domingo, 23 de setembro de 2012

MUTAÇÕES NOS COMPORTAMENTOS E NA CULTURA


Vamos "passar a perna" à ordem dos conteúdos do programa para que, ainda durante o mês de Outubro, possamos fazer a nossa visita ao Museu de Arte Contemporânea (mais conhecido como Museu do Chiado), ver a exposição "O Modernismo Feliz", minimamente preparados para apreciar algumas das obras dos artistas portugueses das primeiras décadas do século XX.
Como tal, vamos estudar as mudanças verificadas no comportamento das pessoas e nos movimentos culturais e artísticos ao longo desse período.

Uma nova sociabilidade

O inicio do século trouxe às cidades do mundo ocidental um movimento frenético que inspirava optimismo e esperança. Apesar de tudo as memórias do conflito e da crise ainda perduravam principalmente nas cidades europeias dos países ainda atingidos pela recessão. 

A estandardização dos comportamentos desenvolveu-se do que resultou uma massificação de preconceitos e crenças interiorizadas por grandes grupos de pessoas geralmente habitando nas cidades. Generalizava-se uma cultura de massas que era também uma cultura de ócio. Desenvolveram-se os espaços e a indústria de entretenimento subsidiadas pela classe média que acedia a todo o tipo de bens de consumo e conteúdos culturais. 

O desporto, o espectáculo e a cultura adquiriram novo dinamismo e projecção tornando-se sectores económicos de grande investimento impulsionados pelos factores acima citados.


A crise dos valores tradicionais

A par de uma transformação nos hábitos a sociedade ocidental assistiu a uma erosão progressiva nos seus costumes e valores mais ancestrais. A burguesia, herdeira de uma posição privilegiada sentiu os efeitos desse desgaste ainda acelerado pela descrença nos valores propagandeados pelas revoluções  liberais. Perante as dificuldades e o sofrimento, as classes mais baixas sentiram que a sua sorte poderia depender da movimentação e acção política. Tal crença levou-as a adoptar ideologias que no ambiente difícil do pós-guerra não tardaram a dominar largos sectores da população nomeadamente nos países mais industrializados.
A família, o casamento, a religião e mesmo as mais básicas regras de conduta e da moral passaram a sofrer os efeitos de um individualismo e uma anomia crescentes que tiveram como efeito o desenraizamento e a marginalidade típicas das sociedades urbanas mas também o relativismo dos valores e das crenças.

 





A emancipação feminina
A mulher adquiriu projecção nova nesta sociedade. A sociedade descobriu uma presença cada vez mais constante da mulher em todos os domínios. Espectáculo, política, desporto, cultura, arte, ciência, vida social  eram ambientes onde a mulher se distinguiu e onde se impôs. Desde o século XIX a mulher lutava pelo reconhecimento da sua posição não só na sociedade mas mesmo na família. A partir de inícios do século XX o direito ao voto passou a ser reivindicado pelos movimentos feministas. Destacaram-se as sufragistas britânicas lideradas por Emmeline Pankurst que recorreram a todo o tipo de argumentos e formas de luta para exigir um tratamento igual ao dos homens. Em Portugal, Maria Veleda, Ana Castro Osório, Adelaide Cabete e Carolina Beatriz Ângelo destacaram-se na Liga Republicana das Mulheres Portuguesas. Só no final da Primeira Grande Guerra é que as mulheres europeias começaram a ver os seus direitos políticos reconhecidos. 

Descrença no pensamento positivista e as novas concepções científicas

No início do século XX, rejeição gradual do racionalismo e positivismo científico. Outras vias se abrem ao pensamento humano.
·        Begson considerava que além da Física e Matemática, existia um pensamento intuitivo que explicava os comportamentos humanos e libertava os homens do espartilho racionalista.

·        Teoria Quântica, a energia desenvolve-se através de movimentos muito rápidos de porções mínimas e variáveis de matéria, os quantum.

