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quinta-feira, 24 de março de 2011

ANÁLISE DE DOCUMENTO

A partir de agora podem postar aqui o exercício da análise de documento realizado na aula de hoje (H2).
Convém fazê-lo até Domingo.

quarta-feira, 9 de março de 2011

MATRIZ DE CONTEÚDOS A ESTUDAR PARA O TESTE

MATRIZ DE CONTEÚDOS A ESTUDAR PARA O TESTE

Conteúdos
Aprendizagens Relevantes
Módulo 2
2. O espaço português – a consolidação de um reino cristão ibérico
2.4 O poder régio, factor estruturante de coesão interna do reino
·         Analisar o funcionamento da monarquia feudal
·         Reconhecer no poder e na autoridade real um factor de coesão interna e de afirmação de Portugal no quadro político ibérico
3. Valores, vivências e quotidiano
3.1 A experiência urbana

3.2 A cultura leiga e profana nas cortes régias e senhoriais

·         Conhecer as principais características do estilo gótico
·         Caracterizar a vida cultural nas cortes régias e senhoriais
Módulo 3
1.       A geografia cultural europeia de Quatrocentos e Quinhentos
1.1 Principais centros culturais de produção e difusão de sínteses e inovações


·         Identificar os principais centros culturais da Europa nos séculos XV e XVI

domingo, 27 de fevereiro de 2011

FICHAS DE LEITURA - AVISO

As fichas de leitura realizadas na aula no dia 28 devem ser postadas aqui, nos comentários. Quem não conseguir, já sabe o que fazer: enviar para o mail que eu própria me encarregarei de as colocar aqui no blog.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

PROPOSTA DE CORRECÇÃO DO TESTE

Ler com atenção e passar para o caderno.

GRUPO I

1.1 O surto demográfico verificado na Europa entre os séculos XI e XIII foi, no entender de Le Goff, resultado de um conjunto de alterações principalmente relacionadas com a melhoria das condições de subsistência das populações. A agricultura, principal actividade da época e fundamental para a qualidade de vida das pessoas e, consequentemente para a demografia, sujeitou-se a grandes progressos que passaram pelo arroteamento de extensas áreas de terra e pela introdução de novas técnicas agrícolas, salientando-se o emprego crescente do ferro nos utensílios, a substituição do arado pela charrua (arado com rodas), a introdução da rotação trienal de culturas, a fertilização dos campos e a intensificação do uso do cavalo em vez do boi (facilitada pela alteração no método de atrelagem e pelo uso da ferradura), com grandes vantagens na produtividade agrícola.
O surto demográfico assim verificado acabou por fazer afluir muita gente do mundo rural às cidades, que se constituíam como pólos de atracção. O renascimento e desenvolvimento destas cidades medievais dinamizou a vida económica e ficou a dever-se à acção de determinados grupos económicos, mercadores, banqueiros e artesãos que, por viverem no burgo, tomam o nome de burgueses.
As cidades constituíam importantes centros económicos, destacando-se as situadas nos cruzamentos de rotas regionais ou internacionais. Aos mercados urbanos afluíam regularmente camponeses das terras próximas que iam abastecendo a população urbana, contudo, este abastecimento não era suficiente, tendo de se recorrer a mercadores ambulantes (almocreves) que serviam de intermediários entre diversas regiões. Deste modo estabeleceram-se numerosos mercados e feiras que consolidaram a actividade mercantil. 
Dos principais centros económicos da Europa destacam-se: a região da Flandres (com cidades como Antuérpia e Bruges), as cidades e comunidades de mercadores da Liga Hanseática (salientando-se Lübeck), as cidades italianas (Veneza ou Génova). É de destacar igualmente o papel das cidades-feiras da Champagne (Troyes, Lagny ...). estrategicamente situadas entre os pólos económicos do Norte da Europa e do Norte da Itália.
Esta revitalização económica estimulou o aparecimento de novas práticas financeiras que permitiam transacções mais facilitadas. Assim, surgem as sociedades comerciais, os primeiros seguros, os pagamentos através da letra de câmbio e as operações de crédito. É toda uma economia monetária que se afirma.

