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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

O MUNDO COMUNISTA - O EXPANSIONISMO SOVIÉTICO


Entre 1945 e 1970 o comunismo alastrou com grande rapidez através de vários continentes, desde a Europa à Ásia, América e África. Vários países, principalmente novos países descolonizados enveredaram por essa via política. Entre outros, a China, Cuba, Vietname, Birmânia, Angola, Moçambique, além dos países da Cortina de Ferro da Europa, foram países onde a influência soviética mas também chinesa encontrou aliados. 
Na Europa, a influência da U.R.S.S. fez-se sentir com grande pressão. Desde 1948, os partidos comunistas dos países da Europa de Leste tornaram-se partidos únicos controlando toda a vida política e social desses estados denominados Democracias Populares. Estes regimes que argumentavam com a abolição dos privilégios de classe consideravam que a gestão dos seus estados era controlada pelas classes trabalhadoras através do Partido Comunista e dos seus dirigentes de cúpula. 
Em eleições estes partidos apresentavam-se sozinhos ao escrutínio feito através de sufrágio universal. 
As dissidências governamentais ao poder soviético foram poucas dado o poder militar incontestável que a União Soviética detinha sobre os seus aliados. No entanto algumas tentativas de libertação desse domínio se realizaram mas foram severamente reprimidas com a deposição dos governantes dissidentes e a ocupação dos países em crise por tropas e meios militares soviéticos. Foi o que aconteceu na Hungria, em Budapeste em  1956 e em Praga em 1968. Ambas as revoluções anti-comunistas foram reprimidas e os dissidentes presos, deportados ou assassinados. 

Na Alemanha, em Berlim, as fugas cada vez mais frequentes de populações da zona leste para a zona ocidental da cidade levaram à construção do Muro de Berlim em 1961, pelo  governo da República Democrática Alemã. Tal facto não impediu que as fugas continuassem muitas vezes utilizando complexos esquemas de fuga ou meios pouco convencionais. 






Em 1955, a reacção à formação da NATO, fez-se com a fundação do Pacto de Varsóvia, aliança político militar agrupando a União Soviética e os países satélites da Europa Oriental e cujo objectivo era contrapor um poder militar comunista ao poder militar dos Estados Unidos e seus aliados. 

A AFIRMAÇÃO DOS ESTADOS PROVIDÊNCIA


O Reino Unido terá sido pioneiro do Estado Providência, já que desde os anos 20 medidas foram tomadas no sentido de minorar os efeitos do desemprego e prever situações de doença. Depois da 2ª GG o sistema generalizou-se impulsionado pelas políticas social-democratas acautelando as situações não só de desemprego e doença mas também de velhice e acidente, apoio às famílias e outros subsídios aos mais pobres. Também ao Estado foram conferidas responsabilidades no campo da habitação, ensino e saúde com o objctivo de reduzir a miséria e contribuindo para maior justiça e bem estar social. 


Prosperidade económica 

Os anos 50 assistiram a grande crescimento económico nos países ocidentais tendo o capitalismo possibilitado um acréscimo de bem estar a largas camadas de população de uma forma nunca antes vista. De 1945 a 1973 houve grandes acréscimos da produção mundial para isso contribuindo em grande parte sectores essenciais como os da energia e da produção automóvel. Nesse período não se assistiram a períodos de crise económica e certos países como o Japão, Alemanha e França tiveram elevadíssimas taxas de crescimento devidas a factores como: 

  • aceleração do progresso tecnológico
  • recurso ao petróleo como matéria prima energética por excelência. 
  • aumento da concentração industrial e do número e dimensão das empresas multinacionais.
  • aumento da população activa
  • modernização da agricultura
  • crescimento do sector terciário

Sociedade de consumo

A Europa aderiu ao longo dos anos 50 e 60 a padrões de consumo e conforto análogos aos dos E.U.A. para isso contribuindo em muito: 
  • o pleno emprego
  • salários em crescimento constante
  • elevada produção de bens de consumo
  • os preços acessíveis dos bens de consumo
Algumas características deste modelo económico e de consumo já são conhecidos: 
  • a publicidade 
  • o recurso ao crédito 
  • multiplicação dos espaços comerciais e dos serviços
  • a grande intensidade das trocas comerciais e o dinamismo económico de todos os sectores da economia. 

