quinta-feira, 21 de março de 2013
quarta-feira, 20 de março de 2013
segunda-feira, 18 de março de 2013
ALGUÉM QUER IR AO CINEMA? - OPERAÇÃO OUTONO
A todos os que não forem a Paris e se mantiverem por cá: sábado (23 de março), 21:30 no Centro Cultural Olga Cadaval.
OPERAÇÃO OUTONO é um thriller político sobre a cilada que levou ao assassínio do General Humberto Delgado pela PIDE em 13 de fevereiro de 1965, em Los Almerines, perto da fronteira portuguesa. O filme baseia-se em factos verídicos recentemente revelados por Frederico Delgado Rosa, biógrafo e neto de Humberto Delgado, no seu livro Humberto Delgado, Biografia do General Sem Medo.A ação decorre entre Portugal, Espanha, Argélia, Marrocos, França e Itália, no período entre 1964 e 1981, desde a preparação da cilada de Badajoz pela PIDE, com o nome de código «Operação Outono», até ao julgamento dos implicados no Tribunal de Santa Clara, já depois do 25 de Abril.
OPERAÇÃO OUTONO é um thriller político sobre a cilada que levou ao assassínio do General Humberto Delgado pela PIDE em 13 de fevereiro de 1965, em Los Almerines, perto da fronteira portuguesa. O filme baseia-se em factos verídicos recentemente revelados por Frederico Delgado Rosa, biógrafo e neto de Humberto Delgado, no seu livro Humberto Delgado, Biografia do General Sem Medo.A ação decorre entre Portugal, Espanha, Argélia, Marrocos, França e Itália, no período entre 1964 e 1981, desde a preparação da cilada de Badajoz pela PIDE, com o nome de código «Operação Outono», até ao julgamento dos implicados no Tribunal de Santa Clara, já depois do 25 de Abril.
Preço único: 3,00 euros
sábado, 9 de março de 2013
5 DE MARÇO
Como sabem, no passado dia 5 (3ª feira) foi dia da sessão distrital do Parlamento dos Jovens, onde a escola foi representada pelos vossos colegas Daniel (H1), Ricardo e Inês (H3). Aqui ficam alguns momentos do evento.
| Daniel em plena intervenção |
| Intervenção - parte 2 |
| E agora? O que me falta dizer...? |
| Mas parece que se divertiram... e isso é que é importante! |
O Diogo e a Raquel (11º H4) foram os representantes no concurso Euroscola.
| O Diogo e o "seu" boneco amarelo |
| A Raquel deu o seu cunho teatral à apresentação |
TENHO-ME ATRASADO NA PUBLICAÇÃO DAS NOVIDADES
Em Fevereiro estivemos presentes nas sessões de "Livros que fizeram história" que tiveram lugar no CRE.
| Estavam interessados a ouvir o orador (que nesta altura não sei bem quem seria...) |
| Algumas caras mais conhecidas, outras menos (e a Ivete a chegar atrasada...) |
| Oh Sílvia, não estejas tão triste! Marx também não é assim tão mau! |
| O CRE estava cheio. Parecia o Metro em hora de ponta! |
| Sempre na conversa sr. Diogo |
| E o grupo do André, Francisco e Leandro na risota outra vez... |
| Até deu para fazer pose, não é Patrícia? |
| O painel de oradores já no final da 2ª sessão |
sexta-feira, 1 de março de 2013
A AFIRMAÇÃO DAS NOVAS POTÊNCIAS
O rápido crescimento do Japão
O rápido desenvolvimento do Japão a partir de 1952 deveu-se a vários factores entre os quais se destacam:
- A ajuda norte americana que promoveu a implantação de um novo regime político multipartidário e democrático e a concessão de ajudas, apoios económicos e às exportações e uma ajuda financeira substancial necessária à recuperação do país.
- o entendimento entre o Estado e os grandes grupos empresariais no sentido de promover o crescimento económico e o desenvolvimento social. O Estado interveio na regulação do investimento, na concessão de créditos, na protecção das empresas e do mercado nacional não sobrecarregando as empresas com obrigações sociais que dificultassem a sua reconversão e recuperação.
- Uma cultura tradicionalista com a colaboração activa de uma população imbuída de um espírito de entreajuda e de lealdade e colaboração com os empresários mantendo baixos níveis de reivindicação salarial e possuindo um nível de escolaridade elevado.
