quarta-feira, 20 de março de 2013

23 DE MARÇO - HORA DO PLANETA



A Hora do Planeta 2013 é já dia 23 de Março, das 20h30 às 21h30! Durante 60 minutos apague as luzes num acto simbólico de preocupação ambiental. Um gesto que começa na Austrália e percorre todo o globo. Faz parte do movimento e partilha esta ideia!

PORQUE É PRIMAVERA!


"What I need most are flowers, always, always."
(Claude Monet)

Monet, Garden at Giverny
Porque já é Primavera... ✿✿✿

"What I need most are flowers, always, always."  
(Claude Monet)

Monet, Garden at Giverny

segunda-feira, 18 de março de 2013

ALGUÉM QUER IR AO CINEMA? - OPERAÇÃO OUTONO

A todos os que não forem a Paris e se mantiverem por cá: sábado (23 de março), 21:30 no Centro Cultural Olga Cadaval.

OPERAÇÃO OUTONO é um thriller político sobre a cilada que levou ao assassínio do General Humberto Delgado pela PIDE em 13 de fevereiro de 1965, em Los Almerines, perto da fronteira portuguesa. O filme baseia-se em factos verídicos recentemente revelados por Frederico Delgado Rosa, biógrafo e neto de Humberto Delgado, no seu livro Humberto Delgado, Biografia do General Sem Medo.A ação decorre entre Portugal, Espanha, Argélia, Marrocos, França e Itália, no período entre 1964 e 1981, desde a preparação da cilada de Badajoz pela PIDE, com o nome de código «Operação Outono», até ao julgamento dos implicados no Tribunal de Santa Clara, já depois do 25 de Abril. 

Preço único: 3,00 euros


OPERAÇÃO OUTONO
Um filme de Bruno de Almeida
23 de março | 21h30

OPERAÇÃO OUTONO é um thriller político sobre a cilada que levou ao assassínio do General Humberto Delgado pela PIDE em 13 de fevereiro de 1965, em Los Almerines, perto da fronteira portuguesa. O filme baseia-se em factos verídicos recentemente revelados por Frederico Delgado Rosa, biógrafo e neto de Humberto Delgado, no seu livro Humberto Delgado, Biografia do General sem Medo.
A ação decorre entre Portugal, Espanha, Argélia, Marrocos, França e Itália, no período entre 1964 e 1981, desde a preparação da cilada de Badajoz pela PIDE, com o nome de código «Operação Outono», até ao julgamento dos implicados no Tribunal de Santa Clara, já depois do 25 de Abril. 
Baseado no livro “Humberto Delgado, Biografia do General Sem Medo” de Frederico Delgado Rosa.

Portugal | 2012 | Cor | 92’

Ficha Artística e Técnica
Realização Bruno de Almeida | Produtor Paulo Branco | Argumento Bruno de Almeida, Frederico Delgado Rosa e John Frey | Fotografia Edmundo Diaz | Som Ricardo Leal | Montagem Roberto Perpigani | Música Dead Combo | Direção de produção Ana Pinhão Moura | Produção Alfama Films | Com a participação de MC/ICA, RTP | Apoio Câmara Municipal de Lisboa

Atores John Ventimiglia | Marcello Urgeghe | Renata Batista | João d`Ávila | Nuno Lopes | Carlos Santos | Pedro Efe | Carlos Paulo | Diogo Dória | Luís Lima Barreto | Ana Padrão | Cleia Almeida | Carla Chambel | Camané

Classificação etária: > 12

Preço único: 3,00 euros

Centro Cultural Olga Cadaval
Praça Dr. Francisco Sá Carneiro
2710-720 SINTRA
Telef. (00 351) 21 910 71 10
Fax. (00 351) 21 910 71 15
e-mail: ccolgacadaval@sintraquorum.pt

sábado, 9 de março de 2013

5 DE MARÇO

Como sabem, no passado dia 5 (3ª feira) foi dia da sessão distrital do Parlamento dos Jovens, onde a escola foi representada pelos vossos colegas Daniel (H1), Ricardo e Inês (H3). Aqui ficam alguns momentos  do evento.