A POLÍTICA ECONÓMICA E SOCIAL DAS DEMOCRACIA OCIDENTAIS



 As atrocidades cometidas ao longo da 2ª Grande Guerra e os períodos de recessão que tinham ocorrido nas décadas de 20 e 30 levaram os países europeus a desenvolverem uma governação intervencionista fundamentada em pressupostos sociais de bem estar e respeito pelas liberdades e garantias. Os partidos mais representados nos parlamentos dos países europeus passaram a ser os partidos de socialismo reformista e moderado e os partidos de democracia-cristã. Defendendo vias politicas e económicas de liberalismo controlado, rejeitando as vias económicas de baixo controlo do Estado, os partidos de índole socialista e social-democrata governaram com maior frequência em todos os países da Europa desde a 2ª Grande Guerra. Inglaterra, Suécia, Holanda, Alemanha e países nórdicos foram aqueles onde essas políticas mais perduraram. 


A EUROPA OCIDENTAL DO PÓS GUERRA


A via social-democrata assumida pela maior parte desses governos defendia um certo grau de intervencionismo estatal, o pluralismo democrático e o liberalismo económico condicionado pelos interesses sociais. O Estado deverá defender os interesses dos cidadãos promovendo o seu bem estar e o acesso aos bens e serviços essenciais, consubstanciados em saúde, educação, justiça e protecção social. Defende-se a forte tributação dos rendimentos elevados e o controlo pelo estado dos sectores chave da economia. 

democracia cristã tem a sua origem na doutrina social da Igreja e nos princípios de solidariedade e humanismo, considerando que o mundo material e espiritual são inseparáveis e que todas as acções dos cidadãos devem ser temperadas em princípios cristãos mesmo a vida política. 

Com base neste consenso sobre o papel do Estado, os países europeus desenvolveram nos anos 50 e 60 políticas fortemente intervencionistas procurando evitar os excessos do neoliberalismo através de medidas de controlo estatal como as nacionalizações e reformas tributárias no sentido da progressividade. O Estado assumia assim uma postura de regulação económica e de garante do bem estar e do emprego. Surgiu desta forma o Estado-Providência. 

O MUNDO CAPITALISTA - A POLÍTICA DE ALIANÇAS DOS EUA


Como consequência do clima de crescente antagonismo, as superpotências criaram acordos militares de cooperação e entreajuda entre os seus mais próximos aliados. Os EUA criaram assim:

  • Em 1949 a NATO/OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) agrupando os E.U.A. e os seus aliados Canadá, e grande parte dos países da Europa Ocidental com carácter puramente defensivo  dos interesses dos países ocidentais e capitalistas. 
  • Outras alianças multilaterais reforçaram em todos os continentes este espírito defensivo: a OEA, a ANZUS, a OTASE e CENTO. Assim, em 1959, 75% do mundo alinhava com os E.U.A. em múltiplas alianças que reforçavam o seu poderio económico e político.
Ao mesmo tempo os EUA destacavam um conjunto de meios militares próprios para assegurarem a vigilância e a proteção dos seus interesses e dos países aliados. As esquadras americanas estavam estacionadas nas zonas marítimas estrategicamente mais importantes: 

2ª esquadra - Atlântico Norte até às Caraíbas
3ª esquadra - Pacífico central e costa oeste americana
4ª esquadra - América do sul 
5ª esquadra - Indico, Suez, Golfo Pérsico 
6ª esquadra - Mediterrâneo e atlântico oriental
7ª esquadra - Pacífico Central e ocidental, sueste asiático, mares da China e Japão