O milagre japonês
Sem matérias primas e pouco território cultivável o Japão baseou o seu crescimento no pós guerra num desenvolvimento industrial e comercial em duas fases:
- de 1955 a 61 uma primeira fase em que a produção industrial triplicou e em que se realizaram investimentos nas industrias transformadoras de bens de consumo e indústria pesada. As exportações aumentaram assim como as importações de matérias primas.
- de 1966 a 71 com um novo impulso económico nas áreas da electrónica e da produção automóvel.
O afastamento da China do bloco soviético
Mao Tsé Tung tornou-se o líder da China comunista. Com ele o marxismo assumiu uma feição diferente do leninismo, o chamado maoísmo que enfatizava o papel dos camponeses na liderança da revolução e considerava a necessidade de uma revolução social protagonizada pelas massas sendo para isso necessário consciencializar as populações para as transformações revolucionárias tendo como base a actuação dos dirigentes de acordo com uma postura de humildade e autocrítica.
A revolução não teve os resultados que Mao previa nos primeiros anos. É assim que, a partir de 1957 Mao, afastou-se progressivamente da União Soviética e do seu modelo de desenvolvimento industrialista censurando a postura revisionista e reformista da coexistência pacífica, que krutschev desenvolveu, com as aproximações feitas aos E.U.A. e ao mundo ocidental.
O Grande salto em frente desenvolveu-se então, incidindo a atenção governamental nas comunidades rurais baseando-se num modelo de auto suficiência de agricultura comunal e indústria artesanal, em vez da indústria pesada como ocorrera anteriormente.
Censurado pelos soviéticos, Mao considerava a China o único país verdadeiramente comunista facto que seduziu os intelectuais de esquerda por todo o mundo nomeadamente os ocidentais e africanos.
No entanto o falhanço desta política levou ao afastamento provisório de Mao que no entanto recuperou influência a partir de 1964 após a publicação do Livro Vermelho. Este, permitiu o regresso ao poder de Mao com a Revolução Cultural chinesa que no entanto levou a um período de grande instabilidade que Mao só conseguiu vencer em 1968 recorrendo à repressão e efectuando uma depuração forçada na sociedade.
Recuperando influência, Mao desenvolveu uma diplomacia intensa nomeadamente recorrendo ao apoio dos E.U.A. e do presidente Nixon que na altura estava envolvido no recrudescimento das tensões com a União Soviética. Em 1971 a China Comunista substituiu a China Nacionalista (Formosa) na O.N.U., facto que foi considerado uma grande vitória pelas esquerdas em todo o mundo e com enorme impacto no alastramento das tensões anti imperialistas em vários territórios de África e Ásia nomeadamente nos conflitos do Vietname, Laos, Angola, Moçambique e Guiné. Teve no entanto um forte impacto pela dissolução progressiva das influências políticas bipolares que até então se verificavam no mundo. A China tornou-se desde então numa grande potência militar a nível mundial.
Mao Tsé Tung tornou-se o líder da China comunista. Com ele o marxismo assumiu uma feição diferente do leninismo, o chamado maoísmo que enfatizava o papel dos camponeses na liderança da revolução e considerava a necessidade de uma revolução social protagonizada pelas massas sendo para isso necessário consciencializar as populações para as transformações revolucionárias tendo como base a actuação dos dirigentes de acordo com uma postura de humildade e autocrítica.
A revolução não teve os resultados que Mao previa nos primeiros anos. É assim que, a partir de 1957 Mao, afastou-se progressivamente da União Soviética e do seu modelo de desenvolvimento industrialista censurando a postura revisionista e reformista da coexistência pacífica, que krutschev desenvolveu, com as aproximações feitas aos E.U.A. e ao mundo ocidental.
O Grande salto em frente desenvolveu-se então, incidindo a atenção governamental nas comunidades rurais baseando-se num modelo de auto suficiência de agricultura comunal e indústria artesanal, em vez da indústria pesada como ocorrera anteriormente.
Censurado pelos soviéticos, Mao considerava a China o único país verdadeiramente comunista facto que seduziu os intelectuais de esquerda por todo o mundo nomeadamente os ocidentais e africanos.
