terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

NA CASA DO FAUNO EM SINTRA



Foto: No próximo Sábado às 15h a escritora Deana Barroqueiro irá falar-nos sobre a história fascinante de Fernão Mendes Pinto e outros aventureiros dos Descobrimentos Portugueses.

A entrada é livre!

PROJETO DE VOLUNTARIADO "NAMORAR COM FAIR PLAY"


Queres participar num projeto de voluntariado? Inscreve-te JÁ!  
                                          
Data: 25-01-2013 a 12-02-2013 
Local de realização : Todo o país (Regiões: Norte, Centro, Alentejo, Lisboa e Algarve)
Promotor: IPDJ, I.P.
Contactos: Linha da Juventude 707 20 30 30 | Geral IPDJ 21 04 70 000 | Direções Regionais IPDJ
Descrição do projeto:
Tens entre 16 e 25 anos, disponibilidade e gostas de comunicar com os outros? És sensível às temáticas da Igualdade de Género e da violência no namoro?
Estão abertas inscrições para integrar a Bolsa Local de Animadores inserida num projeto de voluntariado jovem na área da prevenção da violência no namoro, Namorar com Fair Play.
Os/as jovens voluntários/as que integram a Bolsa Local de Animadores/as irão desenvolver e dinamizar projetos, diretamente, com alunos/as do 3º ciclo do ensino básico e secundário integrados/as no sistema de ensino.
Namorar com Fair Play aposta na prevenção da vitimização de jovens e da violência simbólica relacionada com as desigualdades de género, procurando combater, eficazmente, a violência no namoro que afeta os/as elementos mais permeáveis da nossa sociedade “os/as jovens”.

Pretende ainda:
·                             . contribuir para eliminar estereótipos de género,
·                             . promover uma cultura de não-violência, cidadania, relações interpessoais e sociais que permitam a igualdade de género e de oportunidades,
·                             . alterar percepções práticas e comportamentos face às situações de violência no namoro.
Para alcançar os objetivos do projeto  Namorar com Fair Play, ao longo do ano de 2013 serão desenvolvidas diversas atividades que contribuirão diretamente para:
·                              . alargamento de competências,
·                             . maior enriquecimento pessoal, relacional e social dos/as jovens voluntários/as e alunos/as, destacando-se a                  
·                               intervenção nas escolas, denominada:
·                             
BLA – BOLSA LOCAL DE ANIMADORES/AS – VAI À ESCOLA

Projeto de voluntariado Namorar com Fair Play - Jovens

1 - Os/as voluntários/as que integrarem a BLA – Bolsa Local de Animadores/as terão direito a:
·                             . ressarcimento de despesas inerente à participação nas atividades, 
·                             . seguro e
·                             . certificado de participação e de valorização pessoal.
Para participar e integrar o projeto  Namorar com Fair Play terás de:
·                             a) inscrever-te,  através da ficha de inscrição anexa
·                             b) enviar a ficha de inscrição devidamente preenchida para a Direção Regional ou Serviços Desconcentrados do IPDJ, IP.da tua área de residência.
·                             c) Caso sejas menor de idade, deverás enviar também junto com a tua ficha de inscrição o documento de autorização, anexo, devidamento preenchido e assinado pelo/a teu/tua encarregado/a de educação.
2 -  Ação de Sensibilização à temática
Depois de enviares a ficha de inscrição, serás contactado/a para uma entrevista de seleção.
Caso sejas selecionado/a, terás de participar numa açõa de sensibilização à temática: Prevenção da violência no namoro.
·                             DATA DA REALIZAÇÃO: Dias 13, 14 e 15 de fevereiro de 2013
·                             DURAÇÃO: 18 Horas (6 horas por dia)
·                             HORÁRIO: Das 09:30 às 12:30 e das 13:30 às 16:30
·                             LOCAL: A definir (Será disponibilizado: alojamento, refeições e transporte e certificado de participação)

