de oração, tempos de trabalho, tempos de descanso, bem como os deveres mútuos, a resolução de conflitos, penas...
Posteriormente, outros fundadores foram adaptando a alterando a Regra de São Bento, criando novas comunidades e novas ordens.
A ordem de São Bento é uma ordem religiosa monástica católica que se baseia na observância dos preceitos destinados a regular a convivência comunitária. Foi composta no século VI, em 529 para a abadia de Montecassino, por Bento de Núrsia: a Regula Beneticti. Os monges desta ordem são conhecidos como beneditinos.
A "Regra" deixada por São Bento, tem por princípio fundamental Ora et labora, o que quer dizer "Reza e trabalha."
Os mosteiros beneditinos são sempre dirigidos por um superior que, dependendo da categoria do mosteiro, pode chamar-se de prior ou abade.
A "Regra" deixada por São Bento, tem por princípio fundamental Ora et labora, o que quer dizer "Reza e trabalha."
Os mosteiros beneditinos são sempre dirigidos por um superior que, dependendo da categoria do mosteiro, pode chamar-se de prior ou abade.
O ritmo de vida beneditino tem como eixo principal o Oficio Divino, também chamado de Liturgia das Horas, que se reza sete vezes ao dia, tal como São Bento havia ordenado. Juntamente com a intensa vida de piedade e oração, em cada mosteiro trabalha-se arduamente em diversas actividades manuais e agrícolas para o sustento e o auto-abastecimento da comunidade.
Na Idade Media os monges beneditinos usavam hábito preto, pelo que foram chamados de monges negros, em oposição aos cistercienses, que usam túnica e escapulário branco, denominados monges brancos.
Na Idade Media os monges beneditinos usavam hábito preto, pelo que foram chamados de monges negros, em oposição aos cistercienses, que usam túnica e escapulário branco, denominados monges brancos.
Ao longo da sua história, a Ordem Beneditina passou por muitas reformas, talvez devido à decadência da disciplina no interior dos mosteiros. A primeira reforma importante teve lugar no século X, num mosteiro situado em Cluny (França), tornando-se de tal forma importante que durante grande parte da Idade Média muitos dos mosteiros beneditinos estavam sob o domínio de Cluny, que adquiriu grande poder económico e político e os seus abades chegaram a fazer parte das cortes imperiais e papais. Aliás, muitos Papas foram beneditinos vindos de mosteiros cluniacenses.
Tanto poder levou à decadência da reforma de Cluny, que encontrou substituta na reforma cistercience (de Cister - França), onde se fundou o primeiro mosteiro desta reforma. O principal objectivo da nova reforma era impor o regresso à vida contemplativa, sendo o seu principal impulsionador São Bernardo de Claraval (1090-1153), encarregue da fundação da abadia de Claraval (França), da qual foi abade durante cerca de 40 anos.
Bernardo de Claraval tornou-se no principal conselheiro dos Papas e muitos dos seus monges chegaram, igualmente a ocupar o cargo.
ORDEM DE SANTIAGO
A Ordem Militar de Santiago é uma ordem castelhano-leonesa instituída por Afonso VIII de Castela e aprovada pelo Papa Alexandre III, tornando-a assim uma ordem supranacional, directamente responsável perante o chefe máximo da Cristandade.Os cavaleiros de Santiago, ou Espatários (por o seu símbolo ser uma espada em forma crucífera), fizeram votos de pobreza e de obediência, mas, seguindo a regra de Stº Agostinho, os seus membros não eram obrigados ao voto de castidade, podendo, assim, casar.
Os Espatários participaram na batalha de Navas de Tolosa (1212), tendo os reis concedido muitos privilégios e a posse de extensas regiões, com o objectivo de as repovoar.
ORDEM DE CALATRAVA
No ano de 1150, Afonso VII de Castela doou à Ordem dos Templários os domínios e o castelo de Calatrava, junto ao rio Guadiana, para os defenderem dos ataques dos Mouros. Com o número de cavaleiros a aumentar rapidamente, o Papa reconheceu a Ordem de Calatrava em 1164.Alguns frades da nova Ordem estabeleceram-se em Évora em 1211 e D. Afonso II doou-lhes os domínios de Avis. Provavelmente, já nessa época a Ordem portuguesa de Avis tinha um estatuto independente, embora continuasse subordinada à castelhana.
A insígnia da Ordem é uma cruz vermelha floreada no hábito.
MAIS UMA ORDEM RELIGIOSA MILITAR
Ordem dos Hospitalários
A Ordem de Malta (oficialmente Ordem Soberana e Militar Hospitalária de S. João de Jerusalém de Rodes e de Malta, também conhecida por Ordem do Hospital) é uma organização internacional católica fundada no século XI na Terra Santa, durante as Cruzadas, encarregada de assistir e proteger os peregrinos que aí se dirigiam.
Perante as derrotas e perda dos territórios na Palestina pelos Cruzados, a Ordem passou a operar a partir da ilha de Rodes, onde era soberana, e mais tarde desde Malta, como estado vassalo do reino da Sicília.
Actualmente, a ordem de Malta é uma organização humanitária internacional que dirige hospitais e centros de reabilitação em diversos países.
ORDENS MILITARES RELIGIOSAS
Ordens Militares Religiosas e data da sua instituição
1118 - Ordem dos Templários
1136 - Ordem dos Hospitalários
1158 - Ordem de Calatrava
c. 1160 - Ordem de Santiago
1176 - Ordem de Avis (ramo da Ordem de Calatrava)
1193 - Cavaleiros Teutónicos
1246 - Cavaleiros da Concórdia
1323 - Ordem de Cristo (descendente da Ordem dos Templários, formada pelo grão-mestre da Ordem de Avis).

A Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão, vulgarmente conhecida como Ordem dos Templários ou Ordem do Templo, foi uma das mais famosas ordens militares de cavalaria. A organização existiu durante dois séculos, sendo fundada no rescaldo da Primeira Cruzada (de 1096), com o propósito original de assegurar a segurança dos muitos cristãos que voltaram a fazer a peregrinação a Jerusalém após a sua conquista.
Oficialmente aprovada pela Igreja Católica por volta de 1129, a Ordem tornou-se uma das favoritas da caridade em toda a cristandade e cresceu rapidamente quer em membros quer em poder. Os cavaleiros templários, com os seus característicos mantos brancos com a cruz vermelha, estavam entre as mais qualificadas unidades de combate nas Cruzadas.
Os membros não combatentes da Ordem geriam uma vasta infraestrutura económica em toda a cristandade, inovando nas técnicas financeiras que constituíram o embrião de um sistema bancário, erguendo muitas fortificações por toda a Europa e Terra Santa.
O sucesso dos Templários esteve estreitamente ligado ao das Cruzadas. Quando a Terra Santa foi perdida, o apoio à Ordem reduziu-se. Rumores acerca da iniciação secreta dos Templários criaram desconfianças e o rei de França, Filipe IV, muito endividado para com a Ordem, começou a pressionar o Papa (Clemente V) a tomar medidas contra eles.
Em 1307 foram detidos em França muitos dos membros da Ordem, sendo torturados até darem falsas confissões e posteriormente queimados vivos. Em 1312 o Papa, sob pressão do rei Filipe, dissolveu a Ordem. O súbito desaparecimento da maior parte da infraestrutura europeia da Ordem deu origem a especulações e lendas que têm mantido vivo o nome dos Templários até aos nossos dias.
MATRIZ DE CONTEÚDOS A ESTUDAR PARA O TESTE
| Módulo 2 – Dinamismo civilizacional da Europa da Europa Ocidental nos séculos XIII e XIV – espaços, poderes e vivências Duração da Prova: 90 minutos |
| Conteúdos | Aprendizagens relevantes |
| 1-A Identidade Civilizacional da Europa Ocidental 1.2 O quadro económico e demográfico – expansão e limites do crescimento | - Identificar os principais factores de crescimento demográfico e económico da Europa no século XIII - Identificar os pólos de dinamismo económico da Europa |
| 2- O espaço português – a consolidação de um reino cristão ibérico 2.1 A fixação do território – do termo da Reconquista ao estabelecimento e fortalecimento de fronteiras 2.2 O país urbano e concelhio 2.3 O país rural e senhorial | - Relacionar a Reconquista cristã peninsular com a configuração do espaço territorial português - Caracterizar o poder senhorial - Explicar as particularidades da organização social, política e administrativa dos concelhos - Reconhecer o papel das cidades e dos concelhos na resistência ao desenvolvimento do senhorialismo e à centralização régia |
domingo, 30 de janeiro de 2011
CORRECÇÃO DA QUESTÃO N.º 9
Já percebi que muitos de vós têm tendência para complicar o que é simples.
A resposta à questão 9 era relativamente simples, bastava isto:
Os principais problemas da vida rural portuguesa eram:
- a falta de cereais;
- a falta de mão-de-obra (que deram origem à fome generalizada das populações);
- a peste negra;
- exigência de altos salários por parte dos trabalhadores (como aproveitamento da conjuntura da falta de mão-de-obra que se vivia na altura).
Para chegar a estas conclusões bastava basearem-se nos documentos analisados e na sua comparação, pois todos se relacionam com a tentativa de resolução da conjuntura de fome, de peste negra, de falta de mão-de-obra e de exigência de altos salários por parte dos trabalhadores, que se verificava em Portugal na época..
A resposta à questão 9 era relativamente simples, bastava isto:
Os principais problemas da vida rural portuguesa eram:
- a falta de cereais;
- a falta de mão-de-obra (que deram origem à fome generalizada das populações);
- a peste negra;
- exigência de altos salários por parte dos trabalhadores (como aproveitamento da conjuntura da falta de mão-de-obra que se vivia na altura).
Para chegar a estas conclusões bastava basearem-se nos documentos analisados e na sua comparação, pois todos se relacionam com a tentativa de resolução da conjuntura de fome, de peste negra, de falta de mão-de-obra e de exigência de altos salários por parte dos trabalhadores, que se verificava em Portugal na época..
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
VAMOS FAZER A CORRECÇÃO DA FICHA DE DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS
Conforme combinado na sala de aula, aqui fica a lista de alunos e respectivas questões cujas respostas terão de apresentar nos comentários:
Turma H 2
Sandra/Tássia - questão 1
João Costa/Patrícia Alves - questão 2
João Antunes/Ricardo Rogagels/Carolina Guedes - questão 3
André Vieira - questão 4
Bruno/Pâmela - questão 5
Inês/Diogo - questão 6
Iolanda - 1ª parte da questão 7: a data; o rei; local a que se reporta
Joana/Ricardo Amorim - 2ª parte da questão 7: Problemas; Causas; Medidas tomadas
Jéssica/Carolina Figueiredo - questão 7.1
Catarina Pereira/Ana Raquel - questão 8
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