GRUPO II

1.1 A autonomização do Condado Portucalense relaciona-se com a acção do D. Afonso Henriques. O reconhecimento do seu título de rex por Afonso VII, na Conferência de Zamora em 1143, culminou com a proclamação de tal facto por parte do Papa Alexandre III através da Bula Manifestis Probatum. Neste documento o Papa reconhece, perante toda a Cristandade, Afonso Henriques como rei e Portugal como reino independente, dignificando as qualidades de D. Afonso Henriques relativas ao combate contra os inimigos da fé (os mouros).

1.2 A questão da soberania do Algarve foi resolvida pelo Tratado de Alcanises (1297), entre D. Dinis e Fernando IV de Castela, fixando os limites territoriais dos dois reinos. Desta forma, o território português adquiriu a sua configuração definitiva.

1.3 A origem dos domínios senhoriais remonta à Reconquista, à apropriação de terras vagas pela expulsão dos muçulmanos - presúria - pertencendo ao rei a sua maioria (reguengos). Em resultado de grandes doações à nobreza e ao clero, surgiram as honras (as terras pertencentes à nobreza) e os coutos (se fossem senhorios da Igreja).
A principal área do senhorialismo nobre é o Norte atlântico, configurando-se o centro e sul do país como as áreas dos grandes senhorios da Igreja.
O senhorio é uma área territorial mais ou menos extensa, cujo detentor exerce poderes, não só sobre a terra mas também sobre os homens que nela habitam. No caso português, as constantes preocupações com a guerra e defesa das fronteiras afastaram os reis da organização administrativa do Reino, levando ao crescimento do senhorialismo pela obtenção de recompensas de serviços vassálicos prestados ao rei, sob a forma de territórios acompanhados da autoridade pública, de que os castelos (Doc. C) eram o símbolo do poder.
O poder dos senhores assenta não só na posse da terra (poder fundiário ou dominial), mas também no poder militar e controlo económico sobre o território, reflectido na cobrança de impostos.
Em resultado das grandes doações régias e de legados, os grandes senhorios monásticos constituem os maiores domínios fundiários, com destaque para as ordens monacais (Beneditinos, Cistercienses ...) e ordens religiosas e militares(Templários, Hospitalários, Calatrava ...) que se destacaram pela sua acção de povoamento e exploração da terra (Doc. D, o couto de Alcobaça é um exemplo de um grande senhorio monástico).
Por concelho designa-se um território variável em extensão, composto por comunidades de homens livres (vizinhos), cujos direitos (privilégios) e deveres estavam consignados nas cartas de foral. A sua autonomia político-administrativa provinha do reconhecimento efectuado pelos reis e senhores que necessitavam de repovoar o interior e o sul do país durante e após o período da Reconquista.
Os concelhos compreendiam a cidade ou vila (e seu arrabalde) e o termo, sobre cuja área se exercia influência jurisdicional. A administração do concelho competia aos vizinhos, que eram todos os homens livres, maiores de idade que habitavam a área concelhia, que nela trabalhavam ou eram proprietários. A sua administração era, assim, comunitária, diferente da do senhorio, que pertencia a um único individuo 

1.4 A principal instituição concelhia era a assembleia de vizinhos (o concilium) (Doc. E), onde se tomavam as deliberações conhecidas por posturas municipais.
A comunidade de vizinhos era composta por magistrados, destacando-se os juízes (dirigentes supremos da comunidade), os almotacés (responsáveis pelo controlo das actividades económicas, sanidade e obras públicas), o procurador (que representava externamente o concelho) e o chanceler (que guardava o selo e a bandeira). A estes magistrados juntavam-se outros, nomeados pelo rei e encarregues de defender os seus direitos no concelho.
 A elite social do concelho, os homens-bons (proprietários rurais, ricos comerciantes) possuíam grande proeminência política, monopolizando os cargos de administração do concelho. 
A autonomia de cada concelho era exteriorizada por certos símbolos, como o selo municipal e o pelourinho (Doc. F), sendo a sua estrutura organizacional e jurídica estabelecida através da carta de foral.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