CONFLITOS DO PERÍODO DA GUERRA FRIA


Conflitos do período da Guerra Fria - O Bloqueio de Berlim

O primeiro grande confronto entre a União Soviética e os Estados Unidos da América deu-se a propósito da Questão de Berlim

Em 1948 as potências ocidentais que ocupavam a Alemanha, E.U.A., Inglaterra e França consideravam fundamental a reorganização política duma Alemanha aberta à Europa e ao mundo ocidental como forma de oferecer uma resistência eficaz aos anseios de expansão do comunismo na Europa Ocidental, face ao que tinha sucedido em países como a Polónia, Hungria ou Checoslováquia, completamente dominados por regimes comunistas. Assim acordaram na criação de uma República Federal Alemã, projecto que foi mal recebido pelos russos que não aceitavam a entrega da soberania política aos alemães nem a desocupação do seu território pelas suas tropas. 

No entanto, como reacção ao projecto dos países ocidentais, a União Soviética decidiu a fundação de um estado alemão socialista, a Republica Democrática Alemã que no entanto só se tornou efectivo em 1949
Neste quadro conflituoso ficava por resolver a situação da capital, Berlim, que estava também dividida em quatro zonas de influência mas estava situada na zona de ocupação soviética. Os Soviéticos procurando impor a  dominação soviética a toda a cidade de Berlim e não só à sua zona da cidade forçando a saída dos ocidentais da cidade bloquearam as saídas e entradas na cidade de todos os transportes e pessoas impedindo assim o acesso das forças militares da Alemanha Ocidental às suas zonas de influência dentro da cidade. 
Neste contexto conflituoso foi organizada uma ponte aérea para abastecer as zonas ocidentais da cidade de Berlim durante o período de bloqueio em que os soviéticos mantiveram a cidade fechada. O bloqueio terminou em Maio de 1949. 

A Guerra Fria

O clima de tensão e antagonismo que se desencadeou com os acontecimentos referidos atrás, perdurou durante 40 anos e constituiu aquilo a que os académicos, jornalistas e estudiosos designaram como Guerra Fria
Este foi um conflito marcado por uma permanente corrida aos armamentos, um clima de paz armada entre as grandes potências e  a proliferação de pequenos conflitos locais em todo o mundo que exprimiam a oposição entre as duas potências que quase sempre se encontravam na rectaguarda desses conflitos, apoiando cada uma das partes em confronto. 
Em oposição encontravam-se também duas visões do mundo, da sociedade e da economia e muitas vezes também de cultura: uma apoiada nos ideais de liberalismo, liberdade individual e livre iniciativa, a outra assente sobre ideais marxistas e leninistas de colectivização, estatização e economia planificada. Vários conflitos de carácter político ou revestindo o aspecto de lutas pela independência foram o rosto desse confronto, destacando-se apenas as seguintes: 

  • O conflito israelo palestiniano iniciado em 1948 com a independência de Israel
  • A formação da República Popular da China em 1949 com a subida ao poder de Mao Tse Tung 
  • A guerra da Indochina desde 1946 e a da Coreia iniciada em 1950.  
Vários episódios de espionagem e contra espionagem dominaram também as preocupações das duas superpotências. Em todas as situações, apoiando os antagonistas estavam presentes os interesses dos E.U.A. e a U.R.S.S.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

O TEMPO DA GUERRA FRIA - A CONSOLIDAÇÃO DE UM MUNDO BIPOLAR


Mapa EUA e alianças 



Mapa mundo socialista anos 60

A partir de 1947 processou-se sob a tutela do Kominform (Secretariado de Informação soviético) a sovietização dos países da Europa Oriental transformando a expansão da influência soviética num perigo para o mundo capitalista ocidental. 
Reagindo à situação e dando razão a Churchill o presidente americano Harry Truman formulou a doutrina Truman que exprimia uma concepção dualista do mundo entre as duas superpotências. Os E.U.A. representavam o Bem e a U.R.S.S representava o Mal. 