No entanto o falhanço desta política levou ao afastamento provisório de Mao que no entanto recuperou influência a partir de 1964 após a publicação do Livro Vermelho. Este, permitiu o regresso ao poder de Mao com a Revolução Cultural chinesa que no entanto levou a um período de grande instabilidade que Mao só conseguiu vencer em 1968 recorrendo à repressão e efectuando uma depuração forçada na sociedade.
Recuperando influência, Mao desenvolveu uma diplomacia intensa nomeadamente recorrendo ao apoio dos E.U.A. e do presidente Nixon que na altura estava envolvido no recrudescimento das tensões com a União Soviética. Em 1971 a China Comunista substituiu a China Nacionalista (Formosa) na O.N.U., facto que foi considerado uma grande vitória pelas esquerdas em todo o mundo e com enorme impacto no alastramento das tensões anti imperialistas em vários territórios de África e Ásia nomeadamente nos conflitos do Vietname, Laos, Angola, Moçambique e Guiné. Teve no entanto um forte impacto pela dissolução progressiva das influências políticas bipolares que até então se verificavam no mundo. A China tornou-se desde então numa grande potência militar a nível mundial.
Ascensão da Europa - da CECA à CEE
Nos anos do após-guerra surgiu um novo consenso nos meios políticos quanto à necessidade de a Europa construir um novo modelo de convivência pacífica facto que provocou ao mesmo tempo a criação de várias organizações europeístas e de encontros e outros eventos cujo objectivo o de construir laços entre os países do velho continente.
Apesar das divergências que radicavam numa prospectiva do que poderia vir a ser a Europa num futuro de médio prazo - uma confederação de estados independentes ou uma federação de estados europeus - a Declaração Schuman deu um primeiro passo para a cooperação entre a França e a Alemanha como forma de contrariar ressentimentos e impulsionar um orientação pacifica e produtiva entre as duas grandes potências continentais. Assim, surgiu entre estes dois países, em 1951 a CECA, Comunidade Europeia do Carvão e do Aço ao qual aderiram também a Itália, Bélgica, Holanda e Luxemburgo e controlada por uma Autoridade supranacional. Com base nesta organização surgiu em 1957 a CEE criada pelo Tratado de Roma núcleo fundador da União Europeia, com os seguintes objectivos:
Europa Democracia Crista Social Democracia e CEE
A UNIÃO EUROPEIA
Em 1973, integraram a CEE, o Reino Unido, a Irlanda e a Dinamarca.
Em 1981 entrou a Grécia para a CEE
Em 1986 entraram Espanha e Portugal para a CEE
Em 1995 entraram a Áustria, Finlandia e Suécia
Nos anos do após-guerra surgiu um novo consenso nos meios políticos quanto à necessidade de a Europa construir um novo modelo de convivência pacífica facto que provocou ao mesmo tempo a criação de várias organizações europeístas e de encontros e outros eventos cujo objectivo o de construir laços entre os países do velho continente.
Apesar das divergências que radicavam numa prospectiva do que poderia vir a ser a Europa num futuro de médio prazo - uma confederação de estados independentes ou uma federação de estados europeus - a Declaração Schuman deu um primeiro passo para a cooperação entre a França e a Alemanha como forma de contrariar ressentimentos e impulsionar um orientação pacifica e produtiva entre as duas grandes potências continentais. Assim, surgiu entre estes dois países, em 1951 a CECA, Comunidade Europeia do Carvão e do Aço ao qual aderiram também a Itália, Bélgica, Holanda e Luxemburgo e controlada por uma Autoridade supranacional. Com base nesta organização surgiu em 1957 a CEE criada pelo Tratado de Roma núcleo fundador da União Europeia, com os seguintes objectivos:
Europa Democracia Crista Social Democracia e CEE
A UNIÃO EUROPEIA
- implementação progressiva da livre circulação de capitais, bens e pessoas.
- livre emprego.
- livre prestação de serviços.
- política agrícola comum, política comum de transportes e de energia.
Em 1973, integraram a CEE, o Reino Unido, a Irlanda e a Dinamarca.
Em 1981 entrou a Grécia para a CEE
Em 1986 entraram Espanha e Portugal para a CEE
Em 1995 entraram a Áustria, Finlandia e Suécia
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