TAREFA DE PREPARAÇÃO PARA A VISITA DE ESTUDO




A Real Abadia de Alcobaça (ou Real Abadia de Santa Maria de Alcobaça) foi um senhorio eclesiástico com um território de quase 500 km², situado entre a Serra dos Candeeiros e o Atlântico, tendo a sua sede no Mosteiro de Alcobaça. Estas terras foram doações régias de D. Afonso Henriques ao abade da Ordem de Cister, Bernardo de Claraval (carta de couto do ano de 1153). Ao longo de vários séculos, a abadia foi um centro espiritual do país, com grande autonomia, o seu abade foi um dos mais altos conselheiros do rei.

Segundo reza a lenda, aquando da Reconquista, D. Afonso Henriques prometera construir um mosteiro em homenagem à Virgem Maria, caso ele conseguisse conquistar aos mouros a importante fortaleza de Santarém. Em 1147, deu-se finalmente a vitória, tendo D. Afonso Henriques cumprido o prometido, oferecendo o território de Alcobaça a Bernardo de Claraval (estes acontecimentos encontram-se documentados nos azulejos azuis das paredes da Sala dos Reis do Mosteiro que datam do século XVIII).
Em 1178, os cistercienses iniciaram a construção do Mosteiro, tornando-se este um dos mais ricos e poderosos da Ordem de Cister.
Mas as ligações entre D. Afonso Henriques e a Ordem de Cister já vinham de trás. Após a importante vitória na  Batalha de Ourique sobre os  Mouros no ano de 1139, D. Afonso Henriques autoproclamou-se Rei de Portugal e libertou-se da prestação de vassalagem ao rei de Castela, D. Afonso VII. Em 1143, D. Afonso VII de Castela reconheceu a independência de Portugal. Mas era fundamental o reconhecimento da independência do estado português pelo Papa, o que levou D. Afonso Henriques a pedir auxílio a Bernardo de Claraval. Enquanto abade e fundador da abadia cisterciense de Claraval, Bernardo foi um dos clérigos mais influentes do seu tempo. Em 1144, D. Afonso Henriques concedeu aos Cistercienses a vila de Tarouca, no norte de Portugal. 
Quando em 1147, conquistou Lisboa, Sintra, Almada Palmela aos mouros o reconhecimento da independência de Portugal era quase certo. Contudo, o reconhecimento do Papa chegou somente no ano de 1179 através da bula “Manifestis Probatum” de Alexandre III (na Sala dos Reis do Mosteiro encontra-se representada a coroação imaginária de D. Afonso Henriques por Bernardo de Claraval e pelo Papa Inocêncio II (1130 - 1143) num grupo de figuras de barro em tamanho real que datam do século XVIII).
A entrega aos mosteiros de terras conquistadas aos mouros durante a Reconquista correspondia a uma política de povoamento geral, destinada a pacificar o território ocupado e a converter os novos súbditos. Desta forma, na luta pela independência, D. Afonso Henriques entregou em 1127 Vimieiro à congregação beneditina de Cluny; em 1128 entregou Soure aos Templários; em 1131, fundou o Mosteiro de Santa Cruz em Coimbra; entregou Tomar aos Templários em 1159 bem como, em 1169, um terço do território conquistado no Alentejo. E outras doações se seguiram.