Ao mesmo tempo Truman considerava a necessidade de auxiliar os países da Europa Ocidental como forma de evitar a repetição de situações ocorridas 20 anos antes e atenuar os efeitos de grandes recessões no mundo capitalista provocadas pelos efeitos da crise. 
Também o ministro soviético Jdanov afirmava por sua vez que competia à União Soviética a missão de apoiar os estados que perseguissem a paz e a liberdade na luta contra o imperialismo americano. 

Foi neste contexto que foi criado o Plano Marshall em 1947, plano de auxílio económico à Europa que pretendia auxiliar a recuperação económica dos países afectados pela guerra, mesmo os países que nela não tinham participado como Portugal ou a Espanha ou os que estavam na órbita política soviética. Este plano de ajuda deu origem à OECE (Organização Europeia de Cooperação Económica).

Em 1949 também a União Soviética lançou um programa semelhante de ajuda aos países da Cortina de Ferro, o Plano Molotov e posteriormente o COMECON, depois de terem recusado a oferta americana do Plano Marshall. 




Desta forma estabeleceu-se a partir dos anos 50 uma divisão política do mundo em áreas de influência controladas pelas duas superpotências. 

domingo, 3 de fevereiro de 2013

O TRIBUNAL DE NUREMBERGA

A RECONSTRUÇÃO DO PÓS-GUERRA


A construção da nova ordem internacional

Mais uma vez quando a 2ª Grande Guerra se aproximava do fim havia que pensar nos graves problemas que surgiam no horizonte. Recuperar os países mais afectados pelo conflito procurando solucionar as questões pendentes e os problemas políticos e humanitários era a missão mais urgente. 






Nesse sentido realizou-se nos últimos meses de guerra a conferência de Ialta com o objectivo de lançar as bases do novo quadro político e estratégico que surgia como mais provável: o da vitória dos países aliados e a derrota das potências do Eixo. Apesar das divergências, Estaline, Roosevelt e Churchill acordaram nos seguintes pontos: 
  • Definir as fronteiras da Polónia.
  • Planear os termos da divisão e ocupação da Alemanha entre as 4 potências vencedoras (a França embora não estando presente nessa conferência era parte interessada nos planos de divisão da Alemanha).
  • Ficou assente a fundação da ONU em moldes semelhantes aos da Sociedade das Nações.
  • Estabeleceu-se a supervisão do estabelecimento de novos governos nos países de Leste.
  • Foi estabelecido o montante das indemnizações de guerra a pagar pela Alemanha aos países afectados pelo conflito. 

Em finais de Julho quando a guerra na Europa já tinha terminado mas o conflito continuava na Ásia e Pacífico uma nova conferência reuniu-se em Potsdam na Alemanha Oriental. No entanto as divergências entre as grandes potências faziam-se já sentir nomeadamente devido à atitude das tropas soviéticas nas regiões europeias tomadas aos alemães. Tomaram-se aí algumas decisões: 
  • Administração partilhada da cidade de Berlim, dividida também tal como a Alemanha em 4 zonas de influência. 
  • Julgamento dos criminosos de guerra nazis num tribunal internacional realizado em Nuremberga. 
  • Divisão, ocupação e desnazificação da Alemanha e Áustria. 

Novo quadro geopolítico



Os anos que se seguiram ao final do conflito assistiram a um rápido encadeamento de acontecimentos críticos: 

  • O papel determinante que protagonizou nos últimos anos da guerra fez com que a U:R.S.S. se  tornasse  uma superpotência comparável aos E.U.A..
  • A sua influência fez.-se notar a diferentes níveis. Nos países do leste europeu apoiou  a tomada do poder pelos partidos da esquerda e a implantação de regimes socialistas e comunistas. 
  • Essa evolução foi denunciada em 1946 por  Winston Churchill que considerou que se estava a assistir ao isolamento do leste da Europa através de uma "Cortina de Ferro" situação que prenunciava um novo conflito entre antigos aliados da guerra. 