Daniel em plena intervenção
Intervenção - parte 2
E agora? O que me falta dizer...?


Mas parece que se divertiram... e isso é que é importante!

O Diogo e a Raquel (11º H4) foram os representantes no concurso Euroscola.

O Diogo e o "seu" boneco amarelo
A Raquel deu o seu cunho teatral à apresentação

TENHO-ME ATRASADO NA PUBLICAÇÃO DAS NOVIDADES





Em Fevereiro estivemos presentes nas sessões de "Livros que fizeram história" que tiveram lugar no CRE.

Estavam interessados a ouvir o orador (que nesta altura não sei bem quem seria...)

Algumas caras mais conhecidas, outras menos (e a Ivete a chegar atrasada...)

Adoro estas fotos; dá para ver o que a rapaziada faz durante estas sessões - Francisco e André conversam, Leandro pensa "no que eu me fui meter, tiram-me daqui" e a Raquel boceja (que sono, quando é que esta coisa acaba...?)

Mas a estrela do dia foi a Inês que, apesar do ar de sofrimento pensativo (parece uma pintura de Maria Madalena do Renascimento) enfrentou a multidão como uma senhora doutora professora engenheira arquitecta (e a pensar "numa destas é que a prof de História não me volta a apanhar!")...






Mas cá está a Inês em plena apresentação de "O Capital" de Karl Marx. Provavelmente o livro mais difícil que estava na lista das apresentações e que foi recusado por professores por não se sentirem à vontade no domínio do tema - PARABÉNS INÊS!

Oh Sílvia, não estejas tão triste! Marx também não é assim tão mau!


O CRE estava cheio. Parecia o Metro em hora de ponta!


Sempre na conversa sr. Diogo



E o grupo do André, Francisco e Leandro na risota outra vez...



Até deu para fazer pose, não é Patrícia?


O painel de oradores já no final da 2ª sessão

sexta-feira, 1 de março de 2013

A AFIRMAÇÃO DAS NOVAS POTÊNCIAS

O rápido crescimento do Japão


O rápido desenvolvimento do Japão a partir de 1952 deveu-se a vários factores entre os quais se destacam: 

  • A ajuda norte americana que promoveu a implantação de um novo regime político multipartidário e democrático e a concessão de ajudas, apoios económicos e às exportações e uma ajuda financeira substancial necessária à recuperação do país.
  • o entendimento entre o Estado e os grandes grupos empresariais no sentido de promover o crescimento económico e o desenvolvimento social. O Estado interveio na regulação do investimento, na concessão de créditos, na protecção das empresas e do mercado nacional não sobrecarregando as empresas com obrigações sociais que dificultassem a sua reconversão e recuperação. 
  • Uma cultura tradicionalista com a colaboração activa de uma população imbuída de um espírito de entreajuda e de lealdade e colaboração com os empresários mantendo baixos níveis de reivindicação salarial e possuindo um nível de escolaridade elevado.  

O milagre japonês

Sem matérias primas e pouco território cultivável o Japão baseou o seu crescimento no pós guerra num desenvolvimento industrial e comercial em duas fases: 
  • de 1955 a 61 uma primeira fase em que a produção industrial triplicou e em que se realizaram investimentos nas industrias transformadoras de bens de consumo e indústria pesada. As exportações aumentaram assim como as importações de matérias primas. 
  • de 1966 a 71 com um novo impulso económico nas áreas da electrónica e da produção automóvel. 