Doze monges cistercienses e um abade tomaram posse do terreno pertencenteao Mosteiro e construíram, a poucos metros do actual Mosteiro e junto ao rio Alcoa, a abadia provisória de Santa Maria. Quando, no ano de 1178, foram iniciadas as obras de construção da igreja e das primeiras divisórias do Mosteiro, o território ainda não se encontrava pacificado, sendo a construção atrasada pelas investidas dos mouros. No massacre de 1195, muçulmanos vindos de Marrocos, penetraram em terras cristãs e assaltaram o Mosteiro em construção, tendo morto os 95 monges que aí se encontravam a trabalhar. Só no dia 6 de Agosto de 1223, os monges abandonaram a velha abadia, mudando-se para o novo Mosteiro. O túmulo do terceiro rei de Portugal, D. Afonso II, falecido em 1223, foi acolhido nesta igreja em 1224. Contudo, as obras só terminariam em 1240, dando-se a consagração em 1252.
O território cedido aos cistercienses e que, anteriormente, tinha pertencido aos mouros, provavelmente não tinha sido utilizado para a agricultura, devido às inúmeras guerras que se passavam nesse local. Os monges iniciaram de imediato o seu povoamento através da criação de granjas habitadas por colonos obrigados a prestar contas à abadia. O abade de Alcobaça tinha o privilégio de poder tomar decisões judiciais sem a confirmação do rei, pelo que alguns fugitivos e alguns criminosos encontravam aqui protecção.
Deste modo, os monges cultivavam e povoavam rapidamente as terras, possuindo um grande poder.
No século XIII, o Mosteiro possuía dois portos (Alfeizerão/São Martinho do Porto situados na Lagoa de Alfeizerão, e Pederneira, hoje uma parte da Nazaré), possibilitando aos monges a prática da pesca, a exportação de vinho e de sal, extraído das salinas da lagoa que existia desde a Pederneira (Nazaré) até poucos quilómetros de Alcobaça. Mais tarde, exportavam azeitonas e azeite, nozes, frutos secos e madeira. Em 1368 e em 1374, por meio de uma doação do rei D.Fernando, o domínio da abadia foi ainda mais alargado com novos territórios. Devido à grande experiência dos monges, os reis pediam-lhes o seu auxílio para a secagem de pauis noutras zonas do território português. Em troca desse auxílio a abadia recebia feudos.
O sucesso económico trouxe consigo uma considerável afluência populacional, o que obrigava a um permanente alargamento das instalações do Mosteiro. Até ao início do século XV, os monges desenvolveram uma grande actividade, cultivando as terras e desenvolvendo a agricultura, dedicando-se à pesca, extraindo sal e ferro, desenvolvendo a arte de forjar, promovendo o artesanato e educando os colonos. Os primeiros monges, monges brancos, tiveram uma acção civilizadora notável: em 1269, criaram uma das primeiras escolas públicas do ocidente, cuja transferência, em 1290, para Coimbra, deu origem à Universidade de Coimbra. Também tiveram um grande incremento as oficinas de imaginária da Abadia e desenvolveram-se acções de assistência e beneficência através da enfermaria.
O abade de Alcobaça era membro das cortes, era o padre principal do rei, tornando-se numa das pessoas mais importantes do reino e tinha o título de Dom Abade do Real Mosteiro de Alcobaça, do Conselho de Sua MajestadeEsmoler-Mor, Donatário da Coroa,Senhor dos Coutos e Fronteiro-Mor. No seu território a abadia não era obrigada a recrutar tropas para o rei.