·        Teoria da Relatividade, tempo decorre mais depressa ou devagar consoante a velocidade dos corpos.

A verdade científica não tinha o grau de certeza que até então se pensava. Surgiu assim o Relativismo. 



Concepções psicanalíticas
Freud desenvolveu a Psicanálise que divide a mente em três zonas: inconsciente, subconsciente e consciente. O inconsciente influencia muitos dos nossos comportamentos explicando-os através de noções como a de recalcamento e sublimação, sonhos e livre associação. 



A psicanálise influenciou a sociedade e a arte admitindo comportamentos e  leituras da realidade alternativos aos do senso comum.

As vanguardas artísticas: rupturas com os cânones das artes e da literatura
O movimento modernista desenvolveu-se nos inícios do século XX a partir da Europa e em cidades cosmopolitas e com forte movimentação cultural como Paris, ponto de encontro das vanguardas culturais da Europa e do mundo. Reagindo contra o classicismo naturalista e o paradigma romântico e conformista do século XIX os movimentos artísticos vanguardistas procuraram exprimir um intimismo de raiz psicológica matizado com a visão relativista dos fenómenos, admitindo visões alternativas e desfigurando a realidade. 

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

ESTÁ QUASE

As Galerias Romanas escondidas por baixo da Rua da Prata só se abrem ao público um fim-de-semana por ano e a oportunidade chega nos dias 28, 29 e 30 de Setembro. Será possível visitar construções romanas com quase 2000 anos.

As Galerias Romanas, situadas sob o cruzamento da Rua da Prata com a Rua da Conceição, em plena baixa de Lisboa, estão habitualmente inundadas. Mas há um fim-de-semana por ano em que os bombeiros retiram a água e transformam as Galerias numa exposição a céu aberto. Associando-se às comemorações das Jornadas Europeias do Património, as visitas são feitas em grupo e orientadas por técnicos do Museu da Cidade.

Descobertas em 1771, durante a reconstrução da cidade de Lisboa, na sequência do grande terramoto de 1755, o arqueólogo António Marques calcula que estas Galerias tenham sido construídas no século I.

As visitas guiadas são de entrada livre, basta aparecerem no nº 77 da Rua da Conceição na próxima sexta, sábado ou domingo entre as 10h00 e as 17h30 (horário da última entrada). Preparem-se para enfrentar longas filas de espera, pois a afluência é sempre elevada (principalmente no domingo).



quinta-feira, 20 de setembro de 2012

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

O NOVO EQUILÍBRIO GLOBAL DO 1º PÓS-GUERRA


O final da 1ª Grande Guerra trouxe grandes mudanças no equilíbrio de poderes internacional. A Alemanha saía destroçada e vencida e a Inglaterra e a França, potências vencedoras do conflito, enfrentavam a dura tarefa da reconstrução económica.
Apesar de afectados pelo conflito os E.U.A. tornavam-se então a grande potência mundial.

Na Conferência de Paz iniciada em Janeiro de 1919 em Paris, com o intuito de negociar e impor aos países vencidos condições e indemnizações, estiveram presentes apenas os países vencedores, entre os quais Portugal. Destaca-se a Mensagem dos 14 pontos ao Congresso dos E.U.A. apresentada pelo presidente Wilson à Conferência de Paz que serviu de base às negociações pondo em discussão um conjunto de princípios de diplomacia internacional que aliás serviriam também como fundamento da Sociedade das Nações.

Das discussões ocorridas entre os países vencedores da guerra na Conferência de Paz resultaram tratados de paz entre países vencedores e países vencidos:

Tratado de Versalhes entre os aliados e a Alemanha
Tratado de Saint Germain entre os países aliados e a nova república da Áustria
Tratado de Sèvres entre os aliados e a Turquia
Tratado de Trianon entre os aliados e a nova república da Hungria
Tratado de Neuilly entre os aliados e a Bulgária


Triunfo das nacionalidades e da democracia

Os tratados conduziram a uma reorganização do mapa político da Europa e de algumas regiões de África e da Ásia.

