quarta-feira, 10 de novembro de 2010

JÚLIO CÉSAR E COMPANHIA

Vamos então saber um bocadinho mais sobre a vida de Júlio César e de outras figuras do Império Romano, como Marco AntónioOctávio e até Cleópatra.



Em relação a Cleópatra existem muitas dúvidas sobre o seu real aspecto. Será que seria uma mulher tão deslumbrante que conseguiu seduzir Júlio César e Marco António? Será que os relatos que dela são feitos estarão correctos? Será que as suas representações correspondem à realidade, como estas por exemplo?

É que as raras representações da senhora em moedas ou estátuas da época são muito raras e ela surge-nos de forma bem diferente.
Como aqui neste busto. O que se sabe ao certo é que era muito culta, muito inteligente, falava muitas línguas, tinha muitos conhecimentos sobre todos os assuntos e por isso conversava com os homens sobre tudo. Como devem calcular era diferente da grande maioria das mulheres do seu tempo, os homens estranhavam e acabavam por se encantar com o seu à vontade e inteligência. Seria esse o segredo de Cleópatra?

COMO É QUE A REPÚBLICA PASSOU A IMPÉRIO?

Crise na República Romana
- A República romana entra em crise nos séculos II e I a.C.
- Muitos soldados camponeses ingressavam no Exército para ter direito a terras quando saíssem das legiões. Ao retornar das guerras, não tinham como manter as suas propriedades e acabam por vendê-las a preços baixos. Os Plebeus, devido à utilização de mão-de-obra escrava nas propriedades, ficavam desempregados. Os ex-proprietários e os ex-trabalhadores das fazendas acabavam por sair das áreas rurais e migravam para os centros urbanos: êxodo rural. Nas cidades, especialmente em Roma, eles passaram a competir com os escravos por trabalho.
- Os Plebeus que participaram em guerras e conseguiram enriquecer, possuíam recursos para manter as suas terras. Desta forma surgiu uma nova classe social: os cavaleiros. Apesar da riqueza, não tinham participação política.
Tentativas para superar a Crise da República romana
Irmãos Graco
- Os Irmãos Tibério e Caio Graco, eleitos Tribunos da Plebe, defendiam reformas para atender aos desempregados e diminuir problemas sociais causados pela expansão romana.
- 133 a.C.: Tibério Graco na tentativa de resolver os conflitos sociais existentes em Roma aprovou uma Reforma Agrária. Tal medida provocou a insatisfação da aristocracia. Acabou por ser assassinado pela nobreza.
- Dez anos mais tarde, Caio Graco, retomou o projecto da Reforma Agrária e aprovou a Lei Frumentária, que obrigava o Estado a vender o trigo a preços baixos à população. As suas reformas entraram em choque com os interesses da aristocracia. Segundo uns, Caio, pressionado politicamente, cometeu suicídio em 121 a.C. (outra tese refere que foi assassinado).
Mário e Sila
- Militares, com alta popularidade devido às conquistas territoriais, ocuparam cargos políticos no Senado.
Mário: apoiado pelas camadas populares, profissionalizou o exército e tornou as suas legiões fiéis ao seu comando e não a Roma.
Sila: representante dos Patrícios, defendia os interesses dessa classe social. Venceu Mário e submeteu o Senado ao seu controlo, tornando-se ditador até 79 a.C.
- Todos estes problemas geraram um clima de insatisfação geral e conflitos.

Os Triunviratos e o início do Império Romano

Primeiro Triunvirato
- Como o Senado não conseguia impor a sua autoridade, três líderes militares populares, Pompeu, Crasso e Júlio César, em 60 a.C., impuseram-se ao Senado e formaram o Primeiro Triunvirato.
- Crasso morreu em 53 a.C., e Júlio César, que tinha muito prestígio, venceu Pompeu e tornou-se ditador de Roma. Fez várias reformas: dividiu terras entre plebeus, transformou o Senado apenas em conselho consultivo, construiu grandes obras e ofereceu trabalho aos desempregados.
- Senadores, descontentes com César, assassinaram-no.
Segundo Triunvirato
– Com a morte de Julio César, o Senado tentou tomar o poder.
- Para impedir isso, o cônsul Marco António, o chefe da cavalaria Lépido e Octávio (sobrinho e herdeiro de César) uniram-se e formaram o Segundo Triunvirato.
- Rapidamente, os três começaram a disputar o poder. Por pressão de Octávio, Lépido foi destituído do poder. Marco António rompeu com Octávio e aliou-se a Cleópatra, rainha do Egipto.
- Octávio, apoiado pelo Senado, acusou Marco António de se querer tornar rei do Egipto tendo começado um conflito. Marco António foi derrotado e suicidou-se. O Egipto foi transformado em  província romana.
Octávio tornou-se o chefe supremo de Roma e recebeu o título de Augusto (divino, consagrado). Em 27 a.C., tornou-se o primeiro imperador romano, acabando, assim, o período republicano e começando o Império.



terça-feira, 9 de novembro de 2010

AS INSTITUIÇÕES REPUBLICANAS



ROMA - EVOLUÇÃO POLÍTICA E ETAPAS DA CONQUISTA



ETAPAS DA CONQUISTA (resumo)
1ª Etapa – Entre os séculos V e IV a.C.; corresponde à conquista de toda a Península Itálica.
Com a conquista e a unificação da Península Itálica, Roma transformou-se numa respeitável potência. O problema é que o seu território passou a fazer fronteira com Cartago, outra grande e temível potência da época.
Cartago era uma cidade de origem fenícia (punicus, em latim), situada no norte de África. Contra ela, entre os anos 264 e 146 a.C., Roma travou três guerras, na segunda das quais teve que enfrentar o lendário general cartaginês Aníbal. Esses confrontos, que os romanos venceram, ficaram conhecidos como Guerras Púnicas.
2ª Etapa - Entre os séculos III e II a.C.;  conquista da Sicília, Península Ibérica, Norte de África, Grécia e os reinos helenísticos da Ásia Menor e da Síria.
3ª Etapa – Entre o século I a.C e os séculos I e II d.C.; nesta fase, os romanos conquistaram a Gália (actual território da França, algumas partes da Bélgica e da Alemanha e o Norte de Itália), o Egipto, a Britânia (sul da actual Grã-Bretanha) e a Dácia (Roménia e Moldávia actuais).

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

DESAFIO DEMOCRÁTICO

Como não tenho pedido muitos trabalhos de casa aqui fica um:

  1. A cidade-estado de Atenas, na Grécia Antiga, é considerada o berço do regime político democrático. A democracia ateniense, porém, não era a mesma que se tem no mundo contemporâneo. Descrevam o funcionamento da democracia ateniense e expliquem de que forma ela se diferencia da democracia actual.
  2. A democracia antiga é um sistema de governação em que todos os cidadãos exercem um papel importante. O problema que se coloca é: quem é cidadão na Polis ateniense? A partir dessa constatação e à luz do foi abordado nas aulas, desenvolvam um texto com o tema: Os limites da democracia ateniense.
Devem postar aqui no blog as vossas respostas até 2ª feira, dia 15 de Novembro.

A IMPORTÂNCIA DA BIODIVERSIDADE

Um filme muito bem feito sobre a biodiversidade. Ora espreitem lá!