A partir de 1475, o Mosteiro, que sempre elegeu autonomamente os seus abades, encontrou-se sob a influência de abades colocados pelo rei ( os abades comendatários). Em 1531 Afonso de Portugal (1509-1540), o quarto filho do rei D. Manuel I e irmão do futuro rei D. João III (1502-1557), tornou-se abade de Alcobaça, sendo simultaneamente bispo de Lisboa e cardeal. Após a sua morte, D. João III proclamou o seu irmão Henrique (1512-1580) abade, que era, igualmente, arcebispo de Lisboa bem como inquisidor-mor de Portugal, tornando-se, mais tarde, cardeal. Dois anos antes da sua morte, o cardeal D. Henrique foi proclamado rei de Portugal. Esta ligação íntima do cardeal com a Casa Real - que escolhia o abade há mais de 50 anos -, levou, no ano de 1567, a que o Papa Pio V decretasse numa bula a independência da Ordem dos Cistercienses em Portugal.
A Congregação Autónoma dos Cistercienses de São Bernardo de Alcobaçatornou-se dirigente de todos os mosteiros cistercienses portugueses. Tanto a Ordem de Avis como a Ordem de Cristo, a sucessora da Ordem dos Templáriosem Portugal, estavam subordinados à sua jurisdição.
Após a Restauração da Independência (1640), o Mosteiro sofreu um alargamento (dois novos claustros) e profundas alterações, sendo, nessa altura, construída a cozinha nova que ainda hoje impressiona. A partir de 1702, o Mosteiro recebeu a sua magnífica fachada barroca, tendo a igreja obtido os seus dois campanários. Em 1755, a construção terminou com a criação da Biblioteca, sendo esta, naquela época, uma das maiores da Península Ibérica. O facto de ter sido criada deve-se ao surgimento de inúmeros monges cronistas e historiadores (como Frei Bernardo de BritoFrei António Brandão e Frei Fortunato de São Boaventura). Estes monges tornaram-se conhecidos como Cronistas de Alcobaça. Eles publicaram durante séculos a Monarchia Lusitana, uma obra que tratava da História de Portugal.
O Mosteiro foi pilhado pela população em 1833 (no contexto das lutas liberais) tendo desaparecido muitos objectos utilitários, de culto e de arte e uma grande parte do acervo da Biblioteca, cujos restos só alguns anos depois puderam ser transferidos para a Biblioteca Nacional em Lisboa. Depois disso, em 1834 decretou-se o encerramento dos mosteiros, revertendo as suas riquezas a favor do Estado. Muros foram derrubados, o pelourinho eliminado, na ala sul do Mosteiro foram criadas habitações e a parte norte passou a ser utilizada por serviços públicos e pelo comércio. O refeitório, existente desde os tempos da Idade Média, foi transformado numa sala de teatro em 1840, existindo até ao ano de 1929. No claustro mais recente, o Claustro da Biblioteca ou Claustro do Rachadoiro, foi inserida uma arena destinada a touradas (1866/68). As partes mais recentes do Mosteiro passaram a ser utilizadas pela cavalaria, transformando-se mais tarde num lar para deficientes e idosos. Os edifícios do Mosteiro entraram em decadência. Só a partir de 1929, o Estado, com a ajuda dos serviços responsáveis pelos monumentos, começou a reparar a Igreja e o Mosteiro, restituindo-lhes o seu aspecto original. Nos anos 1990, a ala sul do Mosteiro passou novamente para o domínio do estado e os dois claustros, juntamente com as suas construções datadas dos séculos XVI a XVIII, foram restituídos, apenas, em 2003. A igreja e a parte medieval foram consideradospatrimónio mundial pela UNESCO em 1989.