O afastamento da China do bloco soviético 

Mao Tsé Tung tornou-se o líder da China comunista. Com ele o marxismo assumiu uma feição diferente do leninismo, o chamado maoísmo que enfatizava o papel dos camponeses na liderança da revolução e considerava a necessidade de uma revolução social protagonizada pelas massas sendo para isso necessário consciencializar as populações para as transformações revolucionárias tendo como base a actuação dos dirigentes de acordo com uma postura de humildade e autocrítica. 
A revolução não teve os resultados que Mao previa nos primeiros anos. É assim que, a partir de 1957 Mao,  afastou-se progressivamente da União Soviética e do seu modelo de desenvolvimento industrialista censurando a postura revisionista e reformista da coexistência pacífica, que krutschev desenvolveu, com as aproximações feitas aos E.U.A. e ao mundo ocidental. 
Grande salto em frente desenvolveu-se então, incidindo a atenção governamental nas  comunidades rurais baseando-se num modelo de auto suficiência de agricultura comunal e  indústria artesanal, em vez da indústria pesada como ocorrera anteriormente. 
Censurado pelos soviéticos, Mao considerava a China o único país verdadeiramente comunista facto que seduziu os intelectuais de esquerda por todo o mundo nomeadamente os ocidentais e africanos. 
No entanto o falhanço desta política levou ao afastamento provisório de Mao que no entanto recuperou influência a partir de 1964 após a publicação do Livro Vermelho. Este, permitiu o regresso ao poder de Mao com a Revolução Cultural chinesa que  no entanto levou a um período de grande instabilidade que Mao só conseguiu vencer em 1968 recorrendo à repressão e efectuando uma depuração forçada na sociedade. 

Recuperando influência, Mao desenvolveu uma diplomacia intensa nomeadamente recorrendo ao apoio dos E.U.A. e do presidente Nixon que na altura estava envolvido no recrudescimento das  tensões com a União Soviética. Em 1971 a China Comunista substituiu a China Nacionalista (Formosa) na O.N.U., facto que foi considerado uma grande vitória pelas esquerdas em todo o mundo e com enorme impacto no alastramento das tensões anti imperialistas em vários territórios de África e Ásia nomeadamente nos conflitos do Vietname, Laos, Angola, Moçambique e Guiné. Teve no entanto um forte impacto pela dissolução progressiva das influências políticas bipolares que até então se verificavam no mundo. A China tornou-se desde então numa grande potência militar a nível mundial. 

Ascensão da Europa - da CECA à CEE

Nos anos do após-guerra surgiu um novo consenso nos meios políticos quanto à necessidade de a Europa construir um novo modelo de convivência pacífica facto que provocou ao mesmo tempo a criação de várias organizações europeístas e de encontros e outros eventos cujo objectivo o de construir laços entre os países do velho continente. 
Apesar das divergências que radicavam numa prospectiva do que poderia vir a ser a Europa num futuro de médio prazo - uma confederação de estados independentes ou uma federação de estados europeus - a Declaração Schuman deu um primeiro passo para a cooperação entre a França e a Alemanha como forma de contrariar ressentimentos e impulsionar um orientação pacifica e produtiva entre as duas grandes potências continentais. Assim, surgiu entre estes dois países, em 1951 a CECA, Comunidade Europeia do Carvão e do Aço ao qual  aderiram também a Itália, Bélgica, Holanda e Luxemburgo e controlada por uma Autoridade supranacional. Com base nesta organização surgiu em 1957 a CEE criada pelo Tratado de Roma núcleo fundador da União Europeia, com os seguintes objectivos: 


Europa Democracia Crista Social Democracia e CEE


A UNIÃO EUROPEIA

  • implementação progressiva da livre circulação de capitais, bens e pessoas.
  • livre emprego.
  • livre prestação de serviços. 
  • política agrícola comum, política comum de transportes e de energia. 
Em 1968, estabeleceu-se a união aduaneira que desde logo permitiu um acréscimo imediato do comércio e da intensidade das trocas e da produção agrícola e industrial. 
Em 1973, integraram a CEE, o Reino Unido, a Irlanda e a Dinamarca. 
Em 1981 entrou a Grécia para a CEE
Em 1986 entraram Espanha e Portugal para a CEE
Em 1995 entraram a Áustria, Finlandia e Suécia
Em 2007Bulgária e Roménia.