Depois do desaparecimento do império russo desapareceram também os grandes impérios centrais da Europa, a Alemanha, Austro-Hungria e Império Turco surgindo em vez deles diversos novos pequenos estados dando prosseguimento ao princípio das nacionalidades defendido pelos políticos liberais desde o século XIX.

Surgiram assim na Europa no final do conflito a Finlândia, Estónia, Letónia, Lituania, Polónia, Checoslováquia, Jugoslávia e Hungria, na Ásia, a Arábia, Curdistão, Arménia, territórios sob mandato da SDN, a Síria, Líbano, Mesopotâmia e Palestina.

A França recuperou a Alsácia-Lorena, a Bélgica ganhou os cantões de Eupen e Malmedy, a Itália recebeu o Tirol e a Istria, a Dinamarca recuperou o norte de Schleswig, a Roménia recebeu a Transilvania e a Bessarábia enquanto a Grécia recebeu a Trácia da Bulgária.

A Alemanha era no entanto a potência mais afectada. Além da perda de territórios na África e Ásia perdia também o seu enorme poder militar.

Entre os alemães o sentimento de vingança desenvolveu-se ao longo dos anos tendo como principal alvo a França, considerada responsável pelas duras condições de derrota impostas pelos aliados, o Diktat.

Hitler na sua obra Mein Kampf dá voz a sentimentos revanchistas contra franceses e judeus ao afirmar:

"O sonho da França é e sempre será impedir a formação de um poder sólido na Alemanha, conservando um sistema de pequenos Estados com forças equilibradas e sem uma direcção uniforme, com a ocupação da margem esquerda do Reno para assegurar a sua hegemonia na Europa." e mais adiante, "... assim o judeu é hoje o grande instigador do completo aniquilamento da Alemanha. Todos os ataques contra a Alemanha, no mundo inteiro, são da autoria de judeus."

As perdas da Alemanha foram enormes:
  • perda dos territórios coloniais
  • separação da Prússia Oriental do território alemão através do corredor de Danzig, cidade polaca enclave polaco sob a protecção da Sociedade das Nações.
  • Devolução dos territórios da Alsácia e Lorena à França, Eupen e Malmedy à Bélgica, diversas regiões alemãs integradas na Polónia, Checoslováquia e Dinamarca.
  • perda de grande parte da frota mercante.
  • ocupação pela França das minas do Sarre e da Renânia.
  • pagamento de indemnizações de guerra
  • desmilitarização da Alemanha com perda de grande parte do exército e da infantaria além da frota naval e aviação de combate.
  • desmilitarização da margem direita e esquerda do Reno com ocupação das regiões de fronteira com a França, por exércitos deste país.

Sociedade das Nações

Durante os trabalhos da Conferência de Paz os países vencedores do conflito sob proposta do presidente Wilson dos E.U.A., decidiram a criação de uma organização mundial que propunha a resolução dos conflitos pela via pacífica. Antecessora da O.N.U., na S.D.N. existiam vários organismos como o Tribunal Internacional de Justiça, o Banco Internacional, a Organização Internacional do Trabalho e algumas outras que procuravam dar seguimento aos objectivos propostos pela organização.

Vários problemas acabaram por limitar o alcance de intervenção da S.D.N. dificultando a sua missão e retirando-lhe eficácia:
  • Os países vencidos pela guerra como a Alemanha não faziam parte da organização e
  • alguns dos vencedores como Portugal ou a Itália não se mostraram satisfeitos com as reparações pagas pelos países agressores.
  • Isolacionismo dos E.U.A.
  • Regulamentação das fronteiras e a satisfação das reivindicações das minorias nacionais, muito criticada nos países vencidos criando animosidades e oposição às condições dos tratados de paz. O Diktat de Versalhes foi por exemplo muito criticado pelos alemães.
  • As relações estabelecidas entre a Alemanha e alguns dos países vencedores da guerra dificultaram a tomada de posições contra as manobras e actividades belicistas de Hitler ao longo dos anos 30.