Agora tentem responder a estas questões sobre o Mosteiro de Alcobaça:

1 - O que distingue um senhorio laico de um senhorio eclesiástico?
2 - Podemos considerar a Abadia de Alcobaça um senhorio? Justifique.
3 - Que poderes e direitos tinham os monges de Alcobaça nos seus extensos domínios?
4 - Discrimine as actividades económicas praticadas nos coutos de Alcobaça.
5 - Como se explica a generosidade de D. Afonso Henriques para com as ordens religiosas?
6 - Explique a importância cultural da Abadia de Alcobaça.


Responder até 3ª feira (dia 22).

VAMOS FAZER A CORRECÇÃO DA FICHA DE DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS

Como combinado, aqui está a lista de alunos que, desta vez, serão responsáveis pelas respostas às questões da ficha de desenvolvimento de competências feita na aula (manual, pp. 111-115).

10º H2
Iolanda - questão 1
Ricardo Amorim - questão 2
Jéssica - questão 3
Joana - questão 4
Pâmela - questão 5
Catarina Pereira - questão 6
Catarina Santos - questão 7
Ana Raquel - questão 8
Catarina Araújo - questão 9
Ana Capote - questão 10
Carolina Guedes - questão 11
Beatriz - questão 12
André Ferreira - questão 13
Pedro - questão 14


10º H3
Mery - questão 1
Carla - questão 2
Cláudia Martins - questão 3 
Cláudia Sequeira - questão 4
Cátia - questão 5
Joana - questão 6
Telmo - questão 7
Lucas - questão 8
Eduardo - questão 9
Inês Fernandes - questão 10
Inês Santos - questão 11
Alina - questão 12
Nidia - questão 13
Ilda - questão 14

Devem colocar as vossas respostas até Domingo.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

A ARTE DE LER

Aqui estou para relembrar que, quem faltou à visita de estudo, tem pela frente a tarefa de escolher uma destas obras e fazer a ficha de leitura de um capítulo à escolha, para apresentar no início do 2º período. O primeiro livro é este:

Só para vos aguçar a curiosidade e facilitar a escolha, explico-vos o contexto da obra. Situa-se no século III, numa cidade da Lusitânia sob administração romana. O Império atravessa uma crise, marcada pela ameaça dos bárbaros, pelo fervilhar das intrigas políticas e sobretudo pela expansão de uma seita religiosa cada vez com mais seguidores – a dos cristãos. Retratando com lucidez a sua época e fixando-se em certas personagens fortes, este romance dá-nos a perspectiva de um homem,
Lúcio Valério Quíncio, que procura a todo o custo manter a rectidão e a serenidade dos seus princípios estóicos, em face de um mundo agitado por paixões que o seduzem, mas que nunca chega a entender profundamente por fazerem parte de um outro universo.




A outra obra é esta e, em termos literários, talvez seja de mais fácil leitura e compreensão para vós.
Em 147 a.C., alguns milhares de guerrilheiros lusitanos encontram-se cercados pelas tropas do pretor Caio Vetílio. Em princípio, trata-se apenas de mais um episódio da guerra que a República Romana trava há longos anos para se apoderar da Península Ibérica. Mas os Lusitanos, acossados pelo inimigo, elegem um dos seus e entregam-lhe o comando supremo. Esse homem, que durante sete anos vai ser o pesadelo de Roma, chama-se Viriato. Entre 147 e 139, ano em que foi assassinado, Viriato derrotou sucessivos exércitos romanos, levou à revolta grande parte dos povos ibéricos e foi o responsável pelo início da célebre Guerra de Numância. Viriato foi um verdadeiro génio militar, político e diplomático. Mas, sobretudo, Viriato foi o defensor de um mundo que morria asfixiado pelo poderio romano: o mundo em que mergulham as raízes mais profundas de Portugal e de Espanha. É esse mundo, já então em declínio, que este livro tenta evocar.
Agora a escolha é vossa.
Mas nunca se esqueçam de relacionar o contexto das obras com a matéria abordada nas aulas, porque essa relação é a principal razão de ser deste exercício.
Quanto aos outros colegas, se quiserem fazer a leitura de qualquer uma destas obras, só faz é bem e enriquece o espírito ... e o vocabulário!

COMO ELABORAR UM RELATÓRIO

Em diversas situações, na comunicação social falada e escrita, já leram ou ouviram alguém dizer que foi pedido um relatório sobre determinada ocorrência. É usual, por exemplo, pedir um relatório na sequência de um determinado acidente ou na sequência de uma situação problemática com graves consequências, assim como é normal que determinada comissão de inquérito, no âmbito, por exemplo, da Assembleia da República, elabore um relatório onde apresenta os resultados das suas investigações.
No âmbito das aulas, os alunos também podem ser convidados a usar esta estratégia.
A redacção de relatórios é um trabalho que parece perfeitamente adequado e legítimo, por exemplo, na sequência das viagens de estudo ou na sequência do visionamento de um filme. Mas a sua realização pode também ser solicitada a partir das próprias aulas, uma vez que pode ser apresentado e elaborado a partir de uma sequência de aulas em que foi tratada determinada matéria ou abordado determinado tema.

Como fomos em visita de estudo a Conimbriga, já sabem que têm de elaborar um relatório.