A formação de uma nova organização mais actuante do que a SDN mas animada do  mesmo espírito pacifista e democrático foi acordada na Conferência de Teerão de 1943 e oficialmente  estabelecida em 25 de Junho de 1945 na Conferência de São Francisco através do documento designado por Carta das Nacões Unidas. Eram seus propósitos: 
  • Manter a paz
  • Desenvolver relações de amizade 
  • Promover a cooperação internacional
  • Ser local de debate e entendimento entre todas as nações do mundo no sentido de concretizar as intenções da organização. 
Todas as acções desenvolvidas pela organização foram motivadas pelo mesmo objectivo, o da defesa dos Direitos Humanos. Foi por isso aprovada a Declaração Universal dos Direitos Humanos em 1948 que se distingue da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão pelo facto de procurar definir princípios de cooperação entre as nações do mundo além de direitos e liberdades fundamentais. 

Os papel de cooperação económica e o carácter profundamente humanitário e social da O.N.U. é patente nos organismos que dela fazem parte: 
  • A Assembleia Geral
  • Conselho de Segurança
  • Secretariado Geral
  • Conselho Económico e Social
  • Tribunal Internacional de Justiça
  • Conselho de Tutela (extinto em 1994).
Além destes órgãos outros de vocação mais especializada foram criados. Por ex: 
  • Unesco
  • FAO
  • OMS
  • OIT e outros
A acção da O.N.U. não tem tido a eficácia desejada na prevenção de conflitos regionais apesar de uma intervenção crescente em cada vez maior número de situações de guerra. Desde a 2ª Guerra diversos conflitos em zonas designadas de 3º Mundo não foram resolvidas com a celeridade desejável, situação que se deve ainda em grande parte ao desacordo frequente entre as grandes potências com assento e direito de veto no Conselho de Segurança: EUA, Rússia, China, Inglaterra e França.  


As novas regras da economia internacional 

A reconstrução económica do pós guerra iniciou-se ainda durante o ano de 1944 na Conferência de Bretton Woods. O objectivo foi o de reorganizar o sistema económico e financeiro internacional do pós-guerra. 
Reagindo contra as políticas de autarcia e de isolacionismo económico os economistas propuseram a criação de um novo sistema monetário internacional baseado no dólar, a moeda mais forte da época, sistema esse que garantisse maior estabilidade às moedas nacionais favorecendo as trocas comerciais entre países. O sistema baseava-se na equivalência do dólar ao padrão-ouro e na paridade entre as restantes moedas e o dólar. 
Foram tomadas ainda outras decisões: 
  • criação do Fundo Monetário Internacional FMI
  • criação do Banco Internacional para a Reconstrução e Desenvolvimento BIRD ou Banco Mundial. 
  • Em 1947, sob proposta dos E.U.A. foi criado o Acordo Geral de Tarifas e Comércio o GATT em que 23 países do mundo acordaram para a redução de taxas alfandegárias e outras restrições comerciais. Este acordo esteve na base da criação na Europa do pós guerra, do Benelux e posteriormente da CEE. 


A primeira vaga de descolonização do após guerra teve variadas razões na sua origem: 
  • as promessas de independência feitas pelos governos coloniais aos movimentos de autonomia em troca da ajuda às tropas colonizadoras contra os ocupantes durante a guerra. 
  • As dificuldades económicas sentidas pelos principais estados colonizadores da Europa no após guerra.
  • A pressão das duas superpotências que apoiavam os esforços de autonomia dos povos colonizados.
  • A Carta das Nações Unidas e a Declaração Universal dos Direitos do Homem consignavam a libertação dos povos oprimidos. 
zonas do mundo: 

  • Na Ásia: Líbano (1943), Síria e Jordânia (1946), Índia (1947), Israel (1948), Indonésia (1949), Vietname e Laos (1954) e Cambodja (1955).
  • No Norte de África: Líbia, Egipto, Sudão, Tunísia, Marrocos.