Os constrangimentos da política interna e externa dos E.U.A. levantada pelo lamentável estado dos países europeus e pela questão das reparações de guerra fez com que a S.D.N. perdesse grande parte da sua credibilidade e margem de manobra.

A situação da Europa no pós-guerra era muito difícil: destruição, quebra demográfica, inflação galopante e desvalorizações monetárias acentuadas.

E.U.A. 

A guerra permitiu grande prosperidade aos Estados Unidos da América. No entanto sentiu os efeitos críticos de um período de excesso de produção mas a economia conseguiu recuperar através da adopção generalizada do novo modelo de produção industrial, da concentração monopolista de empresas beneficiando ainda do relançamento da economia europeia. Também a adopção pelos países europeus do Gold Exchange Standard permitiu a reanimação do comércio internacional. Os E.U.A. tornaram-se o grande financiador das economias europeias nomeadamente a alemã permitindo-lhe o pagamento das reparações e indemnizações que eram devidas ao Reino Unido e à França. 

A PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL

COMO TRABALHAR EM HISTÓRIA


Ao realizar um trabalho escrito, seja ele exercício ou teste, deve-se ter em atenção:
- a relevância da resposta relativamente à questão;
- a exploração da fonte (documentos), devendo-se valorizar a interpretação e não a simples paráfrase;
- a transcrição correcta de excertos usados como suporte de argumentos;
- a mobilização de informação circunscrita ao assunto em análise;
- o domínio do vocabulário específico da disciplina.

Na prática, a manifestação correcta destas competências passa por:
- Entender bem a questão e responder de forma rigorosa e objectiva ao que é pedido;
- Interpretar o conteúdo das fontes e integrar o resultado dessa interpretação na resposta por vós construída.

  •  Se a fonte for um documento escrito devem inserir na resposta transcrições ou adaptações do seu conteúdo; se for outro tipo de documento, devem fazer referência ao seu conteúdo. 
  • No entanto, quer seja transcrição, quer seja adaptação do texto ou simples referência, devem ser correctamente integradas na vossa composição escrita. Devem recorrer às fontes para demonstrar que entenderam o seu conteúdo e para fundamentarem as vossas posições sobre a problemática abordada pela questão, resultando uma composição mais enriquecida. 
  • Para um mais fácil entendimento do conteúdo dos documentos, é fundamental que prestem particular atenção ao título ou a outras formas de identificação.
  • É muito negativo, ao fim de 12 anos de escolaridade, responder exclusivamente com transcrições dos documentos.
- Manifestar os conhecimentos adquiridos sobre a problemática abordada nas questões e expressá-los com correcção científica.

RECOMENDAÇÕES PARA O ESTUDO


Ao iniciar o novo ano lectivo aqui ficam algumas recomendações para estudar História e ter sucesso na disciplina. 
Todos vós as conhecem bem (na teoria) mas esquecem-se, com demasiada frequência, de as colocar em prática.
NA ESCOLA
- Não faltar às aulas sem um motivo realmente impeditivo. Uma aula perdida implica grande dificuldade em recuperar o conhecimento dos conteúdos tratados;
- Não chegar sistemática e deliberadamente atrasado(a) à aula.
- Aproveitar bem as aulas: as aulas são um tempo precioso para aprender muitos conteúdos se estiverem com total atenção à explicação do professor(a). Por vezes, basta um momento de distracção para se perderem no raciocínio que está a ser desenvolvido. Depois, não só não conseguem entrar de novo no trabalho, como perdem tudo o que foi explicado.
Para estarem atentos têm de estar activos. A passividade é um convite à evasão (quantas vezes não viajam até à lua e umas vezes regressam e outras por lá ficam...?!). Estar activo é ter uma caneta na mão e irem registando as conclusões que conseguem assimilar. Anotem! Anotem no caderno, no manual, sublinhem, façam esquemas, mas anotem só o que entendem e apresentem as dúvidas que surjam sobre o que está a ser tratado na aula.
- Quando o professor colocar questões ofereçam-se ordeiramente para responder, mesmo que saibam pouco sobre o assunto. Complementem as intervenções de outros colegas e apresentem as vossas ideias sobre os assuntos, mas sempre com um discurso lógico e desenvolvido. Intervir não é dizer algumas palavras; intervir é discursar sobre os assuntos.
Registem apontamentos de forma metódica. Criem o vosso próprio método de registar apontamentos. Os apontamentos devem ser sintéticos; não queiram escrever tudo o que o professor diz, a não ser quando ele ditar um ou outro apontamento.


EM CASA

Planifiquem os vossos tempos de estudo. O dia tem muitas horas, reservem o tempo possível para estudar em casa e procurem cumprir escrupulosamente o vosso plano de trabalho. Para melhor gerirem o tempo planifiquem também os momentos de descanso.
Reservem um espaço para o estudo: procurem um espaço em vossa casa onde possam trabalhar em sossego durante algum tempo. Se for muito difícil, passem mais tempo na biblioteca da escola. 
- Durante os períodos de estudo evitem todo o tipo de solicitações costumeiras: desliguem telemóveis (evita a distracção das mensagens), no computador desliguem a funcionalidade do messenger e o chat do facebook, ou seja, evitem tudo o que vos possa distrair do estudo durante aquele período de tempo.
Pratiquem um estudo activo: estudar não é estar sentado em frente ao livro, com a cabeça apoiada na mão e o braço apoiado na secretária. Estudar é ter na mão algo que escreva, é sublinhar, é anotar, é responder a questões, é fazer resumos e esquemas, é consultar o dicionário e outros livros, é reflectir sobre as aulas.
Estudem em grupo: se se sentirem bem a estudar com os vossos amigos e colegas de turma encontrem-se de vez em quando, troquem informações, discutam os assuntos, comentem os conteúdos, façam exercícios...
Tentem reconstruir as aulas. Este é um exercício que se deve fazer no estudo da História: reconstruir a aula, sempre que possível. Organizem os apontamentos, completem-nos com novas informações, procurem no manual e noutros auxiliares os conteúdos tratados e consolidem as aprendizagens.
Procurem compreender o que estudam. Devem decorar alguma informação, mas não façam da memorização o fundamento do vosso estudo. Dificilmente obterão bons resultados com respostas baseadas em informação decorada. As questões de resposta desenvolvida visam muito mais do que conhecimentos memorizados. Procurem entender o que estudam e construam os vossos conhecimentos.
Atenção aos objectivos orientadores da aprendizagem. São apresentados pelo manual e o professor também os fornece.
Utilizem o dicionário; nunca passem por cima de uma palavra ou ideia cujo significado ou sentido não entendam.
- Resolvam exercícios sobre as matérias, mesmo que o professor não os tenha marcado. Esse treino de escrita é importante; para isso serve o caderno de actividades que é fornecido com o vosso manual.
Diversifiquem as fontes de informação. Na elaboração de exercícios devem apoiar-se em toda a bibliografia possível, mas nunca copiem as respostas, muito menos quando não entenderem o que estão a copiar. Não adianta escrever o que não entendem. Para construir as vossas respostas, tentem primeiro entender o que estudam e depois elaborem os trabalhos com as ideias que assimilaram.
Inventariem as vossas dúvidas; façam uma lista para apresentar na aula.
Tentem preparar a aula do dia seguinte. Se ainda tiverem tempo dêem uma vista de olhos pela matéria que vai ser tratada a seguir, para poderem ter uma intervenção mais activa na aula. Vão compreender melhor as explicações do professor e fixar mais facilmente os conhecimentos em estudo.