Aqui fica um plano de como elaborar um relatório de visita de estudo:
1. Introdução
• Local ou locais visitados;
• Data da visita;
• Horário;
• Meio de transporte;
• Turmas participantes;
• Professores acompanhantes;
• Responsáveis pela organização.
2. Desenvolvimento
• Objectivos da visita de estudo;
• Relacionamento dos temas de estudo (aulas) com os locais visitados;
• Expectativas pessoais relativamente à visita;
• Descrição objectiva dos locais visitados ou das actividades realizadas;
• Aspectos considerados mais importantes, mais relevantes;
• Grau de satisfação das expectativas pessoais;
• Ambiente em que decorreu a visita (pontualidade, relações entre colegas, entre alunos e professores; clima de afectividade, convívio, maneira como foram acolhidos pelas instituições, etc.)
3. Conclusão• Opinião pessoal sobre a visita;
• Aspectos que foram mais conseguidos e menos conseguidos;
• Sugestões para ter em conta em futuras visitas.
4. Anexos
• Fotografias; Documentos preparatórios ou motivadores previamente distribuídos; Documentos recolhidos durante a visita; Outros.
J. Vieira Lourenço, Ferramentas do aprendiz de filósofo. Porto: Porto Editora, 2004, pp.57-60 (texto adaptado)
NOTA: Não esquecer que se trata de um texto e não da apresentação de tópicos.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

MELHOR FICHA DE LEITURA

Aspecto muito positivo apresentado em muitas das fichas de leitura elaboradas é a referência bibliográfica. Destaco ainda em particular, pela relativa boa qualidade do resumo das ideias apresentadas, as fichas de leitura dos alunos: Catarina (penso que Pereira, pois não colocou apelido e só na turma H2 são três); Catarina Santos, Shayenny e Ricardo Rogagels. A melhor ficha de leitura é a seguinte:

Ficha de leitura


Referências bibliográficas:

Autores: Couto, Célia e Rosas, Maria Antónia
Título: O Tempo da História, 1º Parte
Número de edição: 1º
Local de edição: Porto 
Editora: Porto Editora
Ano de edição: 2009


Resumo do tema 2.2.4 (manual págs. 103 a 106) - "A Apologia do Império na Épica e na Historiografia":

Durante o séc. I, no principado de Augusto, Roma sofreu uma grande transformação, esta passou a ser um verdadeiro centro artístico, quer a nível da sua constituição (passou a possuir ainda mais monumentos e obras de arte), assim como a nível cultural (criação de diversas obras literárias e de poesia). Mecenas (amigo do imperador) foi uma figura que se destacou imenso pois reuniu os maiores talentos literários da época, incentivando-os de tal forma, que ainda hoje o seu o nome é ligado à protecção das artes. A literatura atinge assim o seu auge.
A poesia era utilizada por Octávio para fazer propaganda dos benefícios do seu império e das suas características.
Píblio Virgílio Maro foi um grande poeta da época. Os últimos anos da sua vida foram dedicados a uma grande obra épica- a Eneida. Esta grande obra é um cântico às origens de Roma e ao seu lado conquistador.
O Império de Roma sempre fascinou os historiadores, devido à grande persistência que mostrou na sua construção. Tito Lívio, historiador romano que mais dignificou a história da sua pátria, escreveu mais de uma centena de obras sobre Roma. Nestas obras elogiava as diversas conquistas do império Romano e a sua acção civilizadora. Algumas destas obras chegaram a ser usadas como livros escolares na extensa rede de escolas espalhada por todo o império.

Patrícia Simões
Nº20- 10ºH2

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

TRABALHO AUTÓNOMO

Espero que não tenham esquecido os conselhos relativos ao estudo dos conteúdos e ao treino das competências e que tenham trabalhado de forma autónoma como vos foi recomendado.
Assim, pede-se que na aula de dia 9 (dia do teste) tragam o vosso caderno de actividades para verificação das fichas de trabalho.