3 - BLA – BOLSA LOCAL DE ANIMADORES/AS – VAI À ESCOLA
Durante os meses de março, abril e maio e de setembro, outubro e novembro (haverá ressarcimento de despesas inerentes à participação na BLA, até ao valor mensal de 40€)
Horário: De acordo com a disponibilidade do/a jovem voluntário/a e em articulação com o estabelecimento de ensino aderente
Os/as voluntários/as que irão integrar esta BLA - Bolsa Local de Animadores terão obrigatoriamente que frequentar uma ação de sensibilização, sobre esta temática, acima mencionada:
Estão ainda programadas outras atividades que complementam o projeto, a saber:
4 . Concurso com atribuição de Prémio
·                             DATA PREVISTA DA REALIZAÇÃO: Lançamento em março
·                             DURAÇÃO: De março a novembro
·                             LOCAL: A decorrer nas Escolas que irão integrar o projeto
5. Exposição e Mostra de Trabalhos
·                             DATA PREVISTA DA REALIZAÇÃO: Durante o mês de dezembro
·                             LOCAL: A definir
6. Seminário final
·                             DATA PREVISTA DA REALIZAÇÃO: Início de dezembro 2013
·                             DURAÇÃO: um dia
·                             LOCAL: A definir

Projeto de voluntariado Namorar com Fair Play - Escolas
As Escolas que queiram fazer parte deste projeto deverão manifestar o seu interesse junto da DGE – Direção-Geral da Educação, ou em alternativa, junto das Direções Regionais e/ou dos Serviços Desconcentrados do IPDJ, IP.. 
Mais info sobre o Projeto
Os projetos  Namorar com Fair Play são desenvolvidos nas regiões Norte, Centro, Alentejo, Lisboa e Algarve. em parceria com a DGE - Direção-Geral da Educação,resultam da candidatura  ao POPH - Programa Operacional de Potencial Humano,  Tipologia 7.7 – Projetos de Intervenção no Combate à Violência de Género.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

O TRIBUNAL DE NUREMBERGA

A RECONSTRUÇÃO DO PÓS-GUERRA


A construção da nova ordem internacional

Mais uma vez quando a 2ª Grande Guerra se aproximava do fim havia que pensar nos graves problemas que surgiam no horizonte. Recuperar os países mais afectados pelo conflito procurando solucionar as questões pendentes e os problemas políticos e humanitários era a missão mais urgente. 






Nesse sentido realizou-se nos últimos meses de guerra a conferência de Ialta com o objectivo de lançar as bases do novo quadro político e estratégico que surgia como mais provável: o da vitória dos países aliados e a derrota das potências do Eixo. Apesar das divergências, Estaline, Roosevelt e Churchill acordaram nos seguintes pontos: 
  • Definir as fronteiras da Polónia.
  • Planear os termos da divisão e ocupação da Alemanha entre as 4 potências vencedoras (a França embora não estando presente nessa conferência era parte interessada nos planos de divisão da Alemanha).
  • Ficou assente a fundação da ONU em moldes semelhantes aos da Sociedade das Nações.
  • Estabeleceu-se a supervisão do estabelecimento de novos governos nos países de Leste.
  • Foi estabelecido o montante das indemnizações de guerra a pagar pela Alemanha aos países afectados pelo conflito. 

Em finais de Julho quando a guerra na Europa já tinha terminado mas o conflito continuava na Ásia e Pacífico uma nova conferência reuniu-se em Potsdam na Alemanha Oriental. No entanto as divergências entre as grandes potências faziam-se já sentir nomeadamente devido à atitude das tropas soviéticas nas regiões europeias tomadas aos alemães. Tomaram-se aí algumas decisões: 
  • Administração partilhada da cidade de Berlim, dividida também tal como a Alemanha em 4 zonas de influência. 
  • Julgamento dos criminosos de guerra nazis num tribunal internacional realizado em Nuremberga. 
  • Divisão, ocupação e desnazificação da Alemanha e Áustria. 

Novo quadro geopolítico



Os anos que se seguiram ao final do conflito assistiram a um rápido encadeamento de acontecimentos críticos: 

  • O papel determinante que protagonizou nos últimos anos da guerra fez com que a U:R.S.S. se  tornasse  uma superpotência comparável aos E.U.A..
  • A sua influência fez.-se notar a diferentes níveis. Nos países do leste europeu apoiou  a tomada do poder pelos partidos da esquerda e a implantação de regimes socialistas e comunistas. 
  • Essa evolução foi denunciada em 1946 por  Winston Churchill que considerou que se estava a assistir ao isolamento do leste da Europa através de uma "Cortina de Ferro" situação que prenunciava um novo conflito entre antigos aliados da guerra. 


A formação de uma nova organização mais actuante do que a SDN mas animada do  mesmo espírito pacifista e democrático foi acordada na Conferência de Teerão de 1943 e oficialmente  estabelecida em 25 de Junho de 1945 na Conferência de São Francisco através do documento designado por Carta das Nacões Unidas. Eram seus propósitos: 
  • Manter a paz
  • Desenvolver relações de amizade 
  • Promover a cooperação internacional
  • Ser local de debate e entendimento entre todas as nações do mundo no sentido de concretizar as intenções da organização. 
Todas as acções desenvolvidas pela organização foram motivadas pelo mesmo objectivo, o da defesa dos Direitos Humanos. Foi por isso aprovada a Declaração Universal dos Direitos Humanos em 1948 que se distingue da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão pelo facto de procurar definir princípios de cooperação entre as nações do mundo além de direitos e liberdades fundamentais. 

Os papel de cooperação económica e o carácter profundamente humanitário e social da O.N.U. é patente nos organismos que dela fazem parte: 
  • A Assembleia Geral
  • Conselho de Segurança
  • Secretariado Geral
  • Conselho Económico e Social
  • Tribunal Internacional de Justiça
  • Conselho de Tutela (extinto em 1994).
Além destes órgãos outros de vocação mais especializada foram criados. Por ex: 
  • Unesco
  • FAO
  • OMS
  • OIT e outros
A acção da O.N.U. não tem tido a eficácia desejada na prevenção de conflitos regionais apesar de uma intervenção crescente em cada vez maior número de situações de guerra. Desde a 2ª Guerra diversos conflitos em zonas designadas de 3º Mundo não foram resolvidas com a celeridade desejável, situação que se deve ainda em grande parte ao desacordo frequente entre as grandes potências com assento e direito de veto no Conselho de Segurança: EUA, Rússia, China, Inglaterra e França.  


As novas regras da economia internacional 

A reconstrução económica do pós guerra iniciou-se ainda durante o ano de 1944 na Conferência de Bretton Woods. O objectivo foi o de reorganizar o sistema económico e financeiro internacional do pós-guerra. 
Reagindo contra as políticas de autarcia e de isolacionismo económico os economistas propuseram a criação de um novo sistema monetário internacional baseado no dólar, a moeda mais forte da época, sistema esse que garantisse maior estabilidade às moedas nacionais favorecendo as trocas comerciais entre países. O sistema baseava-se na equivalência do dólar ao padrão-ouro e na paridade entre as restantes moedas e o dólar. 
Foram tomadas ainda outras decisões: 
  • criação do Fundo Monetário Internacional FMI
  • criação do Banco Internacional para a Reconstrução e Desenvolvimento BIRD ou Banco Mundial. 
  • Em 1947, sob proposta dos E.U.A. foi criado o Acordo Geral de Tarifas e Comércio o GATT em que 23 países do mundo acordaram para a redução de taxas alfandegárias e outras restrições comerciais. Este acordo esteve na base da criação na Europa do pós guerra, do Benelux e posteriormente da CEE. 


A primeira vaga de descolonização do após guerra teve variadas razões na sua origem: 
  • as promessas de independência feitas pelos governos coloniais aos movimentos de autonomia em troca da ajuda às tropas colonizadoras contra os ocupantes durante a guerra. 
  • As dificuldades económicas sentidas pelos principais estados colonizadores da Europa no após guerra.
  • A pressão das duas superpotências que apoiavam os esforços de autonomia dos povos colonizados.
  • A Carta das Nações Unidas e a Declaração Universal dos Direitos do Homem consignavam a libertação dos povos oprimidos. 
zonas do mundo: 

  • Na Ásia: Líbano (1943), Síria e Jordânia (1946), Índia (1947), Israel (1948), Indonésia (1949), Vietname e Laos (1954) e Cambodja (1955).
  • No Norte de África: Líbia, Egipto, Sudão, Tunísia, Marrocos.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

CORRECÇÃO DO TESTE

GRUPO I

1. Resposta divide-se em duas partes: análise do gráfico e interpretação dos dados.
O gráfico mostra evolução do número de eleitores do Partido Nazi entre 1928 e 1933. Neste período de 5 anos há um aumento da base eleitoral nazi de 2,6% para 43,9%.
Interpretação: período coincide com o início da grande depressão dos anos 30, que atinge gravemente a Alemanha - a economia alemã ressente-se da retirada de capitais e corte dos empréstimos americanos e as empresas alemãs vão à falência levando a um desemprego em larga escala. O Partido Nazi põe em marcha a sua máquina de propaganda fazendo promessas de alterações profundas nas políticas económicas e sociais para resolver os problemas do país e dos alemães e, ao mesmo tempo, leva a cabo acções de violência através das suas milícias paramilitares, enfraquecendo os seus opositores políticos. Isto acaba por influenciar grandemente o sentido de voto dos alemães, resultando na substancial subida de votos nas eleições de 1933 que, aliás, conduziu o partido ao poder. (20 pontos)

2. Os regimes totalitários em causa têm muitas práticas em comum mas, de acordo com os documentos apresentados, o fascismo italiano (doc. 2) tem como particularidade o corporativismo "Os valores autónomos do individuo e os comuns a mais indivíduos, expressos em pessoas colectivas organizadas (...) são promovidos, desenvolvidos e defendidos sempre no âmbito da Nação a que estão subordinados". Este é um modelo de organização económica em que todas as forças de produção eram organizadas através da integração de patrões, empregados e representantes do Estado em corporações, isto é, organismos de cooperação em todas as profissões. Isto permitia ao Estado dirigir a produção no sentido de cumprir uma autarcia nacional, intervir nos conflitos laborais, consolidando o equilíbrio social e dispensando os sindicatos livres de inspiração socialista, subordinando o trabalho ao capital.
Quanto ao nazismo alemão (doc. 3) apresenta, em particular, um carácter militarista e mesmo racista, pois a base da ideologia nazi assentava na crença de que os alemães descendiam de uma raça superior, a raça ariana, que tinha como principal obrigação dominar o mundo pela eliminação das raças consideradas inferiores. Tal convicção está bem patente no doc. 3 que nos mostra o número de mortes, por grupos étnicos considerados inferiores, que tiveram lugar no campo de concentração de Auschwitz, com predominância de judeus, ciganos e eslavos (polacos e soviéticos). (40 pontos)

3. O cartaz apresentado no doc. 4 remete para o período em que Estaline se instala no poder, instaurando uma ditadura do Partido Comunista na pessoa do seu dirigente máximo. De facto, Estaline, a partir da morte de Lenine, perseguiu todos aqueles que se lhe pudessem opor, eliminando através de purgas todos os potenciais concorrentes ao poder, tornando-se no chefe incontestado da URSS, controlando todas as estruturas do poder e da direcção do partido. 
Paralelamente a este reforço do centralismo político, Estaline reforçou o centralismo económico, nacionalizando todos os sectores da economia. Em 1933 praticamente já não existia propriedade privada na URSS; o Estado tinha-se apropriado de tudo - fábricas, terras, comércio, minas... Tem início uma rigorosa planificação da economia, dirigida e subordinada aos planos fixados pelo Estado, que impunham metas de produção a atingir em determinados períodos de tempo (5 anos), bem como os sectores económicos a privilegiar. (50 pontos)

4. Em França formou-se uma aliança política que congregava todas as forças democráticas - a Frente Popular - com vista a travar tanto as dificuldades económicas decorrentes da crise que se fazia sentir como os avanços da extrema-direita fascista que tentava chegar ao poder, à semelhança do que tinha acontecido noutros países da Europa. Disso mesmo é reflexo o seu programa eleitoral (doc. 5) que apresenta medidas no sentido de defender a liberdade dos cidadãos, dificultando a ascensão da extrema-direita, ao propor "o desarmamento e a dissolução efectiva das formações paramilitares" que a caracterizavam. Por outro lado, propõe o desenvolver de uma política intervencionista por parte do Estado, dando um grande impulso à legislação social com o objectivo de melhorar a qualidade de vida das populações afectadas pela crise e fomentar o consumo necessário à revitalização económica. São exemplos "a instituição do fundo nacional de desemprego", a redução do horário de trabalho semanal e o investimento numa política "de grandes trabalhos públicos" para combater o desemprego. (40 pontos)

GRUPO II

1. A partir do documento deveria identificar-se as características do regime do Estado Novo:

  • conservador ("1. (...) vanguarda moral, social e política") - tradicionalista, apelo à ruralidade e às tradições simples e conservadoras da sociedade, de forte pendor moral e religioso; papel da mulher e do homem na sociedade...;
  • autoritário ("6. (...) Estado forte (...)" - recusa do pluripartidarismo, partido único identificado com o governo, autoridade exercida pelo governo na pessoa de Salazar;
  • corporativo ("5. No Estado Novo o individuo existe (...) fazendo parte dos grupos (...) profissionais (...) e é nessa qualidade que lhe são reconhecidos todos os direitos (...).") - semelhante ao fascismo italiano e com os mesmos objectivos; organização e controle de toda a vida económica e social do país;
  • nacionalista ("9. O Estado Novo quer reintegrar Portugal na sua grandeza histórica, na plenitude da sua civilização universalista de vasto império (..).") - exaltação dos valores nacionais, da história Pátria, do império, missão civilizadora...;
  • totalitário ("3. O Estado Novo não se subordina a nenhuma classe. Subordina (...) todas as classes à suprema harmonia do interesse nacional.") - valor absoluto do Estado, ao qual se devem subordinar todos os interesses do individuo. (50 pontos)

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

SESSÃO ESCOLAR PARLAMENTO DOS JOVENS

No dia 22 houve a sessão escolar para a discussão do projeto de recomendação e as medidas a apresentar pela escola à sessão distrital de dia 5 de março.
Os trabalhos decorreram dentro do esperado, com a troca de ideias e a votação das medidas. No final foram os eleitos para representar a escola na sessão distrital: o Daniel, o Ricardo (como efectivos) e a Inês (como suplente).

Os trabalhos decorreram sob a orientação do presidente da mesa (Francisco), coadjuvado pelo vice-presidente (Ricardo) e pela secretária (Sílvia)
A Inês apresenta o seu ponto de vista e o Daniel pediu a palavra
Ouvir antes de intervir
Confronto de ideias
Será que o Ricardo nos convence?
Os participantes nos trabalhos - e o Ricardo a apresentar os seus argumentos
Aproveito para dar os parabéns a todos os que participaram, pelo seu empenho e espírito de cidadania demonstrado.

DEBATE "OS JOVENS E O EMPREGO: QUE FUTURO?"



Aqui ficam algumas das fotos da palestra/debate de segunda feira.

A audiência estava mesmo muito compenetrada no que estava a ser discutido - todos com um semblante tão carregado...

O painel da mesa - Daniel,  deputado Basílio Horta, Ricardo e Bruno

E pronto, cá temos nós o Francisco com um ar angelical, a Inês e a Catarina lindas e pensativas ("mas que fizemos nós para merecer isto?") e o André a pensar ("estou quase convencido... mas ainda não...). Claro que nem toda a gente estava compenetrada; lá atrás Covas e companhia estavam muito animados (mas aposto que não tinha nada a ver com o assunto em discussão)!