NOVA TAREFA

Para trabalho de casa (individual) a postar aqui no blog até dia 2 de Dezembro:

  • Fazer ficha de leitura do tema 2.2.4 (manual pp. 103 a 106) "A Apologia do Império na Épica e na Historiografia";
  • Não esquecer que a ficha de leitura de um texto deve ser mais pequena que o texto original (capacidade de síntese é importante) e que devem ser apresentadas por palavras vossas as ideias principais do texto.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

DESAFIO DEMOCRÁTICO

Como não tenho pedido muitos trabalhos de casa aqui fica um:

  1. A cidade-estado de Atenas, na Grécia Antiga, é considerada o berço do regime político democrático. A democracia ateniense, porém, não era a mesma que se tem no mundo contemporâneo. Descrevam o funcionamento da democracia ateniense e expliquem de que forma ela se diferencia da democracia actual.
  2. A democracia antiga é um sistema de governação em que todos os cidadãos exercem um papel importante. O problema que se coloca é: quem é cidadão na Polis ateniense? A partir dessa constatação e à luz do foi abordado nas aulas, desenvolvam um texto com o tema: Os limites da democracia ateniense.
Devem postar aqui no blog as vossas respostas até 2ª feira, dia 15 de Novembro.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

A PROPÓSITO DA PROBLEMATIZAÇÃO

Olá Ricardo. Claro que a turma H2 apresentará os resultados da problematização do tema do trabalho na 4ª feira (dia 3).
Foi uma gralha que já se encontra rectificada.

GRUPOS E TEMAS DO TRABALHO DE PROJECTO

Para evitar possíveis esquecimentos (do género quem são os elementos do meu grupo? não sei! ou qual o tema do trabalho? esqueci-me!), aqui fica a formação dos grupos das duas turmas e respectivos temas do Trabalho de Projecto:

Turma H2:

Patrícia Alves
Tássia
Pâmela
tema: DEMOCRACIA

Jessica
Joana
Bruno
tema: REPÚBLICA

Alexandra
Catarina Araújo
Iolanda
tema: PARLAMENTARISMO

João Antunes
Patrícia Simões
Ricardo Amorim
tema: OLIGARQUIA

Ana Capote
Ana Rodrigues
Catarina Pereira
tema: TIRANIA

João Paulo
Sandra
Pedro
tema: MONARQUIA CONSTITUCIONAL

André Vieira
Ricardo Rogagels
tema: MONARQUIA ABSOLUTA

Inês
Carolina Figueiredo
Ana Raquel Gomes
tema: TIRANIA vs DITADURA

Catarina Santos
Diogo
André Ferreira
tema: TEOCRACIA

Beatriz
Carolina Guedes
Rita Francisco
tema: DITADURA

Turma H3:

Ana Rita
Cláudia Sequeira
Leandro
tema: MONARQUIA ABSOLUTA

Josemar
Lucas
tema: TIRANIA

Cláudia Martins
Joana Ramos
Sara
tema: MONARQUIA CONSTITUCIONAL

Eduardo
Inês Santos
Ana Luísa
tema: TEOCRACIA

Francisco
Raquel
tema: já que tanto insistiram, pois bem fica a ANARQUIA

Telmo
 Mery
tema: REPÚBLICA

Cátia
Inês Fernandes
Carla
tema: OLIGARQUIA

Alina
Shayenny
Silvia
tema: PARLAMENTARISMO

Luís
Solange
tema: DEMOCRACIA

Ilda
Nìdia
Andreia
tema: DITADURA

Quanto à apresentação da problematização dos temas (1ª etapa do tabalho) fica calendarizada da seguinte forma:
Turma H3: terça-feira, 2 de Novembro
Turma H2: quarta-feira, 3 de Novembro

domingo, 3 de outubro de 2010

A PROPÓSITO DO CENTENÁRIO DA REPÚBLICA

A propósito das comemorações do centenário da República, inicia-se na nossa escola, já no dia 6 (quarta-feira) o ciclo de conferências "Visões da República".
Receberemos, então, o professor, investigador e escritor Sérgio Luís de Carvalho que nos irá falar de "A 1ª Guerra da República 1916/1918" a partir da investigação que realizou para o seu romance histórico O Destino do Capitão Blanc. A não perder às 10 